A arte na história
A arte do Paleolítico Superior
A arte do Neolítico
A arte no Egito
A arte da civilização egéia
A arte na Grécia
A arte em Roma
A arte cristã primitiva
A arte bizantina
A arte da Europa Ocidental no início da Idade Média
A arte românica
A arte gótica
O Renascimento n...
A arte na história
A arte do Paleolítico Superior
A arte do Neolítico
A arte no Egito
A arte da civilização egéia
A arte na Grécia
A arte em Roma
A arte cristã primitiva
A arte bizantina
A arte da Europa Ocidental no início da Idade Média
A arte românica
A arte gótica
O Renascimento na Itália
O Renascimento na Alemanha e nos Países Baixos
A arte pré-colombiana
O Barroco na Itália
O Barroco na Espanha e nos Países Baixos
Rococó
O Neoclassicismo e o Romantismo
Realismo
O Movimento das Artes e Ofícios e o Art Nouveau
O Impressionismo
O Pós-Impressionismo
Principais movimentos artísticos do século XX
Outras tendências da pintura moderna
A arquitetura e a escultura modernas
A arte da sociedade industrial
A arte da Pré-História brasileira
A arte dos índios brasileiros
O Barroco no Brasil
A influência da Missão Artística Francesa
A pintura brasileira acadêmica e a superação do academicismo
A arte brasileira no final do Império e começo da República
O Brasil começa a viver o século XX: o Movimento Modernista
Artistas e movimentos após a Semana de Arte Moderna
A arte brasileira contemporânea
A moderna arquitetura brasileira
Bibliografia
Índice remissivo
Size: 215.7 MB
Language: pt
Added: Jan 14, 2024
Slides: 48 pages
Slide Content
Maria das Gracas Vieira
Proenca dos Santos
Licenciada em Filosofia pela FFCL de So
rocaba e em Letras pela Universidade de
Sio Paulo
Curso de Pös-Graduagäo em Estética no
Depa to de Filosofia da Univer
sidade de Sáo Paulo
Professora no en
oficial do Estado de
rticular e na rede
0 Paulo
história da arte
ea
tir si
Verso impresa
Responsablidade editorial
Coordenagio dedico eedico de texto
igo de texto
Elboragäo do Suplemento do Profesor
Consultoria de artistas contemporáneos
Rosso
Etigio de ane
Programasio visual
itoragio letrónca
Pesquisa iconogrifis
Fotosdacapa
‘Versio PUB 201
“Tecnologia de EducaçäoeFormaço de Educadores
Gernci de Pesquisa e desenvolvimento
Coordenagio Geral
Coordenagio do projto
Gags
Converse para verso digital
foto Giro
Sami Morse
Ise Rebel (aps 1215)
Dari 8ueno
Ha de Jeu Gonza
ans Antoni
Angela Mara Ce
Margarete Gomes ea (coorenso)
(se) comumicacio
(5) comunicacio
{sel comunicacio
‘So Klin (cocer)
Sara
Cao Maza
nur ropes Henry Ya: Moga com brinco de pote
Francs Mayer/CobsiSock Photos Les Domosales gro
Pau de Art Modena de Nova Yrs Bora Dire:
Magnum Photos A crag d homer Capel Sn, aan
Ana Tres Rat
Robert Campin
Antonia Band Tex
undo Maj Abe
Oi do Rego Moneo Feat
son user
sas
Arg ciao em Deseo de 01
Tos sets sonados otra Aca SA
Otro Aver dema 0
arre ema ABA
Freie do O CEP 8200
Tecoma 1589 =F 000812901616
rondan
Apresentacao
Introdugáo Aare patina: 5
1 Aare na Prési |9
2 pare no Ego 17
3 A arte na civilizacáo egéia | 25
4 Aarcena Grecia | 20
S Aare em Roma 43
6 Aanebizanina| 53
7 Aare rominica 62
8 ane gtica|72
9 ORenascimeno na peninsula ca 92
16 Arransicáo do século XVII para
‘oséculo XX | 171
17 Movimento das Ares e Oficiose
‘Arc Nouveau | 185
18 Ainfuéncia da Missio Arica Francesa
naar brasileira | 195
19 O Impressionismo | 207
20 A arte da segunda metade do século XIX
no Brasil | 222
21 Final do século XX na Europa | 240
22 séeulo "X primeira metade () 250.
23 Século XX: primeira metade (1) - Outras
tendencias | 265,
24 Primera metade do século XX = arquiecura
escultura | 276.
25 O Brasil comes a vivero século XX:
‘0 Movimento Medernista | 290
26 Artistas e movimentos após a Semana
de Arte Modera |307
27 acides brasas comesam
asemodemizar| 326
28 À modema arquitetura brasileira | 338
29 a arc da segunda metade do
Seul (0) | 346
30 n arte da segunda metade do
Sécu XX (1) 356
31 As novaslinguagens da arte | 364
32 Argue comemporine | 378
33 Aare brasileira da segunda merade
do século XX) 385
34 segunda merade do seul XX:
caminhos dae brasier | 401
35 A gravura brasileira no século XX | 411
36 Arquitetura brasileira contemporánea | 424
Indicagdes de flmes | 438
Vistas virtual 441
Indice remissvo | 442
Bibliografía | 46
Introduçäo
mm nage de pecs em uma bic de atomes em Durban fiado al No ines human. Tudo eto
poten deb
A arte na Historia
O ser humano reinventa seu meio
‘Com sua inventividade, o ser humano encontra formas de superar seus
limites físicos
Se oharmos à nosa ola, notaremos a enorme quanidade de objeto que nos ro
dem, em asa no vabalho na sala de aula e nos mas verso lugares Pensando sobre
des concluimos que todos foram fos com algumafnakdade, desde utensios domés:
"cos, como um garo ou um forno de microondas até instrumentos de trabalho, como
Lips, computadores u robós de uma linha de montage (imagery 1) Estamos enfim
cercados de objets que falta nos la aia
Ao longo da História, o Ser humano sempre prjeos e produ feramentas que o
sudaiem a superar sus Imiagdes Fs A vara e 0 anzol por exemple o prolonga
mentos de seu bra; uindaste permite he levanta grandes pesos imager 1).
Assim ste se que seri facimente subjugado peos elementos da natura, produc
tum sem-niimero de arcetaos que he tomaram possvlansformaro meio natural segun
do suas necesidades
muitos desses areas produidos em tempos remotos resta ao tempo eso ate
hoje encontrados nos chamados sio arqueolégicos locas que guardam vesgos da ocu
pasño humana. Com base nels os estudiosos conseguem reconstiui, por exemple, a
organiza socal de diferentes grupos humanos. Pa observacio de potes unas mor
tuárias e insrumentosrudimentars para ce, caar ou pescar, posvelpereber como
AA exempl dos objetos de nossa vida dia, eses arefatos ojeexpostos em muses,
JA civeram sua ulidade
Eonde comeca a arte?
Ar dos areas de quefalamosaté aqui. ser humano sempre produ ese cercou
de objeros sem utkdade evidenteeimediata Ao vés, inevie que nos perguntemos
or que e para que tram sido fetos A busca por respostas nos eva a uma constaracio:
se humano, se de que época for cr objets no apenas paras sevi des, mas tam
bdrm para expres seus sentiment dante da vida,
Musas desss rages que aparentemente no tim ride € por vers nâo expres
sam uma dar intenso so as obas de ate las também nos contam = talvez de forma
6 mai fe que as primos a stra humana ao longo dos séculos
Segundo o tio de ate inglés John Ruskin (1819-1900) "as grandes rages escrevem
sa autobiografa em tés volumes vo de sus aces olmo de suas palas € 0 lio
de sua are. E acrscena:"nenhurn desses és vos pode ser compreendio sem que se
tenbamido os outos dois mas desses ués nico em quese pode contaré úlimo”
Assim produc aísic no deve ser considerada um ato extraordinário entro da
«cultura humana Ao conc eve ser vista como profundamente insegrada 3 cultura e
205 senimentos de um povo: ora reta elementos do meio natural como € caso das
Pts pr-hstbias (imagem 2) ra representa divindades de uma aga chaco ou
express sentiments egjos (magem 3)
mim henwarupesse nos
ausge de An
Deva nib, Ae.
Todas esas maniestades arcas demonstram uma preocupo humans: busca
porexpressar a beleza Esa busca str presente em todas as culturas que até mesmo os
obets unos so concebidos deforma harmonisa, com uma cuidadosa
combinagio de materi cores Notamos iso tanto em uma urna fune
ria pega (magem 6) como em um instrumento astronómico do século
X (magem 7),em umauxomöveldenossa poca imagem 8) ouem um
ddadema indigena imager 9)
prose ac
‘ra sem.
Museo quico
Im clbo ameno
pompes
Suid somme
Graken Aris
fin Par
‘quel no Ueda
Genau (Mae USP.
HER Conte cao spot o 2 ai de Tung ealzadoem
ma de 20000 Bara do rapero Pdo.
Com seus milpossignificadosa ame náo es, portant, solada as demas avidades
humanas ela ech presente nos nimes ares que fnem pare do noo da a da
Muiosobjetosque hoje vemos nos museus ontem far pare do coridano de um grupo
humano. Mutascontrudeshojetombadas como patina histórico foram antes mor
das: elas familias ines comparlharam momentos de gr e de viera.
Do mesmo modo, os objetos de que nos ercamos hoje poder no futur ser expostos
em muss, como rstemunho de nossos hábitos nossos valores e nosso modo de vida.
Paar pene provenir de Saldos Tr ceria de Ls nario e Droge Frags
A arte na Pré-História
A arte no Paleolítico: o naturalismo __
Como nese Ivro estudaremos a hisória da ace do panto de visa cronológico, come.
remos pelo Paleolítico, Ese periodo fo também chamado de "dae da Pedra Lascad"
porque as armas € instruments de pedra produzids pels grupos humanos eram as
ados” para au bords cortantes
So do Paeotico as primers manita es arias de quese tem regia, como as
pinturs enconvadas ns cavas de Chauvet e Lasaux na Frnga,e de Altamira na Esp
ha (magem 1. que bre capo)
As primeiasexpresdesdaarterammmuiosimpls
Comistiam em tragos ts nas paredes das caverns,
‘unas mos em negatvo (magem 12). Somente mu
to tempo depois de dominar a técnica das mios em
negativo ¿que oserhumanoda Pr História comegow
à desenhar ea pinar animas.
Para fazer pincuras como esta primeiramente o
artista do Paleoltico obrinha um pé colorido a par
ir da tricuracio de rochas Depois, por um canudo,
Soprava esse pó sobre a mäo encostada na parede
da caverna: area em volta da mio cava colorida:
pare cobera, no, Asim, ele obtinha uma shueta
‘da mio, como no negative de uma fotografia
FE Piura per du bios encore mums ds guta de Altamira Cpu
A principal característica dos desenhose pinturas do período éonaturalsmer artista
o Paolo epreentava os seres do modo como os va de determinada perspectiva,
06 reproduri à natura tal qua sua vio capta,
‘Ao lharmos para esas purs, chamadas rupestres (do lat rupes, och), ne
tável nos perguntarmos sobre as rades que levatam o er humano pré hirio faz
la, mits vezes em lugares defi aesso.
‘Uma das expkcagöes mui frequenes é que seriam obra de cagadores como parte de
rai de mag. Talvez o pinorcagador acedkasse que "aprionando” a imagem do an
mal ra poder sobre le Assim, seo representasse moralmente frdo no desenho, con
segur abat o ra vida real € claro que esa apenas uma Hipótes, pos náo há como
compo
‘Outro aspecto que chama a atengSo nas pinuras rupesues € a capacidade do arica
de incerpretar à natura Asi de uizaa imagens carregadas de vagos fortes que ex
pressam a dea de vigor para representar os animals qu temi, ou os grandes animals que
agua, como. Bio (magem 13).
Em pincuras como es, ser humano das caverns ulizava dos miners, osos ct
onizados ca, verts sangue de anima, Os elementos sóldos ram esmagados €
solidos a gordura dos animal cagados Como pnce le va inicalmente dedo.
mas há indicios também do emprego de pinc fos com penas e pelos.
[Anda nesse periodo deurse à chamada Revolucdo Neoica: inicio da agrcutura e
dda domesticago de animai que permit ao homem a subsiticáo da vida nömade,
rante, por uma vda mals estivel. ss faro ransformou profundamente a ira hu-
mana, pos, coma fxaçäo dos grupos humanos house um rápido aumento populacio
nal eo desenvohimento dos primeros mücleos familiares, além da disäo do trabalho
as comunidades.
A pari hi, serhumano rou técnicas como a da ecelgem ea da crimes e cone
tru as primetas moradas Como ele também havia conseguido produzifogo pelo uso
do tit, pie com o tempo deretretrabalhar metal
Certamente, a arte do Neoltico reli todas esas conquistas técicas O poder
de observo € 05 agugados setidos do cagador-cletor do Paleolítico deram lugar
Aatvdade mental e eexva do campons do Neoiico. Como consequéncia, eso
A nu d Wien
csatorade rem
escoria
Asie 08
Museu de ide
‘Nawal Vera
i
n
rnatullsta fo substtuido por um eso mas simples € geométrico, com sina figuras
que mais sugetem do que reproduzem os seres (magem 15) Es, a a primeira grande
rransformasño na história da are
Observe, ness pinuras do Neoltio que, em vez de uma represento que busca
imitar a natures, temos purs com poucos gos e poucas cores As formas slo apenas
sugeridas
No foram, porém apenas as características das formas representadas que soteram
mudangas.Os temas também mudaram: ser humano passou a ser representado em
suasatvidades cotidianas ecoleivas Dal surgiu um novo desaño parao arsa: sugerir
mps pese
rasca de
Taies
Pura pese
enconeadaem
Tuslegiodo
Sua
movimento por meio da imagem fia. Pinuras com cenas de dancascoetivas, aver
ligadss 30 trabalho de plntioe coleits, evidenciam que o artists do Neolítico wences.
esse desa de modo eficiente (magem 16)
Note como há nacen reratada, uma evidente inteng de transita dea de mo
mento pela posig dos bras e das peras.
sa preocupacio com o movimento leu à cragSo de figuras cada vez ma leves.
Ages pequenas com poucas cores Com 0 tempo, a figuras reduzram-se a vagos el
has muito simples mas capaze e vansmir sentido a quem as via Dela sur depos.
a pimeia forma de escrit: a sera pitogáfica, na qual os ers ea dea sio represen»
tados por desenhos.
A arte na Idade dos Metais: um novo
material dá forma à beleza
Na dade dos Metis o ser humano j havia dominado a produgäo do fogo Graças a
860.0 arta pôle comegar a trabalhar o metal servindo-se. possveimente, da técnica
com forma de baro ou da técnica da cera perdida, e produzir pegas muito bem feas
(imagem 17),
Esculturas de metal como a reproduzich o lado foram encontradas sobre na £s-
«andina ena Sardenha Com repesentaes de guerres e mulheres, si ricas em de
raies eservem de documento dos costumes do periodo.
"scared brome rcotada
sandra. Mose ori om,
Mais sobre
As técnicas usadas nas primeiras esculturas de metal
à Le da coa prada comagan om à condo
de um med em ea que ea depor resido de bano e
A arte na Pré-História brasileira
Vestigios da arte rupestre em Minas Gerais
queda endo eo cuado de exar ne um ef. Com
‘or dota en dea «ca po on oben
se sim um obo 0 Deo, por ese memo ic,
rowchaas o objeto com metal frddo Quand en taa
duc quise o made de buno den de eco»
Sec
As pintura do interior de grutas arios de Lapa da Cerca Grande, podem ser vias
purs zoomartas(epresentacbes de animas teestes,pebes ves) antropemerfs (me
es humanas) e geométrica imagem 18)
Acor predominante as figuras de Lapa da Cerca Grande a vermeha. mas obsenam:
se ambi a amareh.a branes ea peta
(nn Des parmenas da Und Segundo.
Za imporincs certhca ov ambar,
A 20% phn ja een
Nica Sera Capra. em So Ra
‘ens em i (MG tha do Campeche,
Im Piwarupesreenconradaem tapas
Cora Grande Maton Hina Gor
Naturalismo e geometrismo: duas faces da arte rupestre no Brasil
‘Outro importance sio arqueológico também tombado el phan encontrase no Par
que Nacional da Sera da Captara municpio de Sio Raimundo Nora Paul Diversos pes
Qusadores vim uabalhando nel desde 1970.
Em 1978 uma miso fanco brasa coletou no local uma grande quantidade de da
dose velos arqueológicos Où centistas chegaram a conclsdesescrecedoras ares
pro dos grupos humanos que habtaram a regio por volta do ano 600 aC. ou tahez
em épocas ainda mais remotas Comos primeros habitantes da re de So Raimundo
Nonato = provavemente caadorescoetoresnómades e seminömades = se abrgavam
ocasionalmente nas gruas da regio. hipdtese mai aca 6 de que term do les os
autores ds inturase gravagbes al encontradas.
(Os pesquisadoresclassificaram essas pintuas gravagBes em dois grandes gru- | Moto
Pos obras com motvos naturlstas (imagem 19) e obra com motivos geométricos | Omameno
(imagem 1.10)
Eneas pinuras com modos naturalists predomina fgura humana, ra olaa, ora
em grupa em monimentadas cenas de caca, guera erabahos coletwos Ainda ness gru
pa encorrarvsefguas de animal, como veados orcas, pásaros pees insets.
As figuras com motivos geoméxicos so muito adas apresenam nas paralelas ru
os de pantes cos culos concénuics, cre, espias wngulos.
CT
dec nda o Parque cal
‘aera da Cap o So Raimundo.
Ia ura rset commodo rome,
Vocal Parque Naciona dera.
Capra ent Raman Non,
ora
Tun ng po pu mae pd ans eo des a
Vestigios da arte rupestre na Amazônia
m 2003 pesqusador ih Pereira publico estucos sobre a arte rupestre na Ama-
is principalmente no Pará, que rounéram informagdes sobre as orgens mas remotas
<a cultura de noso pas (imagen 111 e 112) Daz el: "Com o intenso de akangar um
equibrio no conhecimento dos diferentes vestjosdexados pelos grupos pb históricos
ince em 198, pesquisa sobre as pinturas e gravuras rupestres da Amazóni base,
parécularmente aqua localizadas no estado com maior número de áreas de concer
ho de figuras rupestres o Pará”.
A pesquiadora ama aid, chamando-nos a ateng"Conhecer e proteger pat
ménio dexado por antigos povos amazónicos € reservar uma pare da nota hist e
um dever que cabe a todos és".
Uma nova perspectiva
A pesquisas científicas sobre asanigas culturas que existian no asl abrem um novo
panorama anto paraa hstorografa como para arte brasas Por meo delas podemos
ver com mas dre nossa história nerida em um contexto msi na hier humana.
At iso podemos constatar que nos origensantecedem em muito os sécuos XV e
XVI periodo em que se deu ini oficial da “hia do Basi".
Pnau ases com fguasanopomorfasna
arma compl prado parie ero
(Seva an cm Mamas Pa
de parano chia daha der Marron mono
demi nado de Toca
Uma arte dedicada á vida depois da morte.
arte desenvohida peta cultura egipcia reli suas crençs fundamental Segundo es
sas creas a vida humana podía sorer inerernia dos deves Além dis,a vida apdsa
morte era considerada mais importance do que a exsténcia terrena Asim desde eu inicio
aa egpcaconcretizou-se nos tims e os objets como estaruetas e vasos ados
junto aos morts Também a arquietura gípci real se sobretudo nas tumbas e nas
consrugbes mortis.
As tumbas dos primeios fra eram réplicas da casa em que mararam. as pes
5035 sem poso socal de destaque eram sepuladas em construcdesretanguares
muito simples, as mastabas (imagem 22), que deram origem 3s grandes primides, que
via a ser construidas mais tarde,
pal mostaboprosém do termo árabe maabbo, que iia banc pos à isinca
se po de túmulo emia um banco de peca ou lama, As mataba podam ser cons
dascom pedra cali ou tole de barr (adobe) A cimara maria, em geral calza
bem aba a base, igando-e a ea por uma pasagem em foma de poco.
A imponéncia do poder religioso e político
O fas Dose, que deu inicio 20 Antigo Impéro, euere o poder autortaramente e
tranformouo Bax Fit, com a capital em Ménfs no cetro mais importante do reino
Desse periodo rstaram importantes monumentos arios erguido para ostentar a
_randiosiade e aimponéncia do poder palco e regioso do fa. A pudmide de Doser
(imagem 23), por exemplo foi consuíéa pelo arquero moxep na regio de Sacars Esa
talvez sea primera consruçäo cgpcia de grandes propordes
As bras arquieónicas mas famosas porn, dos pidmides do desero de Giz. cons
Anis por ordern de ts importantes fas do Antigo Império Quéops Quéfren e Mi
‘queries (magem 24).
A maior dessas és pi
res de 54 300 metros cuadrados Ese monumento revels o dominio técnico a aqu
tura egipcia: no fo uriizada nenhuma espáci de argamassa entre os blocos de pedra que
formam sus imensas pareces. men
NO Ego antigo eram também construidas eses, igurasFancásicas, por exemplo
com corpo de leño e cabeza humana, uj Analidade era guardar os túmulos Junto 5
pirmides de Quéops Quélten e Miqueinos encona-se a mais conhecid delas es "
finge do faaó Quéfen (imagem 25). € ura obra gigantesca tem 20 metro de ara e
do vento e das aras do desero de he, longo dos sul, um aspecto enigmático &
ides € a de Quéops tem 146 metros de aura e ocupa uma | Argamasa.
Primes de Quiops Quien eMiquerinos no deseo
de Gé noto (der XV -X MAC)
E singe que ere aa Qué a plan de Gpo Eo (cl VAC)
19
Uma arte de convengóes _—_—
Como fie, are egipcia estvaincimarence liada à eid, servindo de veku
lo para a iusto dos pres e das crengas religiosas. Por iss, obedecia a uma sve de
padres eregras o que mitra a crivdade ou aimaginacio peswa do arista Asüm,
arista egipcio ou uma arte anónima, oi a obra ever eva pere dominio das
récnias de execusio, eno o estilo de quem a executaa
Ente as gras seguidas na pintura e nos bainos-relevos, dest
Jrontalidade, uma verdadera marca da arte egipcia imagem 26). De acordo
‘com ela a are nio deve
apresenar uma repreducio naturalista, que
¡ers iusto de realidad pelo contri, dante de uma figura humana
recraada frontalmente, o observador deveriareconhecer
atar e de uma representado.
Na imagem bin, veem eas caracterias determinadas pl li
da fontaldade tronc das
as representado de ene, enquamo.
a cabeza as perras eos pés ios de peti
ario anisica que
Faro as mas beasreresentacóes Embora também cheia
‘convengbes a escultura desenvolves uma expressvidade que
surpreende o observador Um bom exempio éa conhecda
imagem que mosra um escribano xeríci de sa funcio
(imagem 27), Esa obra, encontrad
mecrópole de Sacar representa bem a import
à escultura no Antigo Impeno por meio dea revela
ados particulares do reratado, como sua Fsonomia, seus
vacosracis e sun condo socal Tate de uma obra
ca sado (2504: braencontradaemum
de autora desconhecia, realizada entre 2620 2350.C. e sepulcro damerpo de Saar Mundo ou Par.
otro.
Que eta, provavemente um exriba ou um principe Esa dúvida € motivada pela qual
‘dade da obra, Oscudados com osdetlhesnäo eram comumente dchcados pelosarsras
ra repesentagio dos funconstios da burocracia do Impero. À hipétese de que se ata
de um exci reforgada pelos os finos em um provdvel interlocutor bi cad
do homem erat, que. no momento, no está lando ou soin mas concentrado
em air para rproduzi por meio da esca as palavras de quem Ie ala alguma coisa. As
mios complecam a ade de pronto para era
pesa da expresividad obid na escultura do Antigo Impéro no pedo seguinte.o — | Extereotipados
Mio mp (200031750 AC) o convencionalemo e o consenadoremo das técnicas vol ts
taram a produzir escultura e erro estereotipados que representara a panda ideal | up te vo den
os sre ~ pripalmente doses ~ eno Seu aspect el morale
O apogeu do poder e da arte
Foi no Novo Império(1S80-108 aC.) que o Egto veu o ponte ako de seu podei e
de sua cultura. Neste período, os fra rinicaram as grandes consrugbe,procesto que
havi do inerompido por sucessivas ces polticas.Desasconsnugdes as mas conser
vadas sto os templos de Ltr (imagem 29) € Coma, ambos dedicados ao devs Amon
Consnuid por deserminacio de Amenbis IL por ola de 1380. 0 tempo de Luxor
possi colunata composta de sete pares de colunas com cerca de 16 mets de aura Es
réicamene seu aspecto mas importante € novo tipo de coluna, com capte! (aerate
supero) rabahado com motos tados da nrureza, como o papio e a for de ies.
Entre os grandes monumentos funcráios dese periodo, um dos mais imporantes
6 0 templo da rainha Hatshepsut, que reinou de 15113 1480 aC. (imagem 28) Essa
consrugio imponente e harmonios deve sua belza, em grande pare, ä maneia como
foiconcebida:a montanha rochos que Ihe serve de fundo parece faze pare do conju,
Que era uma profunda integra ente a aquieura eo ambiente natural
"RX Colinas do Tempo de Amon em ue no Eo
- (ado XV IC) Node cape com
ARR elo drains Histeria no ka repent or de pp.
En
22
es e de cores mais va
Na pintur do Novo Império sugram crabes attics mas
idas que a dos periodos antenores Abanconada a rider de postura das figuras. elas
parece ganhar movimento,
Taisatergdes nn expresso ati deconeram de mudansas política promonidas por
‘Amends Ess soberano neuraou radicalmente o grande poder exerido pels sacer
morte porém os sacerdotes
recomaram 0 ang poder e pasaram novamentea igo gto a lado de Tuancimon.
dotes que chegavam a dominar os própriosfaós Com
onovofaras
Tuancámon, entretanto, vin à morer com apenas 18 anos de ida Em sun tumba, no
Vale dos Reso pesqusadoringls Howard Carter encontro em 1922 um imers tess.
O Vale dos Reis
101.0 Vale dor Res (ag 20) ricos su ado
ande necripole qdo of Tames no Nov mpl, aquesdi Dala decena da
jena de Temes ca que se: despojos aim à ho dot
Gera em buscados tesoro guardo: ncn porros tos d Eg Econ e mus des
dor rocurnameencontivam tesoros os as Por com ceca de ote nb ma
Feito de madera esculpida, esse trono é ecobert com uma limina de our € omar
mentado com inrusagdes multiolridas de video, cerámica esmaltada, prata e peda.
"rra se de uma das obras mais espléndidas do resouro de Turancimon.
A mümia imperial estava protegida por rts srchfagos um dento do outro: um de
madeira dourada outro também de madeira, mas com incnstagdes preciosas, len
ta, 0 ercer, em ouro macko com aplcagdes de pisa corals e turquesas, e que
guardara ocorpo do arad (magem 212)
Osreisdadinasia quese segui a0 reinado de Turancámon preocuparam se em expan
dir o podero pltico do Ego o que foi conseguido por Ramsés I Como consequinci.
toda a arc de seu reinado fo uma demonsragd de poder ko pode sr observada por
exemple nas esas gigantesca e ns imenss colunas comemoratvas dos feos pol
«os esse soberano (imagem 213)
As quatro figuras que representar fra na fachada do templo tim mai de 20metos
de altura. Ni fosse por uma campanha internacional em sua def, barrage de Asus
tra dexado submers peas gus do Nilo. Em 1968, parte escavada na rocha oi cr
tada em grandes Docs e wanserida de local Hoje o templo repousaacima do nivel das
Aguas da represa
sergio de dea Rams eles comegaram a
colunas dos templos Ass, passa aer pate da oma
arquiterönias (magem 2.4
(Apt a more de Ramsés IL à poder en tomowse muito fac € 0 Império passos a
ser goverrado pelos sacerdotes. Com sa houve uma establidade apenas aparene, as
de invasdoacabaram tomando se realidad, O Ego fi invaido sucessvamente
or eiopes, persas repose nalmen
desorganizado à sock
dos povos invasores ela foi perdendo suas caacerísicas e refcindo a propria cise
cado mpero
ente, ua arte nfenciada pela cul:
[Templo de Abu Sib
pre
Eco aC amas
randos doper
Caco nO),
Asimerigesem.
harghiocompéoms
cco
>
>
et ec. Pal de Cnosos (70-1500) em Cita acia
A arte na civilizagäo egeia
Aartecretense _ _
(Com as descobertas arqueológicas de Crta, tomou-se caro que a cultura egia eve
‘tiger nesa ha, pos a arte desenvchida em muitasregide do mar Eg e mesmo no
continente ea niidamenteinfuencada pela arte rente
A parca arquirónica esse plci &basance vol: em tomo de um pto central
eso dsposas multas salas algumas dls agrupadas de forma que uma conduza à out
segundo uma ordem bem planejada. A cons
possve que oralmente vee até ts ou quatro = detalhe muito important, pos os
xo tnha pelo menos dois andare mas é
<consruttes da época precisar resolver problemas como postionamento.de scaas du
rinagio e oluns de sutenagie, Tudo 0 revel uma arquersa mangada para a época
Ena pintura. porém, que se revela com mals crea oespíto dinámico do povo cre
tense Ela mostra menos rigide e imobilade que a pinur egipcia. Supôe-se entreanta.
que no s6 a mobikdade enha sido avo de preocupasio do arista cretense, mas também
0 feito causado pela combinado das cores (imager 33) pois ele uva cores vas e
«onvastantes tons de vermeho anule branco bem como de maromamareo verde,
Na ournesaa, os arias retenses também revelaram grande dominio Lenco como,
pode ser constatado nos Copos de añ (imagem 34) Esas peas, muito delicadas foram
"encontradas na cidade de Va, dao seu nome Nels echo representados em baio-ele
va touros elementos da natureza
Já o quese eee à scultua somente pequenas pegas dessa cago fram encon:
tradas, como sr denominada Deusas com as serpentes(imagem 35) Esa escultura,
uma de vias vesdes do mesmo tema, é fia de marfim, com ouro nos mamilos, nas
serpents que a deus empunia e nos dales de sua sin
O dominio de Crea ea infuéncia de su cultura e sa are sobre vis ias do mar
Egeuperdurramaté cera de 14002.C. quando olinacida e dominada pelos aqueus que
vieram do nor haviam fundado a cidade de Micenas
guias co
Paco de
Crows
em.
made
Mages
A arte micénica
28
À Cone esquemstico da
rumba dos Air
FER Tumba dos Aids
O aspecto mas interesan da consu & sem dida, cúpula, uma ver que, para
sent, nd foam usados arcos as peas foram posts hriontalmente, ando,
cada bloco um pouco deslnhado em relay a anterior de modo provocar um aun:
lamencoaé encontro toral ds feas concémias de peca
Na escultura mictnica, detacase a Porta dos Ledes dos ldes escupidosacima da
entrada principal da muralha que cercava Micenas (imagem 37).
“A Guerra de Troia verdade ou lendat
sem eds arqueos de que Trade fo eus dosporosqueosorigraam)erraos ete duo derans
tama regu ode je seca Tru rear sO poema ado, ario a Homer, ar 0 times
aos poemas homénos n0 hi comprovacho de queaCuera des ger. ene os quí o EDS ger o amos
Ge a renta rien ocio Segundo secta, a ea “ad Tor. 2 icons vers de pedis
dorada pervade 120. enero (oem (ou Odseu)emseuregeso da pera.
A enrada monumental ia com enormes blocos de pera, sugere os alors prncipas
da civzagzo micénia-a orga ea agressvidade
Muros pesquisadoresacteciam teem sido os micnics, ou aqueus que Fram 2
Guerra de Toi da qual temos conhecimento por meio dos poemas épicos ada e Od
ei, abuidos a Homero (€ écul VI aC) Para ss pesquisadores, of leas desert
os poemas podem seridentficados com aqueles em que fienconrado o malo número
de vestigios da cian mictnica
“Tambérn os objetos da ouivesaa mini encontram paralelo nos objetos descrtos
as obras homércas.É 0 caso da expresiva miscarafunerra de Agamenon (imager
38)
Heinrich Shllemann, ao encontrar essa máscara, considerou-2 como sendo de Agame.
on re de Micenas que eri partcipado da Guera de Tot
A parir doséculo XC. novos povosinvadiam a regio de Creta e Micenas 0 dros,
os bises el. Somente depois de muitos séculos porér, eses povos nam encon
trar sua propia expreso asia, tina das formas ceo miinicas
E
ES
FE Templo doPartenon Acéple rea.
A arte na Grécia
A arte nos períodos arcaico e classico
Do período cisco merece destaque oséculo V aC, chamado Século de Pails (ou
“Idade de Ouro da Sociedade Greg segundo alguns historiadores) époc em que atv:
dade intelectual anisica epoca reflec esplendor da cultura eléica
simeui natural do corpo humano. Para dear cara 20 observado essa Smet, el escu
pias pur masculnas mas eretas em rgorosa poso frontal e com o peso do corpo
igualmente distbuido sobre 2 dus perras Ese tipo de esáta échamado kouros pala
va greg que significa "homem joven (magem 42).
Dieretementeda are egipcia ja produ tina uma fungo religion, art pega
o estava submetida a converses idas por ss pide evo vemente Assim, como
tempo paraoescultorgregoa posturargdaeforgada do kuro: pasos a serine
A esta conhecida como Eebo de Cros (imagem 43), por exemplo, mosıra mudancas
esse sentido. Nesta escultura, em ver de ihar bem para renee o modelo tem acabega
ligeramente volada para ado; em vez de apoar se igualmente obres dus peras, seu
corpo descansa sobre uma dea que assume uma posigo mais asada em rela 20
ro de mesa, emantdm 0 quad dese lado um pouco mas alto.
Mais sobre
Péris, que deu nome a um século
One Pe (953 4293C)govenou acide
{ado de teas porque os de 446421 aC Nes
ad romoveu2 econo da cidade qu io
‘Sex nas Gras Greco rca
Far à ar de corso Pees caro os mis
destacados alos eures de a ¿poa que or
‘am tm (como Parenon eager 4. que 3 on
Po) eos «ours sas Grande mener ds
ese dota e amics cade de Aras mum
Aminen pol
Tamm sobimpragio de ere dese operen:
dera ream epee et Perch
afta pants desague
Henn,
Referente os
Iles como eo
regio ombecida
(áenominacdo
ego ou Gia
re
camsogrado).
Simei
Corepondenc
Jorma poso.
Teclados em
lodos poses
piano centra
helenae
i
A
Fl
¡Esa pep sepundoo
pido koures(e SAC).
Na bus do atta reg pea supeacio da ride das esátuas o mármore mosrouse
um materalinadequado, pesado demas. quebrava-s sob seu prépri peso, quando deer
minas pares do corpo no esavam apolcas Os bragpsestendidos de uma estiun, por
exemple, coriam sro rico de e quebrarem,
Para solucioar o problema os escultores comecaram a rabalhar com bronze. ga me.
tia que ale de mas resiente que o mérmore, permita rar figuras que expresassem
melhor a idea de movimento. Vemos um exemplo dio na escultura Zeus de Artemio
(magem 44)
Prouniente de uma localdade prima o cabo de Artemio, na Gréc es fur de
bronze & uma provive representa de Zeus Seusbragose peras mostram ua ati
‘de vigoos. Seu ronca, porém taduz mobile,
O problema da imoblidade do tronco pere também na famosa esátua Discóbo
Jo (imagem 45), de Miron, produzida na mesma ¿poca do Zeus de Artemis.
A escultura orginal de bronze desta obra fi pera, mas podemos observar em sua
«ópia romana de mármore, a oposigio entre intensa atvidade dos membros aestusura
estática do tronc
A sol para o problema da imobiidade fi encontrada por Police. Sua escultura
Donor (anceeo)repezena um homem camintanco, pronto para dar mais um passo
(imager 46)
"Ness trabalho ~ também conhecido gagas a uma cópia romana de mármote ~ 2
figura apreseta akerninca de membros tensos e relmidos A altemáncia de cunas
saves dia e esquerda perorre o corpo do lance, evita uma postura estática e
pouco real do ser humano eapoia a sugestio de movimento do corpo. A pera diria
tensa sustenta 0 corpo; a esquerds,alvada do peso € desocada para trás apoa-se ape
ras ma ponta do pé Esa postura garante a sugest de que ese jovem est pronto para
dar um passo esircaminhando.
‘A arquitetura: as ordens dóricaejónica
Na arqutecura grega, as edíicacóos que despertam maior interesse sho os templos
«construídos no para reunir pesos em seu interior para oculto religioso, mas para pote
ge dachuva ou do solas esculturas desu dvindades
‘A caractersica mais evidence dos templo rego ¿a simetra enteo párico da entrada
- o pronaw — eo dosfundos— opstédomo (imagem 47)
"ERA épis do Doro.
de old Dora ezo
ae aprouimatamence
ac Aku 199m.
une cholo
Nani Nápoles
3
34
O templo era conso sobre uma base de us degraus O degau mais elevado cha
avast sobre el ram erguida a colunas da perso ea paredes do núcleo
dotemplo
As coluras do templo ustentasam um entablamento horizontal, formado ports par
tes aarquirae oise coma. Ascolunas € 0 entablamento ram consruidos segundo,
‘os modelos d dem dérca (esquema a) ou da ordem ic (esquema b).
Aordem dria era simples e macca Os sts das colunaseram grosos e frmavamse
‘reamence no esióbara. Os capis, que fcavam no ato dos uses, eram muito simples
A arquitrave era ia e sobre la cana 0 fiso que era dido em ros -recingaloscom.
sul verticas - emötopas- reängulos que podiam ser Ios pintados ou escupidos em
denn
‘A ordem jönica sugera mais leveza € ra mas omamencada que a dia. As colunas
presentara fstes mais degados e que nio se frmavam diecamense sobre a estlobaa
ras sobre uma base decorada. Os capté eram ornamentados a arqutave dia em
vrs aia hoizoncas. O fiso também era dividido em pate ou ent decorado por uma
fava esculpida em relevo. coria ra mais ornamentada e podía apresenarrabalhos de
escultura
Embora as forms gris as dus rdensfossem constantes seus elementos pod ser
akerados Em geral, a ocd nica tinha umratamento mas le que dca. Um exe
plo iso pode se to no esquema Ese capitel rado no fim do século V aC.passou
“ser mut utilizado no lugar do capte nico como um modo de vaa enriquecer as
column desa ordem.
Esquema Ordre.
Os templos gregos ram cobertos por um telhado descendente no sentido das era
Desea poscño do relic resulta um espago tangas sobre
de entrada quanto no dos fundos Este espago angular denominado front, era ca
«comia, tanto no pére
mente omamentado com esculturas imagem 48)
O fon oc este do templo de Zeus (465-457 2C),em Olimpia, à
especialmente notivel entr os Fontdes gregs, pl forma harmaniosa como suas esc
ado na fachada
rs ocupam o espago.
Alim dos fronts, as métopas € 5 ss também eram decorados com esculturas Por
serem quase quad, as métopas no oerecam maor difculdade na composco da
cena ser representada (imagem 49)
A6 méxopas visas o dealh so um bom exemple do tipo de aba esculico que
se elemento arquieónico pode receber.O Hephasteion € um templo em elo dérico
dedicado a Hela, deus do foo, culo nome latino Saturne Tatase de um dos mas
bem preservados de Atenas.
FEIN onto do empl de Ze em Olmpa.4557 aC)
ema visio eral dotengo de
tora go ga
No desa misas
costs
36
Para projrar as esculturas que ormamentariam fis, porn, o atta enfrenta pro
blemas dada à cifculdade de encontrar um tema que ecupssee de modo santo
aquela srta e ongafaxa. A imagem 4:10 mostra um exemplo em que esa ii
foisuperada
Na Grécia, como em outras ilizagdes, a pintura apaeceu como elemento de de
corao da arquieura. A pintura gra, porém encontro também uma forma de te
ao na arte da cerámica. Os vasos gregos so conhecidos nio só pelo equibrio da
forma. mas também pela harmonia entre o desenbo, as cores eo espago usado para
10rmamentacio.
A pipi, lé de servi para rua rligisos ess vasos cam usados para armaze
a ere otras cos gua, ino azete e mantimentos.Á medida que pasaram a re
velar uma forma equibrada e um trabalho de pintura harmoriose tomaram se também
“bios arcs
[As pincras dos aso reresenavar pessons em suas avidades is cenas dm”
1083 gega inilmente ott pava. em nego, sihueta das figuras A segui gravar
fo ds Egin Tano) que cnamentaa. Parma Oso todo med 59m. Mus do Loue País.
preva denando inh nies
COmsiorpintor de gua negra fol xéquiss Uma desuxs pinturas mas famosas most
Acuilese Asx jogando damas (magem 411). Nese trabalho além da riqueza nos detahes,
{dos mantos edos escudos dos herbs, vemos comer de forma harmonios, a curvature
do vaso com a incinacio da costs dos personages. As lang também desempesham
uma funcio plática: su disposi nos leva a digi 0 lhar para as las da infra e, des
tas pra os escudos colocados ás ds figuras Ets elementos ram um todo organiza
oe farem a beleza do vaso resultado conjunto
Por volta de 530 aC. Estímedesinrod
zu uma grande mudança na are depinarva-
sos ivereu 0 esquema de core deixando a figuras naco natural do bar cosido e pin
ando o fundo de nego. Teve inicio com 6a. sie de figuras vernehas (imager 42)
A escultura do século IV AC. apresentava tragos bem caracersicos Um dees era a
representaco, sob forma humana, de concetos e sentimentos como à pa o amor a
lberdade a vera ec
Ouro vago marcar foi o surgimento do nu feminin, pois nos periodos arcaico e
sic representara se figura feminina sempre vestida Praxis por exempl.esculp
uma Añodite nua que acabou sendo sua obra mas famosa (imagem 4.3)
Esa escultura de Pases fi comprada pela cidade de Cid, por iss fico conbecida
como Aide de Crido.Obsena-e, na, principio usado por Pollet (autor do Dor
oo) opor os membros tensos as reaxados combinando-05 com o tronco posicionado
sem rez Ese principi aplicado As formas aredondadas emininas, deu sensualdade
Agua
MMi rans
‘Me de id
der
cig ego data
deaprouradamente
omc More
EI Cp roman da
Arte de Cäpun.
cena ego daa
rer
Ars: 210m
Mur Nasional,
Nipaes
também do século IV aC. a Afrodite de Ci (imagem 414) Ess trabalho fi muito
aprecad e copado, com variagées, durante séculos. Assim. no sécul I aC. aparece à
célebre Afodite de Mel, ou Vénus de lo, na desgracio romana (magem 415).
sa escultura representa a deusacom o wonco despido, mas com o quad cas pemas
ervokas em uma túnica, combinando a nudez pacal da Mode de Cápua com o princi
plo de oleo aplicado à fade de Cid
Osesculoresdoinicio do sécul a.C. procuravam cra figures que expresassem malor
moblidade elevassem o observador a querer cular em tomo delas Um bel exemplo
essa tendéncia & a Vitra de Samotrcia (imagem 416)
Supdese que esa escultura esthesse pres proa de um nai que conduza uma fot.
De ato. as formas das à figura de mulher com ass aberas que personifica o desc de
tra, indicam ko: a única agtada plo vento as asas Iigeamense afstadas para uás.
0 drapeado das veses, 0 reido wansparentee colado a0 corpo. Todos esses elementos
«comp em uma figura que dí 0 espectador uma forte sugestio de movimento.
Mas 0 grande desafo - ea grande conquis = da escutur do perodo heeisico foi
represento no de uma 6 figura, mas de grupos de fguras que sugersem mobile
€ fosem beds de todos os Angus Assim € 0 grupo formado pelo soldado que acaba de
matara mere sd press à sua (imagem 417)
(RB ers de in (rie de el, ds
asegunda meade oca
‘Ara 04m Mune Lowe Par
KRM Copiroranade
Old glo
estamos
Oorgralgrego daa
deprmeramecsde
nes
Misco rol
dele Terme Roma.
MB Vero de Soma MAC).
Alm 275m Museu do Lo.
39
se conjunto foi esculpido para um monumento de guerra em Pérgamo, cidade hele
nt ca Aa Menor Alm ca belza obra trnemte grande dramstictade de qualquer
Angulo que sea via: desafador, enquamo segura por um dos bragos 0 compo inere da
muero soldado oha para tris e sá reses a enterar a espada no pescogo. O ouro
Prag da muihe sem vda, contas com a pera tesa do marido 20 lado do qual ele
pende. A dramaticdade é bid justamente pels contaste: vida e mort, homem €
mulher nudez e veses fora edeblidade. O original reg da obra perdewsee hoje xine
uma cpa romana no Museo Nasionae dle Terme, em Roma.
Aarquitetura
Vendoemvasosrinose no maser comunidades consútuidas por cidades Estados.
‘os regs do periodo heleníico sbritulam seu seno de cidadania pelo individual,
10 se efi imediaramente na arquitecra das moradas Se nosécuo Va.C. as ass
«ram muito modestas e apenas os eds públicos eam suntuosos a parr do séclo
IV aC. as eceberam maior cuidado e, com o tempo ganharam mais pag € confort
A substtuigio do esplto comuniáro pelo sentiment indvidalsa maniestou-se
também no tear; coro, muito valorzado ns tepresentagdes tetas do periodo cis
<o por desempenhar a aço do povo ou de grupos humanos pasos para segundo plano.
A fase maior deslocou-se parao desempenho dos ars.
sa mudanga rf sena aquieura dos teats. Na Gréci lia, eos ram dvi
idos em rs par
+ bem distincas a orquesta, espago circular onde coro € 0 ar
representaam ou dancavar uma espéci de rquiboncada em semiccloconsrida na
encosta de uma colina eesenadia aos espectadores € 0 paco, onde os toes se prepara:
vam para ena em cena € ram guardados os cendios € a roupas usadas nas represent.
es Um exemplotípcoéo Teo de Eidauro(imagem 416)
Serres > : SERRE En
Ter dep cul V2.) Compos des der nio em sods de or com
uma ns pere
CConstruido no século IV aC. durante período clic, esse teatro era composto
de 55 degraus dwididos em duas ordens
pere
calculados de acordo com uma incinago
Acomodava cerca de 14 mil espectadores tornou-se famoso pela perfcio
Com 0 passa
3580 dramática e a arquitetarateatral teve de se adaptar essa nova reaidade. so
podeser observado na remodelaco pea qua o Teatro de Prene passou no sculo aC.
(imagem 419)
lo tempo, os ators tomaram se cada vez mais importantes para 2
‘A adapcacio na consrugdo do palo foia principal alero desse rato. No perio
¿do clásico, havia na fente do palco uma fachada de um 6 andar chamada prscénio,
nde ram apoiados os cenrios. Toda ago dramática ocowia no espago circular So
mente alguém que representara um deus que intevesse na pega aparecia no telhado
do proscknio. No sécul a. os atores se apresentavam mais solados do público
sua acto ganhava destaque. A orquesta denou de ser um espaco circular completo
0 local destinado 20s espectadores tornou se mais concentrado,
A concepgo do teatro como um espago mais compactoe diferente do de Epidauro
Eanhou fra ingu pleno desensolimento um pouco mas tarde enc os manos.
[Meco de Pre
are do Coca em Ro
A arte em Roma
Aarquitetura
Um dos legados curs mais importantes dedos
pelos euscos aos romanos fi o uso do aro (magem
52) e da abóbada nas conrugdes Ess dos elementos
arqureénico permiram ao romanos rar amplos es
pacosintemos Ire do excesso de colunas
Antes a imenco do arco, o Y
cura era imitado peo tamanho do entablamento hor
zonal Ese tamanho nâo poda ser muito grande, poi,
quanto mao a vga maior a verso sobre ea, ea pea
= material mas restent usado nas construgdes da por
So sorta grandes tendes Dai os templos egos
serem repletos decoluns, o que acamecava a redugio do
espago de cel
O arco fo uma conquista que permits amplar o vio
ete uma coluna e outa. Nee o centro no safe maior
sobrecarga que as extemidades, e asim 3 tenes so
strbuidasde forma maishomoginea Alm dis, como
arco consrudo com locos de peda, a tensio com
prime eses bocos e hes dá maior esabiade.
No final do sécuo | AC, Roma avi superado as in
Fuéncisgega e esca e esa prona para desemolve
(eracdes arcas independente e origin.
A moradia romana
A planta das casas romanas era gorsa ivariave
meme desenhada segundo um rerngulo básico (imagens
53054)
IE Fora cs romana. O pero nofurda
Page sob rn en er Vo al,
einer da Casada Tamez degen el
dos
A arquitetura dos templos
OS romanos costumavam erigir seus templos num plano
mada por
uma escadara,consiuda dane da fachada principal ses
elementos arquetóncos = pónico e escadana - tormavamı
mas elevado, de modo que a entrada só er a
à fachada principal bem disinta das ltr e do fundo do
edifico. Bes náo tnham, portant, a mesma preccupaio
dos regs fazer s lados do templo semelhantes dos a dois
Frente e fundo aer
Assim como faeram com as moradas os romanos, que
apreciavam 05 perles externos dos templos gregos, procu
raram actescentos também a0 modelo tradicional de seu
templo. Um exemplo dso € à Maison Carré (imagem 56),
sa constr, erguida em Nimes, na Fanga, no fm do
século aC, tem todos os elementos romanos ticos a esa
daria pórtico a colunas Mas alm els os arqueros cri
ram um ako perl, o inrodunir metas olunasembatdas
nas paredes tease na do fundo.
Panejado para eunir a grande dversdade de
tentes em todo Impr, o Panedo, com sua planta
la fechada por uma cúpula, ria um local solado do exe
onde o po se neun para culo
‘eapoxmamdo erro.
compra ipula vo dmiando medida que
Assocs
(econ
A concepcáo arquitetónica do teatro
Gras ao so de arose abóbadas herdados dos etruscos os romanos constram ed
ficos - sobretudoanfteatros- bastante amplos Desinados a abrigar muitos espectado-
res esses anfuearos akeraram Snifcaciamente a plata do teao grego Assim, usando
‘orders de arcos sobreposas, os consruores romanos obtveram apoio para construir o
loca destinado 20 pút
co - o auch,
Com essa solu arquiteónic. no era mas necessrio asentar auctions encs-
ras de colnas, como faiam os gregos.A primera consequénca ds oi possiblidade de
consult as edificios em qualquer lugar com qualquer copograa.
Essa maior lberdade na construgde favorecia um tipo de esperculo muito apre
ado pelo povo romano: a uta de gladiadores, que podíam ser vistas de qualquer
Angulo. Nao havia, portant, necesidade de um palco de frente para um audiörio
Assim, 0nfcauo caracterizar se por um spago central pico, onde se daa o espe
tículo, e cicundando esse espaço um auditói,compost de um grande número de filas
de assenos que formavam uma arquibancada Um exemplo dis 60 Cole, crtamente
0 mais belo dos antros romanos (imagem 59)
Extemamente, ese efi era omamencado por esculturas que feavam dento dos
cos e por tés Ordens de colnasgregas Esas colunas na verdade, eam mel coluras.
pois favam press 3 estatura das arcadas Mo tinham portant. fungi de sustentar.