LIVRO MUITO BOM SOBRE O PODER DA LÍNGUA.docx

MarcosRoberto129168 17 views 4 slides Sep 09, 2025
Slide 1
Slide 1 of 4
Slide 1
1
Slide 2
2
Slide 3
3
Slide 4
4

About This Presentation

ótimo estudo sobre o poder da lingua


Slide Content

TIAGO 3.1-12: O PODER DA LÍNGUA
Introdução
Alguém já disse que o esporte preferido do brasileiro não é
futebol, mas ofofocol. Como gostamos de falar sobre os outros
e contra os outros!
Infelizmente, em nossas igrejas existem mexericos,
maledicências e palavras levianas. Mas de acordo com a
Palavra de Deus, quando nos convertemos ao Senhor, nossos
corações foram transformados, e consequentemente nossas
bocas também. Recebemos a graça de Deus, e agora, por
nossas palavras, transmitidos “graça aos que ouvem” (Ef 4.29).
Entretanto, muitos parecem que converteram o coração, mas
não converteram a língua.
Tiago fala a respeito do poder da língua: o poder controlador
da língua, o poder destruidor da língua e o poder
amaldiçoador e abençoador da língua. Vejamos.
 
1.O poder controlador da língua: v.1-5a
No v.1, Tiago aconselha:“muitos de vós não devem ser
mestres”, pois os mestres serão “julgado de forma mais
severa”. Muitos se acham prontos para ensinar com suas
palavras. Mas Tiago diz que os mestres são poucos. Mestre é
aquele que ensina com poucas palavras.
Toda a mídia de hoje está orientada para redes sociais de
compartilhamentos. Somos instigados para emitir nossa
opinião, pelo twitter, pelo face ou pelo Whats. E apresentamos
nossas opiniões, como se fosse a última palavra, aquela
palavra que resolverá todos os problemas do Brasil.
Tiago vira pra gente, e diz: “menos, menos”.
No v.2, o texto afirma que aquele que “não tropeça no falar,
esse homem é perfeito e capaz de refrear também seu corpo
inteiro”.
Tiago cita dois exemplos para afirmar que a língua tem o poder
de controlar o corpo inteiro:
Os cavalos são controlados por freios na boca (v.3). O cavalo é
muito mais forte do que o homem, mas é controlado pelo
homem por causa dos freios em sua boca. O “corpo todo” do
cavalo é controlado pelos freios.
Os navios, embora tão grandes e levados por ventos
impetuosos, são conduzidos por um pequenino leme (v.4). O
navio é muito maior e muito mais pesado do que o homem
(timoneiro), mas é controlado através de um pequenino leme,
e este leme está sob o domínio do timoneiro.
Então Tiago conclui, no v.5a: “Assim também a língua é um
pequeno membro do corpo, mas se gaba de grandes coisas.”
Uma pequena parte (língua) controla o todo (corpo). Por isso, a
pessoa que refreia a língua refreia o seu corpo todo.
A língua não somente controla todo o nosso corpo, como
também demonstra se nosso corpo está bem. Isso porque a
saúde do corpo começa na língua.

Li na página do Hospital Albert Einstein em São Paulo que
médicos realizam o exame da língua como método auxiliar no
diagnóstico das mais variadas doenças. Assim como as demais
estruturas bucais (bochechas, céu da boca, gengivas,
glândulas, saliva, dentes etc), a língua exibe sinais e sintomas
muitas vezes precoces de doenças sistêmicas (alterações
patológicas em órgãos do organismo).
Realmente, a saúde começa pela boca. (Leandro Peixoto).
 
2.O poder destruidor da língua: v.5b-8
No v.5b, Tiago aponta para o poder destruidor da língua: “Vede
como um grande bosque é incendiado por uma faísca.” Uma
pequena faísca pode causar um grande incêndio.
A “língua é como um fogo” (v.6), pois ela está “entre os
membros do nosso corpo” e “põe em chamas o curso da nossa
existência”. A língua incendeia nossa família, nosso trabalho,
nossa igreja. Enfim, ela mete fogo em tudo!
É importante percebermos que ela não somente destrói a vida
das pessoas que estão próximas (inclusive pessoas queridas),
mas destrói a nós mesmos. Autodestruímo-nos pela nossa
língua.
Bruce Waltke, em seu comentário de Provérbios, disse que “a
língua do tolo é comprida o bastante para cortar a própria
garganta”.
Só o inferno pode deter a língua: “sendo por sua vez posta em
chamas pelo inferno”, diz o final do v.6.
Nos v.7 e 8, Tiago diz que todas as espécies de animais são
domadas pelo homem, “mas nenhum homem pode domar a
língua. É um mal que não se pode conter; está cheia de veneno
mortal”. Todos os animais são domáveis. Mas nenhuma língua
é domável.
Isso é importante, porque quando lemos esse texto nos
lembramos que muitas vezes fomos injustiçados pela língua de
outra pessoa, e ficamos torcendo diabolicamente para aquela
pessoa perecer no inferno com sua “língua grande”. O
problema (ou a solução!) é que a Palavra diz que “nenhum
homem pode domar a língua”! Ou seja, todos nós já
cometemos injustiças com a nossa língua. Todos nós já
lançamos o veneno mortal da língua sobre alguém. Todos nós
“tropeçamos em muitas coisas”, como Tiago diz no v.2.
3.O poder amaldiçoador e o poder abençoador da
língua: v.9-12
Observemos a duplicidade da língua, nos v.9-12. Ela bendiz ao
Senhor e também amaldiçoa os “feitos à semelhança de Deus”
(v.9).
No v.9, há uma forte razão para não amaldiçoarmos os
homens: eles são imagem e semelhança de Deus. Por isso, se
amaldiçoamos os homens, estamos amaldiçoando a Deus.

Nos v.11 e 12, são duas perguntas retóricas. O autor, ao lançar
a pergunta, já dá a resposta: não. Uma mesma fonte não pode
jorrar água doce e água amarga (v.10). A fonte que produz
água salgada não pode produzir água doce (v.11b). E uma
figueira não pode produzir azeitonas, nem uma videira figos
(v.12).
O mundo está sedento. Que tipo de água tem jorrado de nossa
boca? Água doce ou água amarga? Ao nosso redor, há pessoas
feridas. Suas chagas precisam de água pura. O que sai da
nossa boca: água doce para lavar essas feridas ou água
salgada para agravar a dor dessas feridas?
 
Conclusão
A língua tem poder para controlar. A língua tem poder para
destruir. A língua tem poder para amaldiçoar e para abençoar.
Controlemos nossa língua, para que nossa existência não seja
incendiada por palavras malditas. Usemos nossas línguas não
para destruir, mas para edificar. Que sempre saiam da nossa
boca palavras abençoadoras que revigoram o cansado,
restaurem o perdido, e edifiquem a vida de todos aqueles que
nos cercam.
“Tudo o que fizerem, seja em palavra ou em ação, façam-no em
nome do Senhor Jesus, dando por meio dele graças a Deus
Pai.” (Colossenses 3.17).
Tudo o que falamos deve ser em nome de Jesus. Fofocamos em
nome de Jesus? Caluniamos em nome de Jesus? Amaldiçoamos
em nome de Jesus? Não! Quando falamos em nome de Jesus,
abençoamos e edificamos. Que assim seja.
Quem de vocês quer amar a vida
e deseja ver dias felizes? Guarde a sua língua do mal
e os seus lábios da falsidade.
Salmos 34:12-13
Mas eu digo que, no dia do juízo, os homens haverão de dar
conta de toda palavra inútil que tiverem falado. Pois por suas
palavras vocês serão absolvidos, e por suas palavras serão
condenados".
Mateus 12:36-37
Quando são muitas as palavras,
o pecado está presente,
mas quem controla a língua é sensato.
Provérbios 10:19
Há palavras que ferem como espada,
mas a língua dos sábios traz a cura.
Provérbios 12:18
Os lábios que dizem a verdade
permanecem para sempre,
mas a língua mentirosa
dura apenas um instante.
Provérbios 12:19
Até o insensato passará por sábio
se ficar quieto
e, se contiver a língua,

parecerá que tem discernimento.
Provérbios 17:28
A língua tem poder sobre a vida
e sobre a morte;
os que gostam de usá-la
comerão do seu fruto.
Provérbios 18:21