Aula_Melhoramento-de-Plantas-Autogamas.pptx

CarlosAllanPereirado1 5 views 37 slides Sep 16, 2025
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Aula sobre melhoramento de plantas autogamas


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Melhoramento de Plantas Autógamas Seleção de Plantas Individuais e de Progênies

Resumo !!! 01 Introdução às Plantas Autógamas Definições, características e implicações genéticas 02 Princípios Genéticos Fundamentais Homozigose, heterozigose e equilíbrio populacional 03 Estratégias de Seleção Métodos aplicáveis em plantas autógamas 04 Seleção Individual Técnicas e aplicações práticas 05 Seleção de Progênies Tipos, avaliação e ganhos genéticos 06 Comparação de Métodos Eficiência e aplicabilidade 07 Aplicações práticas

Plantas Autógamas O que caracteriza a reprodução por autofecundação?

Definição de Autogamia A autogamia é um mecanismo reprodutivo no qual a fertilização ocorre entre gametas produzidos pela mesma planta individual. Este processo resulta na autofecundação, onde o pólen de uma flor fertiliza o óvulo da mesma planta ou mesmo da mesma flor. Este sistema reprodutivo contrasta diretamente com a alogamia (fecundação cruzada), onde a fertilização ocorre entre indivíduos geneticamente distintos. A autogamia é uma estratégia evolutiva que garante a reprodução mesmo na ausência de polinizadores ou outros indivíduos compatíveis. A taxa de autofecundação varia entre espécies, podendo ser facultativa ou obrigatória

Características Biológicas da Autogamia Morfologia Floral Flores hermafroditas com anteras e estigmas próximos, facilitando a autopolinização. Estruturas florais adaptadas para maximizar a transferência de pólen dentro da mesma flor. Sincronização Temporal Maturação simultânea ou sequencial de anteras e estigmas que favorece a autofecundação. Antese programada para otimizar a deposição de pólen autógeno. Compatibilidade Genética Ausência de sistemas de auto-incompatibilidade que permitiriam rejeição do pólen próprio. Mecanismos celulares permitem fertilização do óvulo pelo pólen da mesma planta.

Principais Culturas Autógamas Arroz (Oryza sativa) Taxa de autofecundação: 95-99%. Principal alimento básico para mais de 3 bilhões de pessoas mundialmente. Trigo (Triticum aestivum) Taxa de autofecundação: 95-98%. Cereal fundamental para panificação e alimentação humana global. Soja (Glycine max) Taxa de autofecundação: 95-99%. Oleaginosa rica em proteínas, essencial para alimentação animal e humana. Feijão (Phaseolus vulgaris) Taxa de autofecundação: 95-99%. Leguminosa fundamental para segurança alimentar em países tropicais.

Outras Culturas Autógamas

Implicações da Autogamia na Variabilidade Genética A reprodução por autofecundação tem consequências profundas para a estrutura genética das populações vegetais. O processo reduz sistematicamente a heterozigose a cada geração, promovendo a fixação de alelos e resultando em populações altamente homozigóticas. Redução da Heterozigose A cada geração de autofecundação, a frequência de heterozigotos diminui pela metade, tendendo a zero ao longo do tempo. Fixação de Alelos Alelos se tornam fixos em linhagens individuais, criando linhas puras com características genéticas estáveis. Estruturação Populacional Populações se subdividem em linhas genéticamente distintas, cada uma mantendo seu próprio conjunto de alelos fixados.

Consequências para o Melhoramento Genético A autogamia apresenta características únicas que influenciam diretamente as estratégias de melhoramento. A rápida fixação de alelos permite a obtenção de variedades uniformes, mas também limita a recombinação genética disponível para seleção. Facilita a manutenção de características desejáveis uma vez fixadas Permite desenvolvimento de variedades de linha pura estáveis Reduz a necessidade de isolamento reprodutivo entre variedades Limita a geração de novas combinações alélicas por recombinação Requer cruzamentos artificiais para introduzir nova variabilidade "A compreensão da genética de autógamas é fundamental para o sucesso de qualquer programa de melhoramento"

Princípios Genéticos Fundamentos para o melhoramento eficaz

Homozigose vs. Heterozigose Indivíduo Homozigoto Genótipo: AA ou aa Características: Alelos idênticos para um locus específico Fenotípica: Expressão consistente e previsível do caráter Reprodução: Produz gametas geneticamente uniformes Estabilidade: Transmite características de forma consistente à descendência Indivíduo Heterozigoto Genótipo: Aa Características: Alelos diferentes para um locus específico Fenotípica: Pode exibir dominância, codominância ou heterose Reprodução: Produz gametas geneticamente diversos Segregação: Descendência segregante nas próximas gerações . Em plantas autógamas, a tendência natural é toward homozigose progressiva, com heterozigotos se tornando cada vez mais raros nas populações naturais.

Fixação de Alelos ao Longo das Gerações O processo de autofecundação contínua resulta na fixação progressiva de alelos, seguindo um padrão matemático previsível. A partir de um heterozigoto (Aa), cada geração de autofecundação reduz a frequência de heterozigotos pela metade. Frequência de Heterozigotos... Frequência de Homozigotos (%) A fórmula matemática para a frequência de heterozigotos é: H_n = H_0 \times (1/2)^n , onde n é o número de gerações de autofecundação.

Equilíbrio de Hardy-Weinberg em Autógamas O equilíbrio de Hardy-Weinberg assume fecundação cruzada aleatória, condição violada em plantas autógamas. A autofecundação altera drasticamente as frequências genotípicas esperadas, mesmo mantendo constantes as frequências alélicas. Condições do Equilíbrio H-W: População infinitamente grande Fecundação cruzada aleatória Ausência de mutação, migração e seleção Meiose normal Em autógamas, a fecundação cruzada aleatória é substituída pela autofecundação , alterando fundamentalmente a dinâmica populacional. Equilíbrio H-W para fecundação cruzada

Mudanças Populacionais em Autógamas A violação do pressuposto de fecundação cruzada aleatória leva a mudanças sistemáticas na estrutura genética populacional. O coeficiente de endogamia (F) quantifica o desvio do equilíbrio de Hardy-Weinberg. F=0 População Panmítica Fecundação cruzada completa - Equilíbrio H-W mantido F=0.5 Autofecundação Parcial Sistema misto - Redução moderada de heterozigotos F=1 Autofecundação Completa População totalmente endogâmica - Heterozigotos ausentes A fórmula para frequência de heterozigotos com endogamia é: H = 2pq(1-F) , onde F representa o coeficiente de endogamia da população.

Estratégias de Seleção Métodos específicos para plantas autógamas

Diferenças Fundamentais na Seleção Plantas Alógamas População heterozigótica mantida Seleção recorrente eficaz Vigor híbrido explorável Recombinação contínua Necessário controle de polinização Plantas Autógamas População naturalmente homozigótica Seleção de linhas puras Vigor híbrido limitado Recombinação apenas após cruzamentos Isolamento reprodutivo natural Estratégias de melhoramento devem ser adaptadas ao sistema reprodutivo da espécie para maximizar eficiência

Importância da Seleção Individual Em populações autógamas, a seleção individual assume papel central devido à estrutura genética particular dessas espécies. A presença predominante de indivíduos homozigóticos permite que o fenótipo reflita mais diretamente o genótipo. Observação Fenotípica Identificação visual de plantas superiores no campo Seleção Individual Escolha de indivíduos com características desejáveis Autofecundação Reprodução da planta selecionada por autopolinização Avaliação da Descendência Teste do valor genético através da progênie

Tipos de Seleção em Autógamas 1 Seleção Massal Escolha simultânea de múltiplos indivíduos superiores da população. Método simples e rápido, mas com menor precisão na identificação do valor genético real. 2 Seleção Individual com Autofecundação Seleção de plantas individuais seguida por autofecundação controlada. Permite avaliação precisa do valor genético através da progênie uniforme. 3 Seleção entre Progênies Comparação do desempenho de progênies derivadas de diferentes plantas parentais. Método mais preciso para identificação de genótipos superiores.

Seleção Individual Identificando plantas superiores no campo

Etapas da Seleção Individual Identificação no Campo Percorrer parcelas experimentais ou populações segregantes identificando plantas com características fenotípicas superiores. Observação durante diferentes estádios de desenvolvimento. Avaliação Morfológica Mensuração de caracteres quantitativos e qualitativos relevantes. Registro detalhado de altura, número de ramificações, resistência a doenças, e características produtivas. Colheita Individual Coleta separada de sementes de cada planta selecionada. Manutenção da identidade individual para estabelecimento de progênies distintas. Teste de Progênie Plantio das sementes em delineamento experimental para avaliação do valor genético real. Confirmação da superioridade através da descendência.

Critérios de Seleção Fenotípica Características Quantitativas Caráter Unidade Meta Altura da planta cm Intermediária Número de vagens unidades Máximo Peso de 100 sementes gramas Máximo Dias para floração dias Precocidade Produtividade g/planta Máximo Características Qualitativas Resistência a doenças (ferrugem, antracnose) Tolerância a estresses abióticos (seca, salinidade) Qualidade de grãos (cor, textura, composição) Arquitetura da planta (porte, ramificação)

Vantagens da Seleção Individual Simplicidade Metodológica Não requer delineamentos experimentais complexos na fase inicial. Pode ser implementada por melhoristas com recursos limitados, utilizando observação visual direta no campo. Rapidez na Execução Permite identificação e seleção imediata de genótipos superiores. Acelera o processo de desenvolvimento de novas variedades, especialmente importante em culturas anuais. Baixo Custo Operacional Requer investimento mínimo em infraestrutura e equipamentos. Metodologia acessível para programas de melhoramento com orçamento restrito. Flexibilidade de Aplicação Adaptável a diferentes culturas autógamas e ambientes. Pode ser combinada com outros métodos de seleção para aumentar eficiência.

Limitações da Seleção Individual Apesar das vantagens, a seleção individual apresenta limitações importantes que devem ser consideradas no planejamento de programas de melhoramento. Efeitos Ambientais O fenótipo observado resulta da interação genótipo × ambiente. Variações microambientais podem mascarar o verdadeiro valor genético, levando à seleção de indivíduos fenotipicamente superiores mas geneticamente medianos. Baixa Herdabilidade Para caracteres com herdabilidade baixa, a seleção individual é pouco eficaz. A maior parte da variação fenotípica observada é devida ao ambiente, reduzindo drasticamente o ganho genético esperado. Falta de Repetições Avaliação baseada em planta única, sem repetições espaciais. Impossibilita o controle estatístico da variação ambiental e reduz a precisão na identificação de genótipos superiores.

Papel da Seleção Visual A seleção visual constitui a primeira etapa do processo seletivo, baseando-se na experiência e conhecimento do melhorista para identificar plantas promissoras. Esta habilidade desenvolve-se através de anos de observação e compreensão dos padrões fenotípicos associados a genótipos superiores. Fatores críticos para seleção visual eficaz: Experiência do melhorista com a cultura Conhecimento dos padrões hereditários Compreensão da interação genótipo × ambiente Capacidade de distinguir variação genética de ambiental "O olho treinado do melhorista é uma ferramenta insubstituível na identificação preliminar de genótipos promissores"

Seleção de Progênies Avaliação baseada na descendência

Conceito de Progênie Progênie refere-se ao conjunto de descendentes derivados de um indivíduo parental específico. Em plantas autógamas, as progênies representam linhas genéticas relativamente uniformes, permitindo avaliação precisa do valor genético do genitor. Progênie = Família Conjunto de indivíduos aparentados derivados do mesmo genitor Uniformidade Genética Em autógamas, progênies tendem à homozigose e uniformidade Teste de Valor Genético Performance da progênie reflete o valor genético do parental

Tipos de Progênies em Autógamas 1 Progênies S₁ (Primeira Autofecundação) Descendência imediata de plantas heterozigotas após uma geração de autofecundação. Apresenta segregação 1:2:1 para locos heterozigóticos no parental. Úteis para seleção inicial em populações segregantes. 2 Progênies S₂ (Segunda Autofecundação) Resultado de duas gerações consecutivas de autofecundação. Redução significativa da heterozigose (75% de homozigotos). Maior estabilidade genética comparada às S₁. 3 Progênies F₂ e F₃ Gerações segregantes derivadas de hibridação. F₂ apresenta máxima segregação, enquanto F₃ inicia estabilização. Fundamentais em programas de hibridação seguidos de seleção. 4 Progênies Avançadas (S₃, S₄, S₅+) Gerações de alta homozigose, praticamente linhas puras. Ideais para testes finais de performance e lançamento como variedades comerciais.

Progênies de Meios-Irmãos e Irmãos Completos Progênies de Meios-Irmãos Descendentes que compartilham apenas um genitor em comum. Em autógamas, obtidas através de cruzamentos onde um dos parentais é comum a múltiplas famílias. Características: Coeficiente de parentesco = 0,25 Compartilham 25% dos genes em média Úteis para estimar capacidade geral de combinação Progênies de Irmãos Completos Descendentes que compartilham ambos os genitores. Resultam de cruzamentos específicos entre dois parentais definidos. Características: Coeficiente de parentesco = 0,50 Compartilham 50% dos genes em média Essenciais para estimar capacidade específica de combinação

Delineamento Experimental para Progênies A avaliação adequada de progênies requer delineamentos experimentais que controlem a variação ambiental e permitam comparação estatística válida entre famílias. 1 Blocos Casualizados Completos Cada progênie aparece uma vez em cada bloco. Controla gradientes ambientais unidirecionais. Recomendado para áreas experimentais homogêneas. 2 Látice Quadrado Controle bidimensional da variação ambiental. Especialmente útil quando o número de progênies é um quadrado perfeito (16, 25, 36, 49, etc.). 3 Alfa-Látice Generalização do látice para qualquer número de tratamentos. Oferece maior flexibilidade e eficiência na redução do erro experimental. 4 Blocos Aumentados Permite teste de muitas progênies com poucas repetições. Inclui testemunhas repetidas para controle e estimativa do erro experimental.

Cálculo da Herdabilidade A herdabilidade quantifica a proporção da variação fenotípica que é devida a diferenças genéticas. É fundamental para predizer o sucesso da seleção e estimar ganhos genéticos esperados. Herdabilidade no Sentido Amplo (H²) Onde: σ²G = variância genética total σ²P = variância fenotípica total σ²E = variância ambiental Herdabilidade no Sentido Restrito (h²) Considera apenas a variância genética aditiva (σ²A), mais relevante para predição de ganhos com seleção. 80% Alta Herdabilidade Seleção muito eficaz 50% Herdabilidade Moderada Seleção moderadamente eficaz 20% Baixa Herdabilidade Seleção pouco eficaz

Estimativa de Ganhos Genéticos O ganho genético esperado com a seleção é calculado através da fórmula fundamental que relaciona intensidade seletiva, herdabilidade e variabilidade fenotípica. GS = Ganho Genético Esperado Melhoria média na geração seguinte expressa nas mesmas unidades do caráter avaliado h² = Herdabilidade no Sentido Restrito Proporção da variância fenotípica devida à variância genética aditiva i = Intensidade de Seleção Diferencial seletivo padronizado, dependente da proporção de indivíduos selecionados σP = Desvio Padrão Fenotípico Medida da variabilidade fenotípica presente na população

Intensidade de Seleção e Ganho Genético A intensidade de seleção determina a pressão seletiva aplicada à população. Intensidades maiores resultam em ganhos mais elevados, mas reduzem o tamanho efetivo populacional. Proporção Selecionada Intensidade (i) Ganho Relativo (%) O balanceamento entre intensidade seletiva e manutenção da diversidade genética é crucial para o sucesso a longo prazo do programa de melhoramento.

Controle Ambiental e Precisão Experimental Fontes de Variação Ambiental Fertilidade do solo: Gradientes de nutrientes Disponibilidade hídrica: Diferenças na irrigação Microclima: Variações de temperatura e umidade Incidência de pragas: Distribuição desigual no campo Competição: Efeitos de plantas vizinhas Estratégias de Controle Uso de testemunhas distribuídas Bloqueamento adequado Bordaduras eficazes Uniformização de práticas culturais 15% Redução do Erro Com bloqueamento adequado 3-4 Repetições Mínimas Para estimativas confiáveis

Importância das Repetições O número adequado de repetições é fundamental para obter estimativas confiáveis dos parâmetros genéticos e reduzir o erro experimental na comparação entre progênies. 1 Repetição Inadequado - Confundimento total genótipo × ambiente 2 Repetições Mínimo absoluto - Permite estimativa grosseira da variância 3 Repetições Adequado para seleção preliminar - Estimativas moderadamente confiáveis 4+ Repetições Ideal para seleção final - Alta precisão nas estimativas estatísticas O aumento no número de repetições melhora a precisão das estimativas, mas deve ser balanceado com custos operacionais

Análise Estatística de Progênies A análise de variância (ANOVA) é a ferramenta estatística fundamental para avaliar progênies e estimar componentes de variância necessários para cálculos de herdabilidade e ganho genético. Fonte de Variação Graus de Liberdade Quadrado Médio F calculado Significância Progênies g-1 QMG QMG/QME * Blocos r-1 QMB QMB/QME ns Erro (g-1)(r-1) QME - - Onde: g = número de progênies, r = número de repetições A partir dos quadrados médios, calculam-se as estimativas de variância genética (σ²g) e ambiental (σ²e), essenciais para determinar herdabilidade e predizer ganhos genéticos.

Comparativo: Seleção Individual vs. Progênies Eficiência de Seleção Individual: Eficaz para caracteres de alta herdabilidade e fácil identificação visual. Progênies: Superior para caracteres de baixa herdabilidade e quantitativos complexos. Precisão das Estimativas Individual: Limitada por efeitos microambientais e falta de repetições. Progênies: Alta precisão devido ao controle experimental e repetições múltiplas. Custos e Recursos Individual: Baixo custo, implementação simples, requer menos infraestrutura. Progênies: Maior investimento em experimentação, análise e tempo. Aplicabilidade Individual: Ideal para seleção preliminar e programas com recursos limitados. Progênies: Essencial para seleção final e desenvolvimento de variedades comerciais.
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