Macrominerais na alimentação de Ruminantes

NanaBenitez 15,654 views 42 slides Jul 23, 2010
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Slide Content

Profa. Daniella Sponchiado
Clinica de Ruminantes II

• Os macrominerais são aqueles mais
requeridos pelos animais.
•Ca, P, Na, Cl, Mg, K, S
•Classificados em:
•Estruturais: Ca, P e S
•Manutenção acido-básica: Na, K e Cl
•Co-fatores enzimáticos: Mg

•O cálcio e o fósforo são considerados
conjuntamente
– Constituem a maior parte dos minerais dos
ossos.
–Estão intimamente relacionados e uma
deficiência ou excesso de um irá interferir na
utilização do outro.

•Mineral mais abundante, encontrado no
organismo
•O teor varia de 1,5 a 2% do peso vivo de um
animal.
• A concentração sérica é de 8 mg/dl
–No leite esta ligado a caseína.
•Os teores de cálcio por litro de leite são os
seguintes:
–Cabra........1,28g/ L de leite
–Vaca..........1,2g/ L
–Colostro....2,3-2,6g/L

•DISPONIBILIDADE
–A forragens são boas fontes de cálcio
•leguminosas apresentam maior teor do que as
gramíneas e os grãos de cereais.
–As farinhas oleagenosas apresentam alto teor de
cálcio.

•IMPORTANCIA
–Funções no organismo:
•Formação de ossos e dentes, onde está intimamente ligado
ao fósforo e magnésio.
•Manter a permeabilidade normal das células.
•Sistema de coagulação
•Regulam a contratilidade muscular
•Participam da regulação da excitabilidade neuro-muscular.
•Liberação de hormônios e ativação de enzimas.

•REGULAÇÃO
–O PTH é o principal hormônio que participa da regulação. Ele
age promovendo o aumento na concentração de Ca e
diminuição de fosfato no LEC. O PTH tem efeito direto sobre
os ossos e sobre os rins causando sua reabsorção.
–TGI: absorção de cálcio dos alimentos, através de difusão
passiva e transporte ativo.
–A vitamina D:
[Ca] diminuída no sg aumenta PTH  síntese da vit D e a
absorção de cálcio no TGI vitD estimula a difusão passiva
e aumenta a [Ca].

•HIPOCALCEMIA – SINAIS CLINICOS
–Excitação
–Decúbito esternal
–Depressão e Anorexia
–Hipotermina
–Taquicardia,
–Fraqueza e flacidez muscular.

•IMPORTÂNCIA
– 80% nos ossos
– 1% do peso do animal
– Gravidade região dos cerrados

•DISPONIBILIDADE
– Dietas
•Cereais
•Trigo
– Vitamina D
– Excesso de Cálcio

•DEFICIENCIA DE FÓSFORO –
SINAIS CLINICOS
–  apetite
– Apetite depravado (PICA)
– Osteoporose
– Fraqueza generalizada
– Relutância a se mover
– Decúbito
–  Taxa de Crescimento
– Perda de peso
– Infertilidade
–  Produção de leite

•SINAIS CLINICOS
–Hemoglobinúria pós-parto
–Hiperfosfatemia - Urolitíase

•Encontrados em conjunto no sal (NaCl)
–A porcentagem de Sódio e Cloro na
composição corporal é respectivamente:
•0,16%
•0,11%

•IMPORTÂNCIA
–É o principal ânion presente
no LEC.
–Formação dos sucos
gástrico e biliar.
•Ativação das amilases
–Manutenção da pressão
osmótica
–Polarização de membranas
•Junto com Na e K

•REGULAÇÃO
–Feedback negativo
•Excesso de cloro > excreção (urina)
•Pouco cloro < excreção renal
CLORO
EXCREÇÃO
-

•DISPONIBILIDADE
–Presente em quase todos os
vegetais!
•++ Forrageiras
•Grãos em menor qtde
–Atender constantemente as
necessidades dietéticas!

•CARÊNCIA DE CLORO
–Muito raro.
•Vacas de alta produção leiteira
–Não foi ainda relatada em
bovinos (LOPES, 1998)
•Alcalose metabólica (OLIVEIRA)
•Problemas hepáticos e
renais(OLIVEIRA)
•Retenção de placenta (JAIME &
IZQUIERDO, 2008)

•DEFICIENCIA DE CLORO - SINAIS CLINICOS
–Lamber metal ou a urina dos outros animais (OLIVEIRA)
–Olhos fundos e descamação ao redor dos olhos (OLIVEIRA)
–Retenção de placenta (JAIME & IZQUIERDO, 2008)
–Problemas relacionados ao mal funcionamento do
fígado e pâncreas (JAIME & IZQUIERDO, 2008)
–Diarréia mucóide (LIMA, 2004)

•EXCESSO DE CLORO
–Acidose em vacas leiteiras
•Leite: 1,2g/litro
•RECOMENDAÇÕES
–0,45% da MS da ração (LOPES, 1998)
–Necessidade diária de 0,25g/Kg (NRC, 1978)

•FUNÇÕES;
– Disponibilidade nos alimentos;
– Cereais e farelos oleaginosos;
– P.O.A. X P.O.V.

•Níveis nas pastagens;
• Relação Sódio X Potássio;
• Absorção de Na das forrageiras X NaCl.

•Exigências p/ bovinos:
– Crescimento
•1,5g Na absorv./100Kg /P.V./dia;
– Mantença Vacas Lactação
•0,038g/Kg/P.V./dia;
– Temp. ≥ 30°C
• deve-se acrescentar 0,g Na/100KgP.V./dia;
– Geral
•20-25g/cab./dia
•aprox.50g/cab./dia.
•*Considerando [ ] 39% do composto.

• Necessidades Orgânicas X Capac.
Armazenamento;
• Vacas em lactação X Vacas Cecas;
• Crescimento.

•DEFICIÊNCIA – SINAIS CLINICOS
– Agudos:
•  Apetite p/ sal;
• Apetite depravado.
–Crônico:
• Anorexia;
• Perda de peso;
• Apatia;
• Queda na produção.

•Constituinte dos ossos ;
•Tem papel importante na transmissão de
estímulos neuromusculares;
•FONTE
–Grãos de cereais, forragens ( 7 – 33%),
–Solo e concentrado, onde é mais disponível.
–As leguminosas (17%)
–Forragens maduras tem mais disponibilidade do que
as mais novas.

•IMPORTANCIA
–metabolismo de carboidratos e lipídeos;
–é essencial para a fosforilação oxidativa
relacionada a formação de ATP
–Pode ser mais crítico para bovinos de leite,
devido a sua alta exigência de mantença,
pois necessitam de 2 – 2,5 gramas de
magnésio disponível;
–Uma vaca de leite tem 0,5% do seu peso
como magnésio.

•60% fica retido nos ossos;
•Uma variação brusca do mineral na dieta pode levar o
animal a hipomagnesemia de 2 a 18 horas.
•No bezerro 30% da reserva óssea pode ser disponibilizada
na hipomagnesemia (< 1,75 mg/dL).
RETENÇÃORETENÇÃO EXIGÊNCIAEXIGÊNCIA
EXCREÇÃOEXCREÇÃO

•DEFICIENCIA DE MAGNÉSIO
–< 1,75 Mg/dl;
•DEFICIENCIA DE MAGNÉSIO – SINAIS CLINICOS
–crescimento retardado;
– hiperirritabilidade e tetania;
–Anorexia;
–incoordenação muscular e motora;
–Convulsões;
–vasodilatação periférica;
–redução da digestibilidade;
–Tetania das pastagens.

•Febre do leite em vacas após o parto, devido a que
níveis baixos de MG (< 2mg/dl) reduzem drasticamente
a capacidade de mobilização das reservas de Ca dos
ossos.
•Na tetania das pastagens indica-se fornecer 0,25% a
0,30% do mineral na dieta sendo o nível máximo
permitido de 0,40%.

•Representa 0,2 % do peso do animal
–Localização: dentro das células
•FUNÇÃO
–Regulação osmótica e equilíbrio hídrico
–Condução de impulsos nervosos
–Contração muscular
–Transporte de oxigênio e gás carbônico
–Equilíbrio ácido-básico
–Reações enzimáticas
–Rúmen manutenção de um meio favorável para a
fermentação bacteriana, principalmente para as bactérias
que digerem celulose.

•METABOLISMO
–Absorção:
•Parte superior do intestino delgado e no rúmen  por difusão
passiva
–Transporte de membrana:
•Bomba Na+/K+ e co-transporte
•Bomba de prótons H+/K+
•Outros seis tipos de canais de potássio
–Excreção:
•Fatores hormonais: aldosterona, ADH e desoxicorticosterona
•Equilíbrio ácido-base
•Balanço de cátions
–Secreção:
• Suor
•Leite (36 mmol/L em bovinos e ovinos)
–Armazenamento:
•reservas muito pequenas  necessidade de suplementação diária
na dieta dos animais

•FONTES
–Forragens : 1% e 4% de K
–Grãos de cereais: menos de 0,5% de K
•animais confinados
•farelos de oleaginosas são uma boa fonte
–Fontes protéicas: 10 a 20 g/kg de MS
–Fontes energéticas: 3 a 5 g/kg de MS

•DEFICIENCIA DE POTÁSSIO
–Causas:
•Inadequada quantidade na dieta
•Perda através de secreções digestivas causadas por vômitos e diarreias
•Excessiva ingestão de Na maior consumo de agua perda pela urina
•Estresse  aumento de temperatura, doenças infecciosas, trabalho excessivo
•INDICAÇÕES :
–Ingestão mínima de potássio para vacas lactantes seja de 0,8% na
matéria seca, o “estresse” pelo calor aumenta as exigências do mineral,
provavelmente pela perda pelo suor, e o nível adequado será nesse
caso de 1,2% da matéria seca. A secreção de K no leite (0,15% K no
leite) aumenta as exigências das vacas leiteiras para os níveis
propostos de 0,8 a 1,2%.

•DEFICIENCIA DE POTÁSSIO – SINAIS
CLINICOS
–Fraqueza muscular
–Perda de peso
– “pica” (apetite depravado)
–Pelame grosseiro
–Paralisia
–Acidose intracelular
–Diminuição da taxa de crescimento
–Redução no consumo de alimento
–Decréscimo na produção de leite
–Níveis baixos de K no leite e no plasma
–Degeneração de órgãos vitais e desordens nervosas

•TOXICIDADE
–distúrbio no equilíbrio ácido-básico
–hipocalcemia
–insuficiência cardíaca
–exposição crônica  deficiência de magnésio
•Está estabelecido que o potássio pode participar em até 3% da dieta dos
ruminantes e níveis superiores podem acarretar uma diminuição na taxa de
absorção do magnésio.
•FEBRE DO LEITE:
–Adição de K+ na dieta  maior incidência de hipocalcemia e febre do
leite
–Indução: dietas altas em cátions (especialmente Na+ e K+)
–Prevenção: altos níveis de ânions (Cl¯ e SO4 ²¯)
•TETANIA HIPOMAGNESÊMICA:
–Potássio  antagonista do magnésio
–Reduz a absorção em nível de rúmen ocorrência da tetania

•IMPORTANCIA
–Constituinte:
•Aminoácios sulfurados
–Metionina e cistina
•Vitaminas
–Tiamina e biotina
–Hormônios
•Insulina, prolactina, ocitocina

•IMPORTANCIA
–Essencial aos M.O. do rúmen
•Síntese de:
–Aminoácidos
–Proteínas bacterianas
–Produção de ác. Propiônico a partir do ác. Lático
–Formação de lã e pêlos
–Desintoxicante de grupos fenólicos (fígado)
–Influenciador dos processos de oxidação/redução

•FONTES
–Sulfato de sódio
–Sulfato de potássio
–Sulfato de cálcio
•Relação N/S 14:1

•DEFICIENCIA
–Normalmente quando se usa Nitrogênio Não Protéico
(NNP)
•SINAIS CLINICOS
–Perda de apetite e peso
–Fraqueza
–Perda de desempenho
–Perda de produção leiteira
–Lã áspera e sem brilho
–Excessivo lacrimejamento e salivação

•SINAIS CLINICOS
–Intoxicação
–Anorexia
–Perda de peso
–Constipação
–Diarréia
–Depressão
–Morte +.+

•REFERÊNCIAS:
–LOPES, Henrique Otávio da Silva. Suplementação de baixo custo para bovinos. Brasila: EMBRAPA-
SPI, 1998
–OLIVEIRA, Minerais: funções, deficiências, toxidez e outros aspectos da suplementação. Material
técnico – Agroceres
–JAIME, Cristóban Rocha; IZQUIERDO, Alejandro Cordova. Causas de retención placentaria en el ganado
bovino. Revista Electrónica de Clínica Veterinaria. México, v.03, n.02, 2008.
–LIMA, José Divino. Coccidioses dos ruminantes domésticos. Rev. Bras. Parasitol.Vet., v.13, suplemento
1, 2004.
–BERCHIELLI, Telma Teresinha; PIRES, Alexandre Vaz; OLIVEIRA, Simone Gisele de; Nutrição de
Ruminantes. 1ª Ed. Jaboticabal: Funep, 2006.
–Araújo, W. A. G.; Rostagno, H. S.; Albino, L. F. T.; Carvalho, T. A.;Neto, A. C. R. Potássio na nutrição
animal. Artigo 117, volume 07, n° 4 p. 1280 - 1291, Julho/ Agosto 2010.
Download em:
http://www.slideshare.net/NanaBenitez

Fim...!Fim...!