Emilia ferreiro

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About This Presentation

Tema Educação


Slide Content

EMILIA FERREIRO...E MILA FROFI.IspI
eqAIuqReFRiqI
asqIiqpIesFeI
dml LFero
“A criança é um
ser pensante
que tem suas
lógicas”.

Teorias e Metodologias
EMILIA FERREIRO
Psicolingüista Argentina, doutorou-se pela
Universidade de Genebra, orientada por Jean
Piaget. Inovou ao utilizar a teoria do mestre para
investigar um campo que não tinha sido objeto de
estudo piagetiano. Aos 62 anos, é pesquisadora do
Instituto Politécnico Nacional, no México.
O que ficou
As crianças chegam à escola sabendo várias coisas
sobre a língua. É preciso avaliá-las para determinar
estratégias para sua alfabetização.
Um alerta
Apesar de a criança construir seu próprio
conhecimento, no que se refere à alfabetização,
cabe a você, professor, organizar atividades que
favoreçam a reflexão sobre a escrita.

As pesquisas de Emilia Ferreiro tratam
da aplicação da teoria psicogenética de
Piaget dos conceitos da psicolingüístico
contemporânea;
Problema principal da alfabetização é
político; já que é difícil falar desta sem
reproduzir as posturas dominantes
Emilia destaca como causa e
justificativa principal da repetência a
não-aquisição dos rudimentos da leitura
e escrita;

Alguns aspectos necessários para Alguns aspectos necessários para
uma alfabetização de melhor uma alfabetização de melhor
qualidadequalidade
Apresentação da língua escrita
Definição sobre as letras
Produto de uma pratica histórica
Distinção entre o sistema de
codificação e decodificação
Considerar que muitas crianças
chegaram à escola sabendo para que
serve a escrita.
Interpretar as escritas infantis

Entender o processo
construtivo da crianças.
Restituir a língua escrita
Visão construtivista

Pré-silábica:
Não consegue relacionar as letras com os sons da
língua falada, a criança tenta:
•Diferenciar entre desenho e escrita;
•Utilizar no mínimo duas ou três letras para poder
escrever palavras;
•Reproduzir os traços da escrita, de acordo com seu
contato com as fotografias (imprensa ou cursiva),
escolhendo a que é mais familiar usar nas suas
hipóteses de escrita;
•Percebe que é preciso variar os caracteres para
obter palavras diferentes.
Níveis estruturais da aprendizagem
da escrita

Silábica:
Interpreta a letra a sua maneira,
atribuindo valor de sílaba a cada letra.
Utiliza os símbolos gráficos de forma
aleatória, usando apenas consoantes,
ora vogais, ora letras inventadas
repetindo-as de acordo com o número
de sílabas das palavras.

Silábico-alfabetica:
Mistura a lógica da fase anterior com
a identificação de algumas sílabas.
Convivem as formas de fazer
corresponder os sons. A criança pode
escolher as letras de forma
ortográfica ou fonética.

Alfabética:
Domina, enfim, o valor das letras e
sílabas. A criança agora entende que:
A sílaba não pode ser considerada
uma unidade e que pode ser separada
por unidades menores;
•A identificação do som não é
garantia da letra, o que pode gerar as
famosas dificuldades ortográficas;
•A escrita supõe a necessidade da
análise fonética das palavras.

Na Psicogênese da língua escrita Emilia
Ferreiro mostra que, a cada hipótese
cognitiva, a criança avança para novos
conhecimentos
O interesse pela escrita não começa
quando a criança atinge determinada
idade cronológica
Primeiro a criança aprende a escrever
depois aprende a dominar a ortografia
Professor com preparo teórico
metodológico.