Anticonvulsivantes

14,486 views 33 slides Aug 17, 2008
Slide 1
Slide 1 of 33
Slide 1
1
Slide 2
2
Slide 3
3
Slide 4
4
Slide 5
5
Slide 6
6
Slide 7
7
Slide 8
8
Slide 9
9
Slide 10
10
Slide 11
11
Slide 12
12
Slide 13
13
Slide 14
14
Slide 15
15
Slide 16
16
Slide 17
17
Slide 18
18
Slide 19
19
Slide 20
20
Slide 21
21
Slide 22
22
Slide 23
23
Slide 24
24
Slide 25
25
Slide 26
26
Slide 27
27
Slide 28
28
Slide 29
29
Slide 30
30
Slide 31
31
Slide 32
32
Slide 33
33

About This Presentation

No description available for this slideshow.


Slide Content

Anticonvulsivantes

Distúrbios Convulsivos

Uma convulsão é a resposta a uma descarga elétrica
anormal no cérebro. •
Qualquer coisa que irrite o cérebro pode produzir uma crise convulsiva. uma crise convulsiva.

2/3 dos indivíduos que apresentam uma crise
convulsiva jamais a apresentam novamente. •
1/3 dos indivíduos continuarão a apresentar crises
convulsivas recorrentes (Condição Denominada
Epilepsia).

A atividade elétrica anormal durante uma crise
convulsiva pode ser detectada pelo registro
eletroencefalográfico(EEG).

Causas das Convulsões
FEBRE ALTA
• Insolação
• Infecção
EXPOSIÇÃO A DROGAS OU
SUBSTÂNCIAS TÓXICAS
• Álcool (grandes quantidades)
• Anfetaminas
• Cânfora
• Cloroquina
• Overdose de cocaína
• Chumbo
• Pentilenotetrazol
• Estricnina
ABSTINÊNCIA APÓS
UTILIZAÇÃO
EXCESSIVA
• Álcool
• Medicamentos para dormir
• Tranqüilizantes
INFECÇÕES DO CÉREBRO
• AIDS
• Malária
• Meningite
• Raiva
• Sífilis
• Tétano
• Toxoplasmose
REAÇÕES ADVERSAS A
MEDICAMENTOS DE
RECEITA OBRIGATÓRIA
• Ceftazidima
• Clorpromazina
OXIGENAÇÃO INSUFICIENTE DO
• Toxoplasmose • Encefalite viral
• Clorpromazina • Imipenemo
• Indometacina
• Meperidina
• Fenitoína
• Teofilina
OXIGENAÇÃO INSUFICIENTE DO CÉREBRO
• Intoxicação por monóxido de carbono
• Fluxo sangüíneo inadequado para o cérebro • Afogamento parcial
• Sufocação parcial
• Acidente vascular cerebral Destruição do
tecido cerebral
• Tumor cerebral
• Traumatismo crânio-encefálico
• Hemorragia intracraniana
• Acidente vascular cerebral
DISTÚRBIOS METABÓLICOS
• Hipoparatireoidismo
• Níveis altos de açúcar ou de
sódio no sangue
• Níveis baixos de açúcar, cálcio,
magnésio ou sódio no sangue
• Insuficiência renal ou hepática
• Fenilcetonúria
OUTRAS DOENÇAS
• Eclâmpsia
• Encefalopatia hipertensiva
• Lúpus eritematoso

Epilepsia •
“Condição neurológica caracterizada por
crises epilépticas repetidas”

Afeta cerca de 0,5% a 1% da população.

Afeta cerca de 0,5% a 1% da população.

Cerca de 56% dos epilépticos
apresentam crises tônico-clônicas
durante a vida.

Tipos de Convulsões

TIPOS DE
CONVULSÃO
DROGAS
ANTICONVULSIVANTES
CONVENCIONAIS
DROGAS
ANTICONVULSIVANTES
RECENTEMENTE
DESENVOLVIDAS
CONVULSÕES PARCIAIS
Parcial Simples
Carbamazepina, fenitoína,
fenobarbital, primidona, valproato
Gabapentina,
lamotrigina
Parcial Complexa
Carbamazepina, fenitoína,
fenobarbital, primidona, valproato
Gabapentina,
lamotrigina
Parcial com
Carbamazepina
,
fenitoína
,
Gabapentina
,
Parcial com Generalização
Secundária
Carbamazepina
,
fenitoína
,
fenobarbital, primidona, valproato
Gabapentina
,
lamotrigina
CONVULSÕES GENERALIZADAS
Crise de Ausência
Clonazepam, etossuximida,
valproato
Lamotrigina
Convulsão Tônico-
clônica
Valproato
Convulsão
Mioclônica
Carbamazepina, fenitoína,
fenobarbital, primidona, valproato

Fisiopatologia da Epilepsia •
Redução na atividade de neurônios
inibitórios que modulam a condutância de
Cl
-

Atividade GABAérgica inibida
Cl

Atividade GABAérgica inibida

Falhas nas correntes de Na
+
, dependentes
de Ca
++
-prolongando a despolarização

Canais de sódio estão ativados

Canais de cálcio ativados

•[Glutamato] nas áreas que circundam um
foco epiléptico

Drogas Antiepilépticas •
Bloqueio dos canais de sódio voltagem
dependentes;

Aumento da neurotransmissão gabaérgica;

Aumento da neurotransmissão gabaérgica;

Inibição da neurotransmissão
glutamatérgica.

Inibição dos canais de cálcio volt. depend.
tipo T.

INIBIÇÃO NEURONAL
Bloqueio dos canais
de sódio voltagem
dependentes
Aumento da
neurotransmissão
GABAérgica
Inibição da
neurotransmissão
glutamatérgica
Inibição dos
canais de cálcio
tipo T

Inativação do canal de Na
+nDiminuir os disparos elétricos

Potencia-
lização da
transmissão transmissão sinápitica
mediada por
GABA

Redução do fluxo de Ca
2+
n
Diminuindo a corrente

Ácido valpróico
Ácido valpróico
Gabapentina
+
-
-

Estado Epiléptico •
Caracterizado por convulsões contínuas
podendo levar a morte neuronal

Tratamento inicial

Benzodiazepínico (Diazepam), IV

Acompanhamento

Fenitoínae/ou Fenobarbital IV

Fenitoína •
Eficaz contra todos os tipos de convulsões
parciais e tônico-clônicas, mas
não
nas
crises de ausência.

Não é sedativa e não causa depressão
generalizada do SNC. •
Altera o padrão das convulsões causadas
por eletrochoque. •
Surgiu em 1938

Revolucionou o tratamento da epilepsia.

Fenitoína Farmacocinética •
Tem pouca solubilidade em água.

Elevada ligação protéica

A absorção via oral é lenta e redistribui-se
rapidamente depois de absorvida. Efeitos adversos •
Hirsutismo, hiperplasia gengival, anemia
megaloblástica (⇓ácfólico), leucopenia,
síndrome de Stevens-Johnson,
teratogenicidade, ataxiae nistagmoetc.

Fenitoína –Efeitos Adversos
Síndrome de Stevens-JohnsonHiperplasia gengival
Hirsutismo

Fenitoína –Interações Medicamentosas •
Valproato–reduz o metab. da fenitoínae
sua ligação às prot. plasm. (competem) •
Carbamazepina

potencializa seu
metab
.

Carbamazepina

potencializa seu
metab
.

Fenitoína-mconc. da Carbamazepinae •
conc. do Fenobarbital. •
Fenobarbital-•biotransf. da Fenitoína
por indução do sist. enz. Mas pode msua
inativação por inibição competitiva, além
de ma absorção oral da fenitoína.

Carbamazepina

Utilizada no tratamento das convulsões parciais e t ônico-
clônica, mas
não
nas crises de ausência.

Tem respostas terapêuticas em pacientes maníaco-
depressivos e tem efeitos antidiuréticos. •
É absorvida lentamente por via oral.
(carbamil)

É absorvida lentamente por via oral.

Usada também p/ o tratamento da neuvralgiado trigêmeo

É quimicamente relacionada c/ os ADTs

Diminui a ativação repetida dos potenciais de ação
evocados por uma despolarização mantida dos neurônios
UCanais de Na+

O seu metabólito (10,11-epoxicarbamazepina) tbcontr ibui
p/ a eficácia anticonvulsivante da droga

Carbamazepina Farmacocinética •
Absorção errática e variável

Possui metabólitos ativos

Seus níveis sanguíneos não se relacionam com a

Seus níveis sanguíneos não se relacionam com a dose.

É potente indutor do metabolismo inclusive do seu
Efeitos Adversos •
auto-indução de metabolismo;

náuseas e distúrbios visuais;

supressão granulocítica;

anemia aplástica.

Carbamazepina-Interações
medicamentosas

Fenobarbital, fenitoínae valproato-⇑seu
metabolismo. •
Pode reduzir as conc. de valproato.

Pode haver interação com diversas substâncias por

Pode haver interação com diversas substâncias por ela ser um potente indutor enzimático. Acelera o
metab. da fenitoína, de anticoncepcionais orais, de
corticosteróides, etc.

Podem ocorrer más formações associadas ao uso da
carbamazepinadurante a gravidez. •
Devem-se monitorar a função renal e hepáticas
quando do seu uso.

Ácido Valpróico
Valproato

Suas propriedades anticonvulsivantes foram
descobertas por acaso •
Amplo mecanismo de ação:

Inibe a deflagração repetida e mantida induzida

Inibe a deflagração repetida e mantida induzida pelos neurônios >>> Canais de Na+ >>> Convulsões
parciais •
↑quantidade de GABA por estimular a
descarboxilase do ácido glutâmico e por inibir as
enzimas de degradação do GABA >>> Convulsões
tônico-clônicas

Produz reduções da corrente de Ca++ de baixo
limiar (corrente T) >>> Crises de ausência

Ácido Valpróico-Farmacocinética •
Bem absorvido por via oral

Elevada ligação protéica

Elevada penetração cerebral

Elevada penetração cerebral

Inibe o metabolismo da fenitoína e
fenobarbital.

Desloca essas drogas da albumina

Ácido Valpróico–Efeitos Adversos •
Tremor;

Náuseas e vômitos;

Enzimas hepáticas elevadas;

Enzimas hepáticas elevadas;

Aumento de peso;

Mal form. do tubo neural qdousado na
gravidez •
Alopecia

Distúrbio da coagulação

Efeitos depressores Usedação, ataxiae tremor

Fenobarbital (Barbitúrico) •
Utilizado em convulsões parciais e
tônico-clônicas. •
Liga
-
se diretamente no canal iônico e

Liga
-
se diretamente no canal iônico e
independe da presença do GABA em
doses mais altas –apresenta um risco
maior.

Prolonga o tempo de abertura dos canais
cloreto.

Fenobarbital Efeitos adversos •
Sedação, irritabilidade e hiperatividade em
crianças e agitação e confusão no idoso, anemia
megaloblástica. megaloblástica.
Interações medicamentosas •
Fenitoína- •conc. fenobarbital.

Ácido Valpróico-•conc. plasm. fenobarbital.

Fenobarbital -•metabolismo da carbamazepina

Etossuximida •
Útil para crises de ausência

Diminui a atividade de canais lentos de cálcio no
tálamo. •
Bem tolerada

distúrbios gastrintestinais e

Bem tolerada

distúrbios gastrintestinais e
sonolência

Reduz as correntes de Ca
2+
de baixo limiar (corrente
T) nos neurônios do tálamo •
É bem absorvida.
Efeitos adversos •
Náusea, anorexia, letargia e tonturas; muito
raramente reações de hipersensibilidade

Benzodiazepínicos •
Clonazepam–útil na terapia das crises de
ausência bem como nas convulsões mioclônicasde
crianças.

Diazepam–tratamento do estado epiléptico.
Desenvolve rapidamente tolerância ao efeito
anticonvulsivante, mas não ao efeito ansiolítico.

Facilitam a ligação do GABA pelo receptor GABA A
–apresenta um menor risco. •
Aumenta a freqüência de abertura do canal cloreto.

Novas Drogas Antiepilépticas

Vigabatrina

Lamotrigina

Felbamato

Felbamato

Gabapentina

Tiagabina

Topiramato

INIBIÇÃO NEURONAL
Bloqueio dos canais de
sódio voltagem
dependentes
–
fenitoína,
carbamazepina,
valproato, lamotrigina.
Aumento da neurotransmissão
GABAérgica
– barbitúricos,
benzodiazepínicos, valproato,
vigabatrina, gabapentina,
tiagabina.
Inibição da
neurotransmissão
glutamatérgica
–
topiramato,
fenobarbital,
lamotrigina,
felbamato.
Inibição dos canais de
cálcio tipo T
–
trimetadiona,
dimetadiona,
valproato,
etossuximida.

Anticonvulsivantes e Gravidez •
A maioria da drogas são teratogênicas.

As crises epiléticas materna podem afetar o feto
(
Hipóxia
fetal).

Preferir a monoterapia–risco/benefício.

Modificações farmacocinéticas

Aumenta o risco de malformações

Todos são categoria C

Diminuem os efeitos dos anticoncepcionais.

Uso de folatono primeiro trimestre.

Anticonvulsivantes e Gravidez •
Anormalidades cardíacas

Fenda palatina

Defeitos crânio
-
faciais

Defeitos crânio
-
faciais

Hipoplasia ungueal

Retardo do desenvolvimento

Espinha bífida (1-2%)

Deficiência de Folato (anemias)

Sangramento fetal (diminuição da % de
vitamina K)

Bibliografia

http://www.epilepsia.org.br/
aLiga Brasileira de Epilepsia

http://www.msd-brazil.com/msd43/m_manual/mm_sec6_73.htm
a
Manual Merck

http://www.netdrugs.info/index.shtml

http://www.netdrugs.info/index.shtml

H.P. Rang & M.M. Dale. Farmacologia. 4ª Ed.Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2001.

KATZUNG, B. G. Farmacologia Básica e Clinica. 8ª Ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.

GOODMAN, Louis Sanford;Gilman, Alfred;Hardman, Joel G;Limbird,
Lee E;Gilman, Alfred Goodman. Goodmane Gilman as bases
farmacológicas da terapêutica. 9. ed. Rio de Janeiro: McGraw-Hill,
c1996. xxi, 1436 p., il.

Pesquisas na internet
Tags