A economia açucareira no brasil

8,292 views 40 slides Nov 05, 2017
Slide 1
Slide 1 of 40
Slide 1
1
Slide 2
2
Slide 3
3
Slide 4
4
Slide 5
5
Slide 6
6
Slide 7
7
Slide 8
8
Slide 9
9
Slide 10
10
Slide 11
11
Slide 12
12
Slide 13
13
Slide 14
14
Slide 15
15
Slide 16
16
Slide 17
17
Slide 18
18
Slide 19
19
Slide 20
20
Slide 21
21
Slide 22
22
Slide 23
23
Slide 24
24
Slide 25
25
Slide 26
26
Slide 27
27
Slide 28
28
Slide 29
29
Slide 30
30
Slide 31
31
Slide 32
32
Slide 33
33
Slide 34
34
Slide 35
35
Slide 36
36
Slide 37
37
Slide 38
38
Slide 39
39
Slide 40
40

About This Presentation

a economia açúcareira


Slide Content

A economia açucareira no Brasil

O início da colonização n o brasil 1500 Chegada dos portugueses Ao Brasil Abandono do Brasil por Portugal - Comprovação da inexistência de ouro no litoral. -Chegada de piratas franceses e ingleses. - Exploração do pau-brasil. - escambo, feitorias e degredados. 1530 Chegada de Martim Afonso de Souza, inicio da colonização - Capitanias hereditárias. - Governo geral. - Inicio dos engenhos de açúcar. - Chegada dos Primeiros escravos africanos 1600 Auge da produção açucareira no nordeste.

A economia açucareira: A produção do açúcar apresentava características muito diferentes da extração dom pau-brasil, exigindo grandes investimentos daqueles que se propunham a investir nesta produção.

Os investimentos: Portugal tinha experiência na produção de cana de açúcar, pois já havia produção nas ilhas da madeira, Açores e Cabo Verde. O nordeste brasileiro se mostrou uma região muito boa para esta produção como clima quente e úmido e o solo massapê bem como a “proximidade” das capitanias do nordeste com Portugal.

Apesar de todas as experiências anteriores e condições favoráveis, era necessário muito capital para que a produção de açúcar fosse, de fato, lucrativa. Como o reino de Portugal não dispunha ( ou não queria) dos recursos necessários, promoveu uma aliança com a Holanda na concessão de empréstimos aos donos de engenho.

O engenho de açúcar: Com o financiamento Holandês, vários engenhos foram construídos principalmente na região do nordeste. A produção açucareira era feita no sistema de plantation, ou seja as características de produção eram: Grandes latifúndios (grandes fazendas) Monocultura ( somente um produto de exportação) Mão de obra escrava.

A estrutura de um engenho. Apesar dos engenhos serem de pessoas diferentes, as estruturas de moradia e produção não se modificavam, entre elas podemos destacar: Canavial Casa grande Senzala Moenda Caldeira Casa de purgar Casa do pão de açúcar.

canavial

A casa grande

senzala

Moenda trapiche

Moenda real

caldeira

Casa de purgar

Pão de açúcar

A sociedade açucareira No engenho, formou-se uma sociedade estratificada e com pouca mobilidade social. O senhor de engenho e sua família compunham o topo da escala social. Ele era proprietário das terras, das plantações, das construções e dos trabalhadores escravizados e livres, todos que estavam no engenho deviam obrigação e obediencia .

Geralmente, o senhor de engenho abrigava uma família numerosa, composta não apenas pela esposa e pelos filhos, mas também por sobrinhos, tios e primos. O prestigio do senhor também era medido pelo numero de pessoas que ele sustentava.

As mãos e os pés do senhor de engenho Nos engenhos, nas vilas e nas cidades do Brasil colônia, todo o trabalho braçal era realizado pelos africanos e seus descendentes.

O tráfico negreiro. Os africanos eram trazidos ao Brasil e vendidos em mercados localizados próximo aos principais portos da colônia.

Filme amistad

Segundo os historiadores, os escravizados que iam direto para os engenhos e iniciarem o trabalho no canavial e produção açucareira , viviam em media mais 8 anos. O trabalho era estafante e as condições climáticas propiciavam o esgotamento físico precoce.

Os escravos eram as mãos e os pés do senhor de engenho porque sem eles no Brasil não é possível fazer, conservar e aumentar fazendas ou fazer açúcar.

As vilas e cidades no Brasil colônia. Os primeiros povoamentos que surgiram na Colônia foram estabelecidos na sua maioria no litoral, o objetivo era a proteção do território de invasores.

Os povoamentos surgiram sem muito planejamento, seguindo as mesmas estruturas das cidades medievais europeias. A capela ou igreja era o centro da vida urbana.

Não havia saneamento básico, portanto as cidades eram construídas em terrenos irregulares para facilitar o deslocamento de dejetos.

A câmara municipal (sede administrativa) abrigava os vereadores eleitos pelos “ homens bons” ou os oficiais designados por Portugal para a administração colonial. O presidente da camará administrava as cidades.

O comércio interno Portugal tinha como principais objetivos a produção e a exportação de riquezas para a metrópole, entretanto, era preciso estabelecer um comércio interno que possibilitasse a vida dos colonos e favorecesse a produção açucareira.

As vilas e as cidades concentravam, nas ruas próximas à praça central, um número considerável de pequenos comércios, que vendiam os produtos vindos da Europa e pequenas oficinas, nas quais costureiras, sapateiros e açougueiros ofereciam serviços.

A comercialização de trabalhadores escravizados era mais uma das facetas que apresentava o comercio interno da colônia.

Os africanos eram desembarcados nos portos e deixados por algum tempo nos VALONGOS para recuperarem o peso e curassem as feridas e outras sequelas, quando estavam melhores fisicamente eram levados aos mercados para serem vendidos, alguns ficavam nas cidades mas a maioria ia para os trabalhos no canavial.
Tags