Slides de orientações sobre a avaliação do aluno da Educação Especial.
Size: 1.72 MB
Language: pt
Added: Jul 08, 2010
Slides: 48 pages
Slide Content
Equipe Instituto Municipal Helena Antipoff
Cristiane Correia Taveira
IHA - Educação Especial
Cristiane Correia Taveira
Atribuições do AEE
Na rede municipal de ensino do Rio de Janeiro, o AEE se
constitui de professores de Sala de Recursos e de
Itinerância que precisam atuar de forma colaborativa
com o professor da classe comum para a definição de
estratégias pedagógicas que favoreçam o acesso do
aluno ao currículo (ALVES, 2006, p 17).
ALVES, D. O. Sala de recursos multifuncionais: espaços para atendimento
educaional especializado. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria
da Educação Especial, 2006.
Decreto nº 6571 de 17 de setembro de 2008:
Dispõe sobre o AEE
Art. 1
o
§ 1º Considera-se atendimento educacional
especializado o conjunto de atividades, recursos de
acessibilidade e pedagógicos organizados
institucionalmente(...)
Sala de Recursos
Foto mostra criança com lupa; recurso que ajuda alunos com deficiência visual estudar.
http://portal.mec.gov.br/images/stories/noticias/2009/
Decreto nº 6571 de 17 de setembro de 2008:
Dispõe sobre o AEE
Art. 2
o
São objetivos do atendimento educacional
especializado:
I - prover condições de acesso, participação e
aprendizagem no ensino regular aos alunos
referidos no art. 1º;
II - garantir a transversalidade das ações da
educação especial no ensino regular;
III - fomentar o desenvolvimento de recursos
didáticos e pedagógicos que eliminem as
barreiras no processo de ensino e aprendizagem; e
IV - assegurar condições para a continuidade de
estudos nos demais níveis de ensino.
Alteração da dinâmica de AEE para a produção
de materiais
Dia de visita do AEE pode ser destinado para
produção de materiais daqueles alunos com grande
volume de produção de recursos adaptados
Por exemplo: alunos com deficiência física / paralisia
cerebral, alunos com deficiência visual / cegos e baixa
visão, alunos com deficiência intelectual que
demandem a criação de materiais;
Avaliação da Equipe de Acompanhamento do IHA
(demanda avaliada bimestralmente);
Alteração da dinâmica de AEE para auxiliar na
aplicação de provas
Liberação dos professores de AEE para
acompanhamento de alunos nos dias de realização
das provas;
As provas são realizadas, preferencialmente, na sala
de aula do aluno, podendo também serem aplicadas
na Sala de Recursos ou em outros ambientes que
favoreçam o uso de tecnologias (Laboratório de
Informática) e/ou a tranquilidade para o parcelamento
das atividades das provas em sessões com intervalos
de horários e de datas (Sala de Leitura, Sala de Recursos).
Documento Norteador
Acompanhamento do atendimento educacional especializado
Parte 2 | Perguntas ao Professor de Classe Comum:
O professor de Classe Comum está satisfeito com os materiais
pedagógicos indicados pelo professor de Sala de Recursos / de
Itinerância e com as orientações oferecidas por este
acompanhamento?
() Sim, integralmente satisfeito ()Parcialmente satisfeito () Insatisfeito
Motivo:______________________________________________________
O professor desejaria ter outros materiais pedagógicos para uso com o
aluno e orientações sobre o trabalho em sala de aula? Quais?
Parte 4 | Relatório do Professor de Sala de Recursos ou de
Itinerância:
Descreva o que foi realizado na Sala de Recursos ou em Itinerância para
promover as adaptações pedagógicas para o aluno:
Estratégia de parceria entre AEE e Coordenadores
Pedagógicos
Professores de Salas de Recursos
Opção de organizar reuniões periódicas,
bimestrais, com os coordenadores pedagógicos,
em Sala de Recursos (SR);
O objetivo das reuniões é a troca de informações entre
o apoio de AEE e as Unidades Escolares visando
estratégias pedagógicas que favoreçam o acesso
do aluno ao currículo.
Estratégia de parceria entre AEE e Coordenadores
Pedagógicos
Professores em Itinerância
O professor em itinerância que necessitar dia
quinzenal para produção de material poderá
fazê-lo, no IHA ou na Sala de Recursos mais
próxima.
(Agendar a assessoria da SR, dos serviços ou das
equipes do IHA)
Não é o caso de analisar a necessidade da
produção de material a partir da deficiência, mas do
estudo dos casos.
IHA - Educação Especial
Cristiane Correia Taveira
Primeiras orientações sobre a prática
avaliativa
Transformar a prática avaliativa em prática de
aprendizagem.
FERNANDES, C. O. Indagações sobre currículo: currículo e avaliação.
Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2008
Primeiras orientações sobre adequações
As adequações consideram as especificidades
apresentadas pelo aluno, no contexto da escola e da
comunidade, evitando generalizações por
deficiência (por exemplo: nem todos os cegos utilizam
Braille e nem todos os surdos usam LIBRAS com
fluência).
Primeiras orientações sobre adequações
O AEE precisa orientar caso a caso, sobre as
estratégias necessárias ao aluno. Estas estratégias e
recursos, ou seja, recursos didáticos e pedagógicos
que eliminem as barreiras no processo de ensino e
aprendizagem (Decreto nº 6571) precisam ser
incorporados ao dia-a-dia das atividades
escolares e não somente na data de aplicação de
provas ou testes.
Primeiras orientações sobre adequações
É de responsabilidade do conjunto de
profissionais da Educação Pública Municipal
(de fora e de dentro da unidade escolar), o apoio para
viabilizar as adequações pedagógicas e o
acompanhamento do desempenho do aluno da
Educação Especial.
O coordenador pedagógico em parceria com os
professores regentes precisam dar continuidade
as adequações necessárias aos alunos.
Adaptações em provas
São encontadas, em Literatura Especializada, opções
de adaptações em situação de teste e de provas de que
alunos da Educação Especial se beneficiam.
Adaptações em situações de testes e
provas (páginas 64 e 65)
Provas em versão braille;
Auxílio ou equipamento adaptativo;
Orientação para o aluno por meio de sinalização;
Explicações diretas de várias maneiras;
Leitura dos testes para os alunos;
Tempo extra para realização dos testes;
Intervalos nas sessões dos testes;
Respostas ditadas para um assistente [escriba];
Realização do teste em um local tranquilo;
Realização do teste em vários dias.
SMITH, D. D. Introdução à educação especial: ensinar em tempos de inclusão.
Porto Alegre: Artmed, 2008.
Opções para facilitar o acesso dos alunos à
aprendizagem (página 154 a 163)
STAINBACK, S & STAINBACK, W. Inclusão: um guia para educadores. Porto
Alegre: Artes Médicas Sul, 1999
Usar “dicas” variadas
Aplicar testes orais / verbais e escritos;
Usar a demonstração prática;
Usar testes gravados;
Usar gravuras;
Ler os testes para os alunos;
Antecipar a leitura das questões do teste;
Usar aplicações no ambiente real;
Providenciar para que o teste seja aplicado por uma pessoa
especializada;
Usar respostas curtas;
Usar múltipla escolha;
Modificar formato;
.
Usar várias instruções
Dar as instruções em passos separados
(escritas/sinalizadas/verbais);
Usar apoio escrito para as instruções orais;
Baixar o nível de dificuldade;
Reduzir as instruções;
Reduzir as tarefas com lápis e papel;
Ler as instruções para os alunos;
Usar instruções por sinais;
Dar sugestões ou “dicas” extras;
Permitir que o aluno grave ou datilografe [digite] as instruções;
Adaptar as folhas de teste;
Encurtar a extensão;
Estender a duração;
Ministério da Educação (MEC)
Publicações para Download com sugestões de recursos didáticos,
recursos tecnológicos e estratégias de ensino-aprendizagem.
Atendimento Educacional Especializado
(Pessoa com surdez, deficiência física, deficiência visual ,
Deficiência intelectual)
http://portal.mec.gov.br/seesp
Alunos cegos podem ter acesso ao conteúdo das provas e
dos testes das seguintes maneiras:
1ª) prova transcrita para o Braille com o apoio do
CTB/IHA;
2ª) prova lida por professor que funcione como ledor e o
aluno escreva as respostas por meio de uma reglete e
punção ou de uma máquina de escrever Braille;
3ª) arquivos digitalizados das provas (revisados e
adaptados por conterem imagens que precisam ser
descritas/adaptadas), fornecidos pela Sala de Recursos
e/ou CTB/IHA; realizar a prova por meio de notebook
ou computador que possua o sistema operacional
Dosvox (ou outro).
Aluna utiliza computador com
sistema operacional Dosvox
E quando a imagem precisa ser mediada?
Quando a imagem não tem a função de mera
ilustração, mas está articulada com o conteúdo
em discussão na atividade, é preciso adaptá-la.
O que fazer para o aluno cego ter acesso a figura?
•Narrar a imagem.
•A imagem com demarcação clara pode ser
destacada, com pontilhados ou tinta relevo.
• Indagar o próprio aluno se a adaptação atende às
suas necessidades
REILY, L. Escola inclusiva: linguagem e mediação. Campinas, SP:
Papirus, 2004
Pensar sobre a figura.
Pensar que o significado será apreendido
por via tátil-verbal.
Ressaltar formas numa figura linear, figura
2-D (altura e largura).
Não são todas as figuras que fazem
sentido para quem não tem visão de
profundidade, figura 3-D (profundidade).
Planos recortados em papelão tipo cenário
de teatro, maquetes táteis podem auxiliar
na noção de profundidade e de planos
gradativamente mais distantes.
REILY, , L. Escola inclusiva: linguagem e mediação. Campinas, SP: Papirus, 2004,
O que mais é preciso pensar para adaptar figuras,
cenários, globo terrestre...
Globo terrestre adaptado com
texturas feitas em areia
representando os continentes e
cordões de barbante representando
Meridianos.
Alunos Com baixa visão podem ter acesso ao conteúdo
das provas e dos testes das seguintes maneiras:
Recorre-se a distribuição sigilosa dos arquivos por meio do
CTB para que os profissionais de AEE , nas Salas de
Recursos, e/ou junto a direção das escolas ampliem o
tamanho da fonte das provas e realizem a impressão
do material.
Alunos com baixa visão nem sempre precisam das
provas ampliadas por utilizarem lupas manuais ou
lupas de mesa.
Estes alunos também podem utilizar o sistema
operacional Dosvox quando há perda visual
considerável atrelada a ampliações cada vez maiores
da fonte/letra.
Alunos surdos precisam de duas formas de análise
para aplicação da prova:
1ª) Caso o aluno surdo utilize Libras, o professor de Sala
de Recursos e de Itinerância com fluência em Libras e/
ou o Intérprete de Libras poderá acompanhá-los
durante a prova.
Caso estes grupos de alunos estejam em turmas/ anos de
escolaridade diferenciados ou escolas diferentes, o
professor de AEE responsável por estes alunos poderá
organizar horários e locais para aplicação da prova nas
escolas (de preferência nas escolas de cada grupo de
surdos e no momento da realização da prova na turma).
No entanto, para não ocorrer prejuízo do não
acompanhamento dos surdos deve-se agrupá-los mesmo
fora da turma, em Sala de Recursos, para que sejam
orientados pelo professor fluente em Libras e/ou AEE.
Alunos surdos precisam de duas formas de análise para
aplicação da prova:
2ª) Caso o aluno surdo ou aluno com deficiência
auditiva não utilize Libras, os recursos de apoio
visual (as imagens, os desenhos, as cenas) precisam
ser auxiliados pela “teatralização”, “os gestos e as
mímicas”, as explicações que demonstrem a situação
lida e/ou a ideia do conteúdo abordado na questão da
prova - dentro de um contexto. O uso do dicionário,
para compreensão do vocabulário encontrado,
precisa ser fornecido.
E se o aluno surdo está em processo de aquisição de
Libras e sabe pouco de Língua Portuguesa?
Transformar a prática avaliativa em prática de aprendizagem.
Recontar a história
Alunos com deficiência intelectual precisam de
materiais complementares:
Os professores de AEE constroem os
materiais complementares em conjunto com as escolas
A construção destes materiais precisa ser uma prática tanto
da Sala de Recursos quanto da Sala de Aula e a quantidade
de recursos e de materiais precisa ser um somatório de ações
conjuntas que beneficie também a turma.
Exemplos de materiais usados no dia-a-dia e oferecidos durante as provas:
Materiais para consulta e uso prático tais como materiais
concretos para contagem, material dourado, quadro
valor lugar, calculadora.
Materiais para consulta e apoio a esquemas de raciocínio
tais como roteiro de estudo, esquemas e pequenos textos
produzidos pelo aluno, imagens e maquetes construídas
para apreensão de um conceito.
Anotações importantes:
Transplante
Doação de órgãos
http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://revistaescola.abril.com.br/
Recursos de baixa e de alta tecnologia para ampliar ou
substituir a possibilidade da escrita
Pode ocorrer com alunos com
deficiência física e outras deficiências ou
transtornos , por uma dificuldade ou
ausência da possibilidade da escrita, a
impossibilidade da resolução das
questões das provas, portanto, algumas
soluções a seguir são úteis:
1ª) uso de computador ou máquina
elétrica;
2ª) uso de escriba (pessoa que fará as
anotações escritas para o aluno);
3ª) uso de opções de múltipla-escolha;
Computador com teclado
adaptado
Alterações significativas nas provas
Resolução SME Nº 1060
Na Resolução SME Nº 1060, de 01 de fevereiro de 2010,
em seu artigo 6º está delimitado que
O processo de avaliação dos alunos com deficiência
será efetuado pelo professor regente, em conjunto
com os professores que atuam em função das
necessidades específicas desses alunos.
E em seu parágrafo único pontua que
O aluno com deficiência será avaliado,
considerando-se as adaptações curriculares
propostas, o que requer o estabelecimento de
estratégias de avaliação diferenciadas.
Alunos poderão precisar de alterações significativas no
conteúdo
O aluno com deficiência intelectual ou TGD (que têm mais
facilidade em construir conceitos por meio de imagens e de
esquemas próprios ou que necessitem de adaptações
significativas do conteúdo) precisam de maiores apoios e de
objetivos diferenciados.
1º) Compreensão de que precisam do apoio de professor -
lado a lado - e do acesso aos materiais de apoio e de consulta .
2º) O material de apoio ao estudo e de consulta na hora da
realização de atividades (anotações de temas, de regras e/ ou
fórmulas) são válidos também nas provas e sob a supervisão
do professor de AEE ou de classe comum , principalmente nos
casos em que o aluno precisa de orientação constante.
Quais as principais diferenças entre vírus e bactérias?
BACTÉRIABACTÉRIA
ESTRUTURA Microrganismo unicelular com membrana e citoplasma, sem núcleo
definido. Seu material genético, o ácido desoxirribonucleico (DNA), fica disperso.
MODO DE VIDA Algumas são parasitas e causam doenças como a pneumonia e a
cólera (veja a foto acima). Outras mantêm uma relação harmoniosa com os seres
vivos, como as que vivem no intestino humano, auxiliando a digestão. Há ainda as
que se alimentam de matéria orgânica morta.
TAMANHO O diâmetro da maioria varia entre 0,2 e 2 micras (unidade que representa 1 milésimo de milímetro) e o comprimento
entre 2 e 8 micras. Elas são visíveis a olho nu (se reunidas em colônias) ou com auxílio de microscópios ópticos.
SENSÍVEL A ANTIBIÓTICOS? Sim.
VÍRUSVÍRUS
ESTRUTURA Microrganismo acelular. Os mais simples apresentam uma
cobertura proteica que envolve seu material genético - o ácido
desoxirribonucleico (DNA) ou o ribonucleico (RNA).
MODO DE VIDA Todos são parasitas intracelulares. Alguns causam doenças
em seres vivos, como a aids (veja a imagem acima, que representa o modelo do
vírus HIV criado em computador), a gripe, o sarampo e a rubéola.
TAMANHO Geralmente, eles são menores que as bactérias. O comprimento varia entre 20 e 1.000 namômetros (unidade que
representa 1 milionésimo de milímetro). São visíveis somente com auxílio de microscópios eletrônicos.
SENSÍVEL A ANTIBIÓTICOS? Não.
FICHA DE CONSULTA
vírus
bactéria
Fabíola Torres, São Paulo, SP
Consultoria Glaucia Inglez,
coordenadora do Museu de
Microbiologia do Instituto
Butantan, em São Paulo, e Olga
Santana, autora de livros didáticos
de Ciências.
http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://revistaescola.abril.com.br/
QUESTÃO
Identifique o ser vivo descrito abaixo:
Sou unicelular e não tenho núcleo, meu DNA está espalhado pelo
citoplasma. Posso ter a forma de bacilos, cocos ou vibriões, entre
outras. Na cadeia alimentar, sou decompositor.
Sou
(A) bactéria.
(B) fungo.
(C) protozoário.
(D) vírus.
bactéria vírusvírus
fungo
protozoário
Alunos com deficiência intelectual poderão precisar de
alterações significativas no conteúdo:
Essencialização e complementação das leituras:
1ª) usar caneta marca-texto (luminosa) para ressaltar
partes essenciais no texto ou nas questões;
2ª) fornecer ampliação (ou substituição) do texto por
meio de figuras ou desenhos que auxiliem na
compreensão do mesmo;
3ª) usar letras móveis, palavras e frases previamente
recortados para colagem em lacunas e nesse caso as
questões poderão ser alteradas (simplificadas,
encurtadas, tornadas mais diretas) para possibilitar a
compreensão e a oportunidade de resposta.
4ª) usar calculadora.
Avaliar para redimensionar o processo de ensino-
aprendizagem.
Primeira reflexões
Não generalização das alterações necessárias por
deficiência - a cada caso podemos necessitar de uma
estratégia de avaliação diferenciada, desse modo, o
AEE poderá propor um conceito que leve em
consideração reduzida porcentagem do aproveitamento
em prova.
O documento de Acompanhamento do atendimento
educacional especializado, parte 4, é extremamente
importante para discussão da conceituação – dados
discutidos e acordados entre AEE, Unidades Escolares,
IHA/SME e CRE.
Documento Norteador
Acompanhamento do atendimento educacional
especializado
Parte 4 | Relatório do Professor de Sala de Recursos
ou de Itinerância:
Informe como foi a aplicação de provas a partir das
orientações sobre adaptações realizadas pelo IHA.
Relate como foi realizado o processo de avaliação do
desempenho escolar do aluno durante o bimestre e
que conceito foi atribuído ao aluno:
______________________________________________
______________________________________________
______________________________________________
___
Decisões importantes a serem discutidas para cada
aluno da Educação Especial
Que atividades serão mantidas com a atual
formulação por consideramos adequadas para o
aluno?
Quais deveríamos adequar?
Quais deveríamos eliminar ?
Quais deveríamos introduzir de outro nível ou ano de
escolaridade?
Quais os apoios e materiais necessários ao aluno?
Registrar as adequações, eliminações e introduções
necessárias ao aluno no documento a seguir.
Relatório de AEE
Planejamento do atendimento educacional especializado
para o aluno da educação especial em classe comum
Informações sobre o planejamento – Resumo Bimestral
·Quais os apoios (material pedagógico especializado, equipamentos, outros
atendimentos) que o aluno faz uso? Quais os materiais que o aluno mais utiliza?
Sinalizar materiais a serem produzidos para o aluno. Indicar materiais e
equipamentos a serem adquiridos e/ou providenciados.
·Quais os aspectos curriculares que precisam de prioridade e/ou necessitam de
adequações para atenderem às necessidades do aluno? Apontar aspectos a serem
discutidos com a escola para possibilitar acessibilidade ao currículo.
·Quais os principais objetivos do AEE para o aluno? Profissionais da escola
receberão orientações do AEE? Delimite atividades a serem desenvolvidas na sala
de recursos e/ou na classe comum.
E quando...
Tenho oito textos para interpretação numa prova de
português...
O que fazer se avaliei juntamente com o AEE que
mesmo dividindo a prova em dois dias, ainda assim, o
material para interpretação está muito extenso.
E se ele não lê? É válido ler para ele e marcar o
número de acertos no cartão-resposta?
Qual a nota na prova? Como avaliá-lo em outras
situações (a partir de outros objetivos, como por
exemplo: na aquisição da leitura e da escrita)?
Qual será o conceito desse aluno?