Cateterismo Vesical Guia Essencial enfermagem

EvertonMonteiro19 1 views 19 slides Oct 07, 2025
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About This Presentation

Cateterismo Vesical Guia Essencial enfermagem


Slide Content

Cateterismo Vesical: Guia Essencial Procedimento, indicações e manejo para o profissional de saúde.

Sumário • Introdução e Anatomia Urinária • Indicações Diagnósticas e Terapêuticas • Tipos de Cateteres e Seleção • Técnica Asséptica: Inserção e Fixação • Remoção e Prevenção de Complicações

Cateterismo Vesical: Introdução O cateterismo vesical é um procedimento essencial que permite o esvaziamento direto da bexiga, inserindo um cateter pela uretra. É fundamental no manejo de diversas condições urológicas, desde a retenção urinária aguda até a monitorização do débito urinário em pacientes críticos. Ilustração do sistema urinário humano: rins, ureteres e bexiga.

Anatomia do Sistema Urinário • Rins: Filtram o sangue e produzem urina. • Ureteres: Conduzem urina dos rins à bexiga. • Bexiga urinária: Armazena a urina temporariamente. • Uretra e Meato: Eliminação da urina para o exterior.

Indicações Diagnósticas O cateterismo vesical diagnóstico é essencial para coletar urina estéril, medir o volume residual pós-miccional e realizar estudos urodinâmicos, avaliando a função da bexiga.

Indicações Terapêuticas • Alívio da retenção urinária aguda (ex: hiperplasia prostática). • Irrigação vesical contínua ou intermitente (ex: pós-cirúrgico). • Administração de medicamentos intravesicais (ex: quimioterapia). • Monitoramento preciso do débito urinário em pacientes críticos.

Cateterismo Intermitente Limpo (CVIL) O CVIL é um método consagrado para esvaziamento vesical em disfunções urinárias crônicas, como a bexiga neurogênica. Realizado pelo próprio paciente ou cuidador, promove autonomia e melhora da qualidade de vida.

Contraindicações Absolutas Suspeita de ruptura uretral é a principal contraindicação. Descarte lesão do trato urinário inferior em trauma pélvico, fraturas ou sangramento no meato. Realize uretrografia retrógrada antes da cateterização. Sistema excretor humano: rins, ureteres, bexiga e uretra.

Tipos de Cateteres: Materiais Látex e PVC Látex é flexível, mas pode causar alergias e irritação. PVC é rígido e mais adequado para uso a curto prazo. Silicone Material biocompatível, ideal para uso prolongado (até 30 dias). Reduz risco de incrustações e infecções.

Tipos de Cateteres: Modelos Comuns Cateter Foley (Demora) Permanece na bexiga por tempo prolongado. Possui um balão inflável para fixação, prevenindo sua remoção acidental. Cateter Nelaton (Alívio) Utilizado para esvaziamento imediato da bexiga. É um cateter reto, sem balão, e é removido após o procedimento. Outros Modelos Relevantes Existem variações como o Tiemann (ponta curva) para uretra masculina, e cateteres de três vias para irrigação contínua.

Calibres e Seleção do Cateter Escala French (Fr) Mede o diâmetro externo do cateter; 1 Fr equivale a 0,33 mm. Critérios de Escolha Idade do paciente e finalidade do procedimento guiam a seleção. Exemplos Comuns Crianças: 6, 8 ou 10 Fr. Adultos: geralmente 12-18 Fr.

Preparação e Materiais Essenciais • Água e sabão neutro para higiene. • Cateter vesical (tipo e calibre adequados). • Lidocaína gel 2% (anestésico e lubrificante). • Recipiente estéril para coleta de urina.

Técnica Asséptica: Inserção Masculina Eleve o pênis perpendicular ao corpo para retificar a uretra. Insira o cateter suavemente até sentir resistência ou fluxo de urina. Mantenha a mão não estéril fixa no pênis durante todo o procedimento.

Técnica Asséptica: Inserção Feminina Identifique o meato uretral. Insira o cateter suavemente até o retorno de urina. Não force se houver resistência, reposicione e tente novamente.

Confirmação e Fixação Confirme o posicionamento pelo retorno de urina. Para cateteres de demora, fixe adequadamente para prevenir deslocamentos, lesões uretrais e infecções.

Remoção e Cuidados Pós-Cateterismo • Remoção: esvaziar balão, retirar suavemente. • Observar sinais de infecção ou desconforto. • Incentivar micção espontânea e hidratação. • Registrar volume urinário no Diário Miccional.

Minimizando Riscos: Como Prevenir Complicações? Considerando as principais complicações do cateterismo vesical (ITU e lesão uretral), quais medidas essenciais, além da técnica asséptica rigorosa e monitoramento contínuo, podem ser implementadas para garantir a segurança e o bem-estar do paciente?

Recursos https://www.hcpa.edu.br/area-do-paciente-apresentacao/area-do-paciente-sua-saude/educacao-em-saude?task=download.send&id=126&catid=2&m=0 https://teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5153/tde-20092016-162358/ https://www.msdmanuals.com/pt/profissional/pediatria/como-fazer-procedimentos-urol%C3%B3gicos-pedi%C3%A1tricos/como-cateterizar-a-bexiga-em-meninos https://www.msdmanuals.com/pt/profissional/pediatria/como-fazer-procedimentos-urol%C3%B3gicos-pedi%C3%A1tricos/como-cateterizar-a-bexiga-em-meninas

Conclusão • O cateterismo vesical é um procedimento vital com múltiplas indicações. • A compreensão da anatomia e das contraindicações é imprescindível. • A escolha correta do cateter e do calibre impacta o sucesso e a segurança. • A técnica asséptica rigorosa é a base para prevenir infecções e lesões. • Cuidados pós-cateterismo e monitoramento são cruciais para evitar complicações.