anapaulatorres
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May 01, 2011
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Added: May 01, 2011
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Slide Content
A Difusão do Gosto e
Prática das Viagens
Introdução
Nos séculos XIII e XIV, os Europeus adquirem uma
nova visão do Mundo.
Por causa do comércio, abriram-se barreiras para
novas regiões.
Neste trabalho vamos falar sobre os motivos que
levaram à difusão e à prática das viagens na Idade
Média, e como eram estas mesmas.
Viagens na Idade Média
Motivos :
Económicos
Políticos
Religiosos
o Curta duração
- Locais
- Regionais
o Longa duração
- Internacionais
Viagens na Idade Média
Os viajantes da idade média:
• Mercadores
• Missionários
• Diplomatas
• Cavaleiros andantes
• Desenraizados em busca de uma vida melhor
Viagens de Negócios
Miniatura do século XIII,
retratando um mercador mediaval.
Viagens de Negócios
Giovanni Frescobaldi
Expedições
Os irmãos Polo receberam as tábuas
de ouro. ( Iluminura do Livro das
Maravilhas )
• Niccolò, Matteo e Marco Polo
apresentam-se a Kubilai Khan na
primavera de 1275, depois de
aproximadamente três anos de
viagem.
Viagens de Marco Polo
Missões
político-diplomáticas
O desenvolvimento dos mercadores criou
laços e os governantes, que àqueles recorriam
frequentemente para financiamento das suas
empresas militares.
Assim, não admira que muitas viagens aliassem ao
negócio muitas vezes missões político-diplomáticas e
que afamados comerciantes tivessem desempenhando
o papel de embaixadores das cortes da Europa.
Missões político-diplomáticas
Era em Roma que se cruzavam os
embaixadores.
O Papa desempenhava, nesta época, o papel de medianeiro entre os
Estados e , muitas vezes, de Juiz em matéria de Direito
Internacional.
Romarias
Celebrações organizadas em honra de um
santo, numa data fixa todos os anos.
Atraíram numerosos fiéis das
zonas circundantes.
Esta jornada, relativamente
curta, assumia muita vezes um
carácter lúdico e folião.
Festa de S.João, Porto.
Práticas Religiosas
Actos rituais:
• a oração nas horas
canónicas
•A assistência aos ofícios
religiosos
• a confissão e penitência
• os jejuns
•As peregrinações
Práticas Religiosas
Imagem de S.Tiago,
Santuário de Compostela
Práticas Religiosas
Detalhe do tímpano da
catedral de Autun ( séc. XII)
que representa o cortejo dos
eleitos, no dia do Juízo Final.
Entre os homens que saem
dos seus túmulos e caminham
em direcção à vida
reconhecem-se, pela sua
sacola dos peregrinos. O da
frente peregrinou até
Santiago , como indica a
vieira, símbolo deste
santuário.
Romarias
Chegando ao santuário, os romeiros
pagavam as suas promessas e
participavam das cerimónias religiosas
que incluíam sempre :
• uma missa
•uma procissão.
Depois, aproveitava-se a ocasião
para realizar negócios, trocar notícias,
cantar e bailar ao som dos
instrumentos tradicionais.
Imagem de uma procissão
Romarias
Cantar e bailar, ao som de instrumentos de sopro e “de tanger” era uma
das distracções mais apreciadas na Idade Média.
As romarias, que proporcionavam encontros e namoros entre os jovens,
que aliavam, como ainda hoje, a “folgança” à devoção religiosa.
Embora enquadrados na poesia trovadoresca, de índole cortesã, as
“cantigas de romaria” ilustram bem esta forma de expressão popular.
Peregrinações
Peregrinações
Basílica de SãoPedro , Roma
Catedral de Santiago de
Compustela
Entre muitos locais de
peregrinação da Cristandade
ocidental, havia três que ocupavam
um lugar de destaque:
• Jerusalém, cenário da paixão e da
morte de Jesus.
• Roma, sede do papado e local de
martírio de S.Pedro, que aí
repousava.
•Santiago de Compustela onde, em
meados do século IX, se encontrou
um túmulo identificado como sendo
do apóstolo S.Tiago.
Peregrinações
Peregrinos visitam o túmulo de Cristo, em
Jerusalém (manuscrito francês).
São Tiago de Compostela
O Ocidente da Europa afluía a Santiago de
Compostela, confiante nas curas milagrosas
do apóstolo e na força sobrenatural que
emanava do seu túmulo.
Ao longo dos trilhos seguidos pelos
peregrinos multiplicaram-se os mosteiros, as
albergarias e os hospitais que ofereciam aos
caminhantes exaustos uma cama, bom fogo,
água limpa e uma refeição frugal.
Multiplicaram-se também os santuários,
de visita obrigatória, cujas relíquias, iam
alimentando o fervor dos viajantes.
São Tiago de Compostela
Chegando ao destino, dos peregrinos
recebiam a bênção e as indulgências
próprias do local e ouviam uma missa
votiva pro peregrínatibus. Passavam , em
seguida, muito tempo na Igreja, o mais
próximo passível das relíquias ou túmulo
do santo, para melhor receberem a sua
força sobrenatural.
No regresso os devotos com as promessas
e penitências cumpridas, tinham o corpo
cansado mas a alma renovada, sentindo-
se agradecidos e contentes por tudo o que
tinham visto .
O poder das
relíquias
Principais vias de peregrinação a Santiago na Idade Média.
Conclusão
Concluímos que as viagens na Idade Média tinham
um carácter político com a expansão do território
(terras desconhecidas passaram a ser conhecidas),
económico (desenvolvimento e exploração do
comércio) , e religioso com a prática de rituais,
construção de Igrejas ,capelas , ermidas.
Bibliografia
•- Couto, Célia Pinto, O tempo da história, vol.2, Porto
Editora
•Sites e outros recursos
•- http :// pt.wikipedia.org
•http://10descobreahistoria.blogspot.com/2011/03/5
-valores-vivencias-e-quotidiano4.html
Trabalho realizado por:
Bianca Teixeira nº8
Joana Barbosa nº15
Raquel Marques nº3
Sarah Brandão nº 25