COMPLEXO DENTINO-PULPAR E SUAS FUNCIONALIDADES NA ODONTOLOGIA

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About This Presentation

Proteção do Complexo Dentino/Pulpar. O conjunto calcificado esmalte/dentina é a estrutura responsável pela proteção biológica da polpa, ao mesmo tempo em que se protegem mutuamente. O esmalte é duro, resistente ao desgaste, impermeável e bom isolante elétrico. A proteção do complexo dent...


Slide Content

COMPLEXO DENTINO-PULPAR

Complexo Dentino-pulpar
•DENTINA
•POLPA
PROFª ESP. NATYLA LIMA
Faculdade Santa Inês
Bacharelado em Odontologia
Endodontia II

“O CONHECIMENTO SOBRE A FORMAÇÃO, ESTRUTURA E
FUNÇÃO DO ESMALTE, DENTINA, POLPA, CEMENTO,
LIGAMENTO PERIODONTAL E OSSO ALVEOLAR É
CLINICAMENTE IMPORTANTE E FREQUENTEMENTE DECISIVO
PARA A PRESERVAÇÃO DOS DENTES E TRATAMENTO
DENTÁRIO BEM-SUCEDIDO.”

POLPA+DENTINA: COMPLEXO DENTINO-PULPAR
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Embrionários:
dentina e
polpa se
originam da
papila dental
Estruturais: corpos de
odontoblastos se localizam
na interface polpa/dentina e
seus processos no interior dos
túbulos dentinários
Funcionais:
odontoblastos são
responsáveis pela
formação e
manutenção da
dentina, onde esta,
protege a polpa

DENTINA
constitui o
tecido
mineralizado
que forma o
maior volume
do dente
A porção
coronária é
recoberta por
uma camada
de esmalte, e
a região
radicular é
revestida pelo
cemento
DENTINA
delimita uma
cavidade que
contém a
polpa dental.

DENTINA
é a
responsável
pela cor do
dente
é um tecido
menos
mineralizado
do que o
esmalte e mais
mineralizado
do que o osso
e o cemento
Elasticidade,
amortece os
impactos.
Permeável, os
túbulos
dentinários
permite a
penetração de
elementos
externos
DENTINA

DENTINA
PRIMÁRIA
DENTINA
SECUNDÁRIA
DENTINA
TERCIÁRIA

DENTINA
PRIMÁRIA: é
aquela
fisiologicamente
formada até o
fechamento do
ápice radicular.
Compreende a
Dentina do
Manto e a
Circumpulpar
Dentina do Manto: primeira dentina
sintetizada pelos odontoblastos recém-
diferenciados, localizada abaixo do esmalte
e do cemento, menos calcificada do que a
circumpulpar, contém as ramificações
terminais dos túbulos dentinários
Dentina circumpulpar: é a maior parte em
espessura total da dentina.

TUBULOS
DENTINÁRIOS
estruturas cilíndricas
delgadas que se
estendem por toda
a espessura da
dentina desde a
polpa até a união
amelodentinária ou
cementodentinária

TUBULOS
DENTINÁRIOS
dentro deles se
encontram o líquido
tecidual (fluido
dentinário) e o
prolongamento
principal dos
odontoblastos
(processo
odontoblástico).

DENTINA
PERITUBULAR
constitui a parede dos
túbulos dentinários,
sendo hipermineralizada
em comparação com a
intertubular.
É formada por toda a
vida e pode obliterar os
túbulos, durante
estímulos de cárie e
abrasão, formando assim
a dentina esclerótica.

DENTINA
INTERTUBULAR/TUBULAR
Ocupa a maior parte da
dentina preenchendo os
espaços entre os túbulos.
Formada por fibras de
colágeno que
constituem uma malha
fibrilar na qual se
depositam os cristais de
hidroxiapatita

LINHAS DE
CRESCIMENTO
a dentina cresce
continuamente por
aposição. Esse tipo de
crescimento determina a
formação de linhas
incrementais.
As linhas maiores são as
linhas de contorno de
Owen e as menores são
as linhas de Von Ebner

LINHAS DE
CRESCIMENTO
Linhas de Owen:
irregulares na espessura
e espaçamento.
Indicam a quantidade
de dentina calcificada
produzida durante
determinado período

LINHAS DE
CRESCIMENTO
Linhas de Von Ebner:
limite entre as distintas
fases alternadas de
atividade e repouso na
dentinogênese. O trajeto
dessas linhas é
aproximadamente
perpendicular aos
túbulos dentinários.

DENTINA
INTERGLOBULAR
áreas que se formam por
defeito de mineralização
da dentina devido à
falta de fusão dos
calcosferitos ou glóbulos
de mineralização.

CAMADA
GRANULOSA DE
TOMES
Durante a formação da
dentina radicular, os
prolongamentos
odontoblásticos se
ramificam profusamente,
dando a esta dentina
um formato granuloso

DENTINA SECUNDÁRIA: se deposita mais lentamente do
que a dentina primária e sua produção continua durante
toda a vida do dente
Sua deposição diminui progressivamente o
tamanho da câmara pulpar e,
consequentemente, diminui o número de
odontoblastos por mecanismo de apoptose.
Esta deposição ocorre preferencialmente da
lingual dos dentes anteriores e na oclusal
dos posteriores..

DENTINA TERCIÁRIA: é a que se forma mais internamente,
alterando a morfologia da câmara pulpar nas regiões
onde existe um estímulo localizado
Dentina Reacional: Estruturalmente irregular
e depositada na tentativa dos
odontoblastos de formar um barreira contra
estímulos nocivos..
Dentina Reparativa: formada por células
indiferenciadas da polpa originando um
tecido osteioíde.

DENTINA
PRIMÁRIA
DENTINA
SECUNDÁRIA
DENTINA
TERCIÁRIA

POLPA DENTAL

POLPA DENTAL
Tecido conjuntivo frouxo, ricamente
vascularizado e inervado.
As principais células da polpa são:
•Odontoblastos
•Fibroblastos
•Ectomesenquimais indiferenciadas
•Macrófagos

POLPA DENTAL
•Odontoblastos
São células especializadas do tecido
pulpar localizadas na periferia desse
tecido dispostos um ao lado do outro,
unidos por junções comunicantes, tem
prolongamentos que avançam para o
interior da dentina.

POLPA DENTAL
•Fibroblastos
são as células mais numerosas do tecido
conjuntivo pulpar, formam uma camada
altamente celularizada. Essas células
multifuncionais formam, mantêm e
regulam a matriz extracelular fibrilar e
amorfa.

POLPA DENTAL
•Ectomesenquimais indiferenciadas
derivam-se do ectoderma e da crista
neural. Constituem as células de reserva
da polpa pela sua capacidade de se
diferenciar em novos odontoblastos ou
fibroblastos, dependendo do estímulo.

POLPA DENTAL
•Macrófagos
células que participam do mecanismo
de defesa e pertencem ao sistema
fagocítico mononuclear e, como tal,
originam-se dos monócitos

POLPA DENTAL
VASCULARIZAÇÃO
Vasos sanguíneos
Os vasos sanguíneos entram e deixam a
polpa pelo forame apical e forames
acessórios. Na região coronária, os vasos
se ramificam, diminuem de calibre e
formam o plexo capilar
subodontoblástico, com a função de
nutrir os odontoblastos. As artérias estão
mais perifericamente e as vênulas se mais
centralmente

POLPA DENTAL
VASCULARIZAÇÃO
Vasos linfáticos
deixam a polpa radicular pelo forame
apical para drenar em vasos linfáticos
maiores do ligamento periodontal. Nos
dentes anteriores, os vasos linfáticos
drenam até os gânglios linfáticos
submentonianos e, nos dentes
posteriores, drenam para os gânglios
linfáticos submandibulares e cervicais
profundos.

POLPA DENTAL
INERVAÇÃO
Possui uma inervação sensitiva e
autônoma. As fibras nervosas
chegam na polpa através do
forame apical e são constituídas
por fibras nervosas sensitivas
mielínicas (tipo A) e amielínicas
(tipo C), além das fibras simpáticas

POLPA DENTAL
INERVAÇÃO
As fibras mielínicas sensitivas do tipo A,
localizadas na periferia da polpa, são
responsáveis pela dor aguda pulsátil,
típica da estimulação dentinária. As
fibras amielínicas sensitivas do tipo C,
localizadas profundamente na polpa,
são responsáveis pela dor excruciante e
difusa da polpa, típica de pulpite
irreversível sintomática

SENSIBILIDADE DENTINO-PULPAR
A – sugere a
sensibilidade pela
presença da fibra
nervosa no interior do
túbulo dentinário

SENSIBILIDADE DENTINO-PULPAR
B – admite que o
odontoblasto mantém
a capacidade de
transdução dos
impulsos nervosos;

SENSIBILIDADE DENTINO-PULPAR
C – considera o
estímulo das
fibras nervosas
pela
movimentação
do líquido no
interior dos
túbulos
dentinários

Calcificações pulpares
•COMUM NA POLPA MADURA
•DENTES DE INDIVÍDUOS COM MAIS IDADE E DENTES EXPOSTOS A
TRAUMATISMOS E CÁRIES
•ELAS OCORREM SOB A FORMA DE CÁLCULOS PULPARES, NÓDULOS
PULPARES OU CALCIFICAÇÕES DIFUSAS

Calcificações pulpares
•CÁLCULOS PULPARES - FORMADOS DURANTE O
DESENVOLVIMENTO DA POLPA COM A DEPOSIÇÃO DE
DENTINA TUBULAR PELOS ODONTOBLASTOS

Calcificações pulpares
•CÁLCULOS PULPARES - PODEM TRAZER
COMPLICAÇÕES PARA O TRATAMENTO ENDODÔNTICO
NO MOMENTO DE ABRIR A CÂMARA PULPAR E
INSTRUMENTAR OS CANAIS

Calcificações pulpares
•NÓDULOS PULPARES - CALCIFICAÇÕES
CONCÊNTRICAS OU RADIAIS DE MATERIAL CALCIFICADO
REGULAR

Calcificações pulpares
•NÓDULOS PULPARES - ESTÃO PRESENTES NA POLPA CORONÁRIA E PODEM
SER LIVRES OU ADERIDOS

Calcificações pulpares
•CALCIFICAÇÕES DIFUSAS- ÁREAS DE
CALCIFICAÇÃO IRREGULAR, FREQUENTEMENTE PARALELAS AOS
VASOS. ELAS PODEM SER OBSERVADAS NA CÂMARA PULPAR OU
NOS CANAIS

Calcificações pulpares
•CALCIFICAÇÕES DIFUSAS- ÁREAS DE
CALCIFICAÇÃO IRREGULAR, FREQUENTEMENTE PARALELAS AOS
VASOS. ELAS PODEM SER OBSERVADAS NA CÂMARA PULPAR OU
NOS CANAIS

Calcificações pulpares
•O QUE FAZER?

Calcificações pulpares
•O QUE FAZER?

Calcificações pulpares
•O QUE FAZER?

REFERÊNCIAS