O modelo de Dalton manteve-se como correto até o final do século XIX,
especificamente em 1987, este foi o ano do declínio da teoria de do átomo maciço e
indivisível proposto por Dalton. O motivo para o declínio para a teoria de Dalton veio
a partir de Joseph John Thomson, este demonstrou através de um experimento o
qual ele disparou uma rajada de raios catódicos em uma ampola de Crookes, a
grosso modo, este nada mais é do que um tubo com vácuo. Tal experimento levou-
a a concluir a teoria que ficaria conhecida como “pudim de passas”, ilustrado na
Figura 2, sendo os átomos para Thomson “uma esfera de carga positiva que
continha corpúsculos (elétrons) de carga negativa distribuídos uniformemente.”
(UOL, 2012).
Figura 2 – Modelo de Thomson, o “pudim de passas”. (Fonte: c1an0.wordpress.com).
Porém, em 1911 Ernerst Rutherford trouxe consigo um novo modelo, o
modelo planetário do átomo. Para chegar à teoria que seria conhecida como a base
da física nuclear, Rutherford utilizou de um experimento que ficou conhecido como:
o experimento da lâmina de ouro. Segundo o website UOL e segundo próprio
Rutherford, respectivamente.
Rutherford e seus colaboradores verificaram que, para aproximadamente
cada 10.000 partículas alfa que incidiam na lâmina de ouro, apenas uma (1)
era desviada ou refletida. Com isso, concluíram que o raio do átomo era
10.000 vezes maior que o raio do núcleo. Fazendo uma comparação, se
o núcleo de um átomo tivesse o tamanho de uma azeitona, o átomo teria o
tamanho do estádio do Morumbi. (UOL, 2012).
O átomo é formado por um núcleo muito pequeno em relação ao átomo,
com carga positiva, no qual se concentra praticamente toda a massa do
átomo. Ao redor do núcleo localizam-se os elétrons neutralizando a carga
positiva. (RUTHERFORD apud UOL, 2012).
Porém ao assumir existem elétrons, de carga negativa, e estes estão no
mesmo meio que o núcleo, de carga positiva, surge-se a seguinte dúvida: o que
5