TIM
Em todo o país, as lojas e revendas exclusivas da operadora recolhem aparelhos celulares, baterias e acessórios,
que recebem destinação “de acordo com as normas ambientais”. Alguns Estados (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas
Gerais e Paraná) têm também o programa Papa-Pilhas, que deve ser expandido para o resto do Brasil até o final do
ano. Desenvolvido em parceria com o Banco Real, ele é mais abrangente: aceita também pilhas, telefones sem fio e
laptops, além dos outros itens já citados.
Vivo
A operadora tem 3,4 mil pontos de venda e revenda que aceitam celulares, acessórios e baterias. Os itens recolhidos
são encaminhados para um descarte apropriado e, segundo a empresa, o recurso obtido com esses eletrônicos vai
para o Instituto Vivo. A Belmont Trading, empresa responsável pela coleta, triagem e descarte, afirma que 80% dos
aparelhos são reciclados e 20% são revendidos em outros países.
Abaixo seguem algumas referêcias de onde encaminhar o lixo eletrônico de sua casa:
o Neste link (cdi.org.br) você pode fazer a sua doação;
o SUCATA DE INFORMÁTICA E ELETROELETRÔNICOS - (11)7408-4021 www.pcguia.com.br – São Paulo -
(11)7408-4021 -
[email protected];
o Usuário doméstico: o Museu do Computador, em São Paulo, aceita computadores velhos para doação. Tel. (11)
5521-3655;
o Empresas: usuários corporativos podem doar os computadores aos Centros de Recondicionamento de
Computadores, do governo federal. E-mail:
[email protected];
o Qualquer um: a empresa Planac, de São Paulo, compra os equipamentos velhos. Tel. (11) 2106-2300;
Conclusão
Apesar do descaso e da falta de conhecimento, o lixo eletrônico não é menos nocivo do que o lixo dito convencional,
pelo contrário, ele é ainda mais poluente devido a inúmera quantidade de elementos altamente nocivos quando
lançados indiscriminadamente na natureza. Estes poluente estão presentes especialmente nas baterias e
capacitores, dispositivos que armazenam energia.
O primeiro passo para a melhora do atual quadro é se conscientizar sobre o problema, já que não podemos fazer
nada com respeito a algo que nem sabemos que existe, não é ?!
Depois desta fase inicial devemos procurar meios de amenizar o problema, seja pelo controle no consumo destes
equipamentos, seja pelo correto encaminhamento destes quando não os queremos mais.
A atitude final a ser adotada seria incentivar as empresas que fabricam produtos com menor impacto serem
contempladas na hora da compra, ou aquelas que se comprometem em recolher o equipamento antigo.
Assim estaremos caminhado para uma civilização realmente avançada, que trata seu lixo e o reaproveita, e não
simplesmente despeja o que não serve mais em qualquer lugar. Divulgue esta idéia.