Radiologia medicina veterinária

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About This Presentation

RADIOLOGIA VETERINÁRIA , ANATOMIA VETERINÁRIA PARA RADIOLOGIA


Slide Content

Nat 0 10912

terne

‘SUMARIO

INTRODUCAO ss A
Tipos de 08508 nn Z
Estas ses sc TNE EST
Resposta Ósea Apresioe Dosa, Z .

Tipos de regio periosteal

Avaiagio Radiogrfica do Tecido Osco 7 Z
Casa das taras

FRATURAS EPIFISARIAS EM ANIMALS JOVENS..
ESTÁGIOS DE CONSOLIDACAO DAS FRATURAS
Nomenclatura doposicionamento Es
Aparelho de Aparelho de Radiología. I
Mita da Radiotogi,

Importncia dos Raios X cm Medicina Vernis
Propiedades dos Raios X
teo da quilvolgem (Ki)

Qualidade dos Raiow zt
Bio da miliamperagen.

Relçäo entre a Fonte de Radio, 0 Objeto eo Filme a Imagem Radio gra
Para s calcula a tcniaradiogrália ser utilizado para uma distinc (D) de 75cm a
Calcularo kV:

Calcularos segundo SR. E
Demidades Radiolgic nun
Protegäo Radiológica.

Anatomia do io
Esqueleto de um co macho.
Ass na radiología VC
Pedido de exams,

Restriäo fia Quimica à

POSICIONAMENTO DO TORAX
Poscionamento paraa projeio lateral a vide BA
Poscionameno para a oje veto dorsal a cvidade toric.

Poseionamento para a projsio dorsovenrl da cavidado torácica

POSICIONAMENTO DA COLUNA VERTEBRAL.

Poscionamento do pacien para adiogratia de cola cervical em Projeg ea
Posiconamento d cuna cnica) para rojegio ventre ral
Poxcionamenno de columa vertebral para projegäo lea.

Posicionamento de cola vertebral pra prjego veto z
POSICIONAMENTO DO CRÁNIO. . = \
Poscionamento do tino par proeçäo tea 0.

Poscionamento do erno para projeio lateral com boca abet un
Posicionamento do crnio para profes ento dorsal.

Poseionamento do tino para projegio dorso ventral.

Poscionameno do tino para prjeco obiqu mediolateral da mail com boca aber,
Poscionamento frontal pra vaio do Frame AGO"
POSICIONAMENTO DA CAVIDADE ABDOMINAL. 7
Poscionamento tro atea da cavidad abdominal

Poscionamento ventro-donal da cavidade domina!
POSICIONAMENTO DOS MEMBROS ANTERIORES (MMA A)
Posicionsmento da aiclago do ombro € do brago para pojeo medio lateral. E
Poseionamento da ariculacáo do ombr para projecto cado rana,

Poseionamento da articulagao do cuve para prjeco méd aer... 5

Radiografía do cotovelo eamtebrago em pre ern Mal ccoo
Posiionamento da aiculago carpal para oje mo leal z
Poscionamentooblíqo da aiculaio carpal para projezio médi palmar dorso lt

4
4
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5
6
6
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s
s
s
s
A
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5
9
9

POSICIONAMENTO DA PELVE.
Posicionamento da pele para projçäo Later late

Poscionamento da pelve paa peso vento dorsal

POSICIONAMENTO DOS MEMBROS POSTERIORES (MMPP),
Posicionamento da coxa anleulagä0 o joeho para pojegäo mediolateral
Poscionameto da ariculcáo do Joeho em projsáo au ern,

Poseionamento da rculaio taal em prjego ner medial

Poscionamento da articulo tarsal em projego domo-plantar nn
Poscionamentooblíqo da aiculagio taal em prjeg dorso lateral médio plantar.
Posicionamento da pata rasira em projcio dorso plantar

EXAMES CONTRASTADOS E

MEJOS DE CONTRASTE

RADIOLOGIA DO ESÓFAGO.
Poscionameto do paciente para radiogratia de regido cervical em pres lateral,
Posicionamento da regio cervical para projçäo vetro-doral.

Poscionamento para projeçäo lateral a cavidae torácica

ESOFAGOGRAMA NORMAL EM CAO 2

"TRÁNSITO GASTROINTESTINAL.

ENEMA OPACO

RADIOLOGÍA DO SISTEMA URINARIO

Kauai ie domi ea pj irc ii
MIELOGRAFIA...

MIELOGRAFIA NORMAL REGIAO CERVICAL.

MIELOGRAFIA NORMALREGIAO TORÁCICA.

MIELOGRAFIA NORMAL REGIAO LOMBAR.

MIELOGRAFIA REGIAO LOMBAR PROJECAO VENTRODORSAL.

Posicmameod aun cal pur pos done air

INTRODUGAO

A medicina veterindia diferente da medicina humana, devido a0 fato de trabalhar com váris
spies de animas , quando e necesái, utiliza métodos de diagnóstico por imagem, como rios, ult
Som. tomograña compuadorzad,rssonáncia magnetic, cinlografa .futurament o pt scan.

je no Brasil faz uo dos ot x o ula som, Sendo de suma import parao dspróxico de uma
varada gama de patología, No há diferencia entr a medicina veterináia com a medicina humana no que diz
4 respito de proto radiológica, como: luvs, avenal, culos, colar de reside, dose, bartagom de
‘ala grade dftsoae and pelo menos diss vezes por ano do aparelho em uso por empresas especializadas.
‘quanto 40 maquinári, fuga de radio, olimagio, mA, KV € T, € preparacio de reltärio para que se
romovam modiicadss econsenos se neces.

Semiología do Sistema Ösco

“Teco óseo oido conjuntivo espeiaizado ca principal crcersica a iid.
Ossa Gro Estutra composta por multos cidos iclindo vasos e carilagens tcidos conjnivo fibroso
gordura € hematopoiéico;complero e dinámico.

Fungies:sustentago para ecos moles proteç3o para os egos vis, lavanca para movimentos, banco de
minas tcio hematopoitico, células ostogénicas

Composiio: matiz orgnica (colágeno e prteoglicanos) e muriz mineral (foso de cé. magndsi)
Desenvolvimento: osáiacio endeconda - oso se desenvolve a pai de uma matriz carilaginos pré
Formada ei itramembranos a parir do eco conjuntivo.

Tipos de osos

Ossas longs - recem logitainalment por ossificaio endocondral, cetro de osiiago formado na vida
tie secundános placas de crscimerto) que se afastam até as postes disse proximas.

Ossa euros oficio endocondrl (caros)

Ossa chatos —osifiago inramembranos (crio e pele)

(On sesamdldes- formas m tecido ligamentous a dir dos endöes

Ets ses

Calico: depuis desis de cleo nos ess (rdiopucos)
rotuberáncis: sso as regis óseas de maior espessura que tm que
tras feine de ion.

Peridsteo:Limina de tc. conjuntivo dens, atado a0 0380 compacto
(conical)

Endésteor lámina sobre a cavidade medular composta de ofl
xcogénicas e oxeocastos

Suprimento Sanguino: artéria nurcia ania, metaiicia e anerilas
do perio

pie: extremidado caracterizada por oo esponjoso,
teabeclado te, homutopoitico coberta por oo compacto
+ carilgem articular.

Metáfise rea de teido esponjoso a0 lado da fina
epi (poucocaciicada)

Diäfise: formada po oso compacto e denso (comica), que
era eavidade medular (medula ósea)

Resposta Ossead Agress0 € Doenga

Densidade diminuida: osso eabsorido como resultado de um trauma, doenga metabólica, inflamosio où
ncoplsia. perde densidad radiográica no local: ulrio trbeculr tora-se confeso ou perdido, pode ser
localizada u geeralizaa (dstirbios metabólicos)

Densidade aumentada:assciads à minerlzagdo aumenta a resposta trauma où stress (engrossamento da
cortal ao Ingo da ina de sess rc de infecio) o terme esletico € usado sclerse sb-condral pode
Ser vita em aleragóos atlas em uma aniclago

Reagio periotal:periósto & elevado do cónex subjacente, ocorendo nova fommagio ósea abaino deste:
pode ser aminada, sa. 0 rdiada; nas ess desrtivs mas quais uma porgáo do ce € desta um sólido
{eingule de osso formas “ángulo de Codman. Una regio periosteal sae intact suere lee benigna ©
tum pude de esposa com crsio sugeremaligidado

Tipos de regio periosteal

Rençio laminar
Reno imegular
1° Rençio lisa
> Rengäo radiada ou
‘indo

Alteragdo no tamanho ou contorno: resultado de doenga ou trauma durant 0 período de crscimento
(fechameno prematuro).
Alleragáo no padrio trabécula: so vistos em osos normals nas plie € dies as lteragdes sugerem

into de patologia.
-Avaliagio Radiográfica do Tecido Osseo
1dentiicar 0 io de aleraso:

+ Densidude po: ica ou mist, prodominánci
* Reagi periosteal - po contornos amunho, dade do animal, sss adjacentes.

+ Neoformagdo - periosteal clo sso: esco.

+ Determinar a lcalizaçäo: em um os ou em vis

«Determinar u lcaizagde no oso envolvido: generalizuda (mulifoca) ou localiza (omical os medula)
* Altragies em tecidos moles: aumento de volume, calificado

etemninar a agressividdo da esto

‘+ Benigna: tramsigio deiida, margens dista, Bordas esclerteas cortical intacta, price regular.
progress ema

+ Maligna: tansiçio mal definida, margen indisinas, hordas desgastadas, conical afeda, periósco
inegalare progreso rápida

Ateragdes Traumicas

+ Fraturas: dsslugio de contnuidae ósea com ou sem deslocamento dos fragmento, acompanhuda de
‘ios gras de eso em tecidos moles.

+ Fatores predisponentes: geris ou leas
* Biologia caus extrimscas ou intrínsecas

Casa das Fraturs.
Quanto 2 tipo:

+ Incompletas em galho verde: curaturs,imaturas, deformam o 050
Fisuras - únicas où mails depresses - rca de Intern de mélipls ratur

Fraturas incompletas ratur completa
+ disegto de nha
obliqua,
transversal,
spiral
Nümero de fragmentos. Quant à loealiag 0:
aimer de
fragmentos :
simples,
Hupla,
tip,
om

FRATURAS EPIFISARIAS EM ANIMAIS JOVENS

Casio de Sale Haris
Reparagio das Futuras
Fomagáo do alo óseo: prolieragio de élus endosteal e erose em

todo 0 leide óseo, lembrando que 6 hi formagño de cal óseo se unir o
déve com operóno,

ESTAGIOS DE CONSOLIDAÇAO DAS FRATURAS
CComplicagdes de Fraturs

Auséncia da formagio do clo seo exuberant (ostomilite, insabiliade) rotacio ds fragmentos osteóise
‘das marges de ratur zona de adoluscéncia em volta de parco de ago inter

PincipaisComplicags
«Unido retardada- persisénci d liharoioluscene de fata, pequena dra de prolieragño periosteal

+ Nio unite extrmidades lisa esleröca aredondadas e sem evidencia de unio na nha de ratur
+ Má uno cal óseo e consolidgio anor

Osteomicite: proceso inflmatéo infeccioso da
modula sc e adjacent

Sinai radiográficos inciis - perda do podio
normal ns meufs, eu peros) prlfeaiva ©
“agresiva local, ote lie da cortical medular rea
de adiolscënca ósea). per de tabeculao
Sinai radiográicos tardios : margem escoria o
redor das eas de ie (rea de densidade aumentada).
Segler óseo (compo de Brodie), proliergáo
periostcl (peris), Mules © adelggument de
Sonica

Lanagäo - peta da reco acularpodendo haver a
sida da exremidade de um oo para fora da
cavidad anular

Poden ser
+ Quanto origem: ramáticas, congénitas patológicas

+ Quanto à redutiilidade: rede, iets ou intermitentes
+ Quanto 0 tempo de oorréncia: antiga ou recente: de acord com aaticulagdo mini.

PosicionamentoRadiogáfico

© posicionamento correto e precio visa especificamente:
Maior contorto do paciente:

Contengio e Imobiizacio do pacien

Reprodugäo adigráic fda digna do deo que esa sendo examinado,

‘Ao posicionsrmos o paciem com o propósito de cfetuarradiognfías, devese dar a ete posicionamento,
Tevando em conta face do compo do animal onde incide e a face onde emerge a dico. Dar nome 30
úposicionamento 6 imponane no ctudoradiográio dos diferents órgios quant à poso ela com os
Gros. descrsio da forma € any (imema € marginal) tamanbo, densiade radiográfia natural ©
mero.

me

"Nomenclatura do poscionamento

DY: Dorso ventral (exe de aos ici no dorso e emerge no vente do animal atngindoo Filme);
VD: Vento donal (exatamer 0 opt do te acia)

LL: Latero lateral (incide de um lado € emerge o uo)

LD ou LE: Later lateral dirt ou eue

¡Cra ou Car: Cräno caudal Caud canal (usados para membros da porgo proximal at o caro ou to)
DP PD: dono palmar / plato dorsal (usados a pai do capo e ur).

MI. LME Meso lateral Latero medi (usados para MMAA € MMP).

Inrprtgio Radiológica

Avalirpadro radográfio e posicionamento:
Mudanga de poso de um Org ou part dele;
Variagio no tamano:

Varig no contorno ou forma:

Altera a densidades

Aero na fungäo na arquttuaraiográfica.

Aparelho de Aparelho de Radiologia

Hoje os aparthos de radiología veerindria possi dis modelos no que se diferem um do outro € a
quantidade de mA € 0 KV, 00% das cívicas uilizam parehos ori de porécia 1OOKV e 100mA, Sendo
quesos 10% faz uso de ares de 600mA € L2SKV.

História da Radioogia

Wilhelm Conrad Roentgen (1845 - 1923) descobri os rios X em 1895 wiizando uma ampola de
‘Crookes: exbiv' primeira radiografía et em 1901 recebeuo primer Prémio Nobel de Física d história

Esquema da Ampola de Crookos

Importncia dos Raios X em Medicina Vetrinária

Radiodiagnóstico em possblidade de avalar estutuns do corp do individuo sem uso de técnicas invasivas
como cirugias explotó.

Proprisdades dos Ros X

+ Propogam se em ha et e na mesma velocdade da luz
Por no apresentarem carga lic no So desviados por campos eléios ou magnéticos
+ Por no pssuiem massa aravessam os copos
+ Produzem ionizagio por onde pasam e impresiona Fes fotográficos
‘+ Estimulam substineias lorecentes como o platino cane de brie 0 uso de ino.
+ Pod afetar culs vivas, produzindoaleracóos somáticas eu genéticas

8

Esquema da Ampola de Coolidge Esquema da Ampola de ánodo girnório

O ef da guilovotagem (Ke).

+ Como foi dito, € a passagem da comente de ata tenio através de uma ampola de R-X que resulta na
produsio de radio.

‘Quanto maior a Kv. mais rpidamente os cléons vijario, maior a quanidade de energía liberada no
impacto menors os comprimenos de onda dos RX produzidos

+ Quanto maior o comprimento de onda, maior a forga de penetagío do fix, afeando a qualidade de
‘adiogratia

Quaidad dos Raio x:

+ 40160 Kw /05 A =Raios moles
+ Gadd Kw /085 À = Ros médios
+ 803 100 Kv /044 À = Rios dros

Em radodiagntic, os mas uilizados esti n aia ds ros més.

feito da miliampeagem

+ A quamidade de corent que viaja através de uma ampola durante uma exposigo depende Jo número de
‘tons dsponivels

+ À coment da ampola (medida em millumpdre) est diretamente relacionada com a quantdade de RX.
produida

+ No entamo, a quantdade de rios X produida também depende da dura da exposigio (mAs)

Intenso dos Raio x com a Maria,
‘Ao interagir com a maté os rlosX podem produzi fendmenos

+ Radiagiessecundárias: oda a energia da rdiaio € cedida ao étomo do corp raiografada o qual emit
rio de comprimento de onda maior que mio incide,

+ Eco Compton: pane da eerga da radiago € wanserda a0 ¿tomo e 0 rao incident cominuur su
trajet com comprimento de onda maior

+ Ral disperso: a radigo¢ apenas desviada da sus rjtói sem star o comprimento de ond,

Relago ene a Fonte de Radio, Objeto o Filme na Imagem Radiogrfica

A densidad de raiag € INVERSAMENTE proporcional disáncia, visto que, os ins send divergentes, à
‘medida que se afastam do objeto menor € a quanidade de mios provenientes do foco que anger ete objeto ©
‘onsegientemente o filme, asim produzido imagem menos nda. Poscionamento € importe para evitar
“torse da imagem

9

A qualidade da imagem depende principalmente

+ objeto a ser rlogtao prea esta lcd juno a fine, par que imagem ja prima so

+ A colimagio deve sera menor pose paras ote imagens mis nds
+ Os Raios X devem incidir perpeniculrmente ao objet a srradiogafado,

A formuagio da imagen radográfic depende da impregnagño do filme por sais de pata ap a passage da
radia:

+ A preciptaio determina imagens negrs
+ À no pecipiagio determina imagens brancas.

Para s calcula tenia radiográfica sr las para uma distinc (D) de 75 em:

espessura em centimes,
constante do film (em média de 20)

Para cada ipo de sido exit uma relacio erre Kv e amas
+ Osos Kv = mA QV 10-= mA2)
+ Abdome: mAs=Kv.2
+ Tm mAs= Kv/ 10

Calcularo kV:

WWE x28

Par cada aumento de 10 Kv pode: reduzira mA à met,

Por exemple:
Para oso
Es lem mA: VIO mA?
4010402
50=20
‘Sev do SORY com 20m,
Para tórax
E= lcm ma: vo
MV=E 2401 ma: 4010
mA: 4

Será dado AV com da.

mas V2 ma
mA: 40.2
mA: 80

‘Ser dado SV com 400A,

CCacularos segundos IS mA Is
Tomas

Demidades Radiológica:

+ Quanto msioro peso atmico. maior file teo os ais parıulrapasar o compo
+ Quanto mara espssua, maior difculdade ter radio para lapassar 0 compo.
+ Maior densidade da matrarquer maior poder de penetaio dos alos

4 Densidade OSSO- rdiopaco (banco)
Y Densidade AGUA (cinzaclaro)

X. Densidade GORDURA (cinza mais seu)
7 Demsidade AR -radiluscente (preto)

feito de subiragio: quando eur de densidades diferents se sobrepiem (ex: gás em duodeno
sobreposto a imagom do pa determina imagem menos ridiopaca.

feito de Adio de Imagem: quando stmturas de mesma densidad se sobreptem (ex: dois osos

¿etorminam imagem mais radiopaca

Radiografía da cavidade abdominal de gato em pojeio lateral fit de subtra

Radiografía e ariculaso carpal em prjegio oblqua— efi de ado

Protegio Radiológica

Radiologia, (nis e axilares devem sempre usa avemal lavas plumbifeus, dosímtr para medir a
radio reccbida e quando posíve protegerse aris de Bombe de chumbo ou paredes espesas Colima se 0
fine de radio através de cones ou diafragmas dirigido. para ocho viliza-se maior Kv menor MAS

Cuidados para exame adoquado

Fame de abdome- fazer impeza do sitema digesói, sempre que as condigdes do paciente permi
Pele e pels limpos e lives de pomadas cascos dos equinos escovados lives de feraduns.

Fleur sempre rdiogafias perpendiculares entre si

Realiza sempre adigrai Simples ames do exame contrastado

Anatomia do ci

ice
FEB an

ESPORÁO où ERGOT - O esporio, ou dedo rdimenta, cómo como uma unha, € 0 tino,
| "para ado de dentro de cada poa. Nao tem tia para a grande mora dos ies domósios.

or 150 € mulas vezes removido em ter ide, Pode se, no ent essencil para categorias
mo 0 pullin dog pois facilita a mobilidade em terreno acidentado

Conhga o CRÁNIO e a ARCADA DENTÁRIA de um cio

so dos ps. A cor vara de acordo coma ga

APRUMOS - € poso ssumida pelos membros para dar
quito ao cio

JARRETES - 6 pane final dos membros poseriores Va da
ema de trás té op

on
œ
os
os.

Cavidade om boca
Traquéa

Coracio

Figado

Estomago

Penis

©
os
©
10,

Acessórios na radiología Veterinär

Intestino
Bago.
Palio
Anna

A área da radiología veterinária € xtemument rica em aceséros, os quais, contribue na retina

iagntca para reahzagde de examen radiológicos

Entretanto o combecimento deste material € muito importante. justamente para que haja uma utiliza
«cometa sufrido tdo os Beneficios aos gas os mesmo oerecer para. ino cm radiología veerinda,
im como parao mécicoveterináio, amir de sala acompanhant do animal.

alo veremos com rai o acessóos mai tados em uma rin veerindria

Avent de Chumbo: É fundamental para a rdiproteso do pofssionl em sala de exams, o qual
deve ser também ofrecido parao animal eacompanhanes sala que usiiam a imobiizago do
i animal que seáradiogatado,

Cilindros cones de extenso: Sto tizados quando se deseja localizar estrutras de interesse
radiológico com evidencia, am de minimizarem a radio secunda.

Luvas de chumbo: So indspensveis na radiprtesio, eviando exposcio de radio
ionizat nas extremidades do proisional ou acompantamte que estará segurado o animal 30
ser radiograado com seguranga

Protcor de tide: & feito com malha de chumbo wilizado na regio cervical do animal.
proisional acompanhant. Protege a glindulas tredides conta a exposiio contaminagio
¿a radio fonizante na realizo do exame radiológico.

r

"Termómetro: Ulizado em tanques de revelo, mode à temperatura core dos químicos
utilzados na revelag de filmes radoléico. É de fundamental importnci para um bom
pre adigráfico

Faia de compres izada pra se resting animal com seguranga ma raizaio dos
exames radiológico, pinipalmente quando o animal está agitado, evitando à see
farmacológica. E no otto plano presentamos uma régua scanográfica où escanométnca
como também € conhcid, € ulizado em casos de esto na escanometia dos MIMI do
animal,

"y

Identificador radiogríic eetrönice: wilzade demo da sal ccura para se demificar o
nome do animal bem como curs informes importante no fimo radiográio.

ee

de
las

Chassis radiográficos sio utilizados paa armazenar o filme adiográio.



Écran: Pelicula composta de tungstuo de cáci, o material fica dentro do chassis em
Soximo conato com a pelicula rdioráic, emlinde luz quando exposta a Fix 30

"anque de revelago: € utilizado para amazenar os químicos de revelaio para pelicula

Let e números de chumbo: So wiizados para idemificar iformagdes imponanies
pertinentes 20 animal 0 seu posicinamento na película adiogria

13

Conjunto par isterosalpingografa wüizac para se avalar a etutur tri de
animals. bata

Z a

Fs Pinga par wetrocstografia:E uiizada pra se ralizr ueuocisogaa de anima

Pedido de exames

0 técnico deve recebe o pedido de exames, que deverí come: nome do propicrio, epécie de
animal, aa, sexo, iad nome do proisonal vterináno solicitante, alé do número de registro, sndo que
todos esses dados devem compor a identiagio no exam radiológico, o único deve transpor todas esas
informagöes paa um lio de regsr, que deverd conter aida a regido a ser radiognafada, KV, mA € tempo,
liad, vol exigido pela viilnca siti,

Restrigio fie e Química

Um exame ideal, cjo resultado deverí se iterpretado pelo médico vterináno, deve aplicar cents
nomas técnicas para qe poss dimimir a chamadas disorgos gcomónicas, O técnico deverá tr em mente
por mais que o animal seja tranquilo pode causar acides graves quando indevidamente comido où
manipulado.

(Oso de regis fisicas para ces o mais comum € utilizar mondagas, que podem variar de um.
‘simples he a uma mordaza de rico ou de coro de tamanhos diferents

Para a espécio feina, multas vezes as mondagas nd € suficiente, pos os felinos posuem unhas como o
cio de fes, dal a mecesidado de manipuladores € animals usar lavas ou simplesment uma faa de
esparadeapo presa regidos dos dígitos, outra técnica que pode ser uilizados war em volta da regio cervical
‘ua tc où pao tendo-e cuidado com a unas.

Em muitos caos, animal mesmo com mordaç as nio permanece quit, desta forma utiliza a reto
química, com sedagáo ou anstsic de cura duragio quando se faz mes, a presena de um médico
teint € fundamenal para a splcasio e conroe de tas fármacos, Jevando em considero ico €
beneficio do animal.

POSICIONAMENTO DO TORAX

+ Radiografía torácica fomece oportunidad de cxaminar uma cavidade inacesivel a outros métodos de
diagnóstico,

+ Poscionamento exato € fatr de exposigo sio imprescindívis para evitar ditrzdes € artfaos de
‘Sena

‘+ Tempo de expose deve ser menor que 1/20 (espirago per de deals)

Avaiago do trax em duasincidéncias

Poscionamento para a projgio lateral da cavidado orcic

Poscionamento par a projegi ventro-doral d cavidad orcica

Radiografías devem ser realizas durant pico da pausa inspira, pura se acer contrast entre as
estatuas. À posiio € aparecia da vinser normal dependem das relies posts, ase de ciclo respirar,
estado fisiológico, conformagio física geometria do alos x, variados na set cardíaca no ifragma e

parenquima pulmonar
Radiografia torácica realizada em pio de pausa inspira

Radiografía torácica realizada em ase expira

POSICIONAMENTO DA COLUNA VERTEBRAL

Replies: cervical toriica, lobar, sacra ecocigea
"Técnica: poscio LL, VD e outras com LL em fexio: para promover contraste mantemos a mAs alto ©
iminuímos a Kv: dem buscar © paraeismo perfeito entre coluna vertebral «a chapa radiogrtia: ©

úposiionameno é fio com o aio de calgon de espuma (ndictrmparentes):afumas vers há necesidado
daneses.

Poscionamento do paiene par radograñía de coluna cervical em prjeo leal

Poscionamento da coluna cervical para projeç ven dorsal

Posicionmento de colina vertebral pra pres eral

Posicionamento de coluna vertebral para oje veno-dorsal

POSICIONAMENTO DO CRANIO.

Consiui a área de maior difiuldado rdiográfca: devido a grande variagio de magus, dificuldade de
imobilizagio superpoigso de estaras importantes

Formatos de cabeya: dolicoceflica (cabega longa - Collie
raquicetálic po cuno Boxer e Pequings)

mesatcefliea (tipo médio - Paso)

Conformagio craterticas externas do erinio nos ces

+. Dolicocéfalico
» Mesaticéfalico
© Braquiocefälico

Incidencia do cin

‘+ Lateral: ais centrados entre a ol e ho, dorsal 0 are zigomático.
+ Ventro dorsal: delito dors
+ Dorso ventral decúbito extemal

Lateral oblíquadecáit lateral, com o fix de ais dieciondos em ángulo reo com o chassis
Frontal decúbito dorsal pscogo fexionado aé que o palato dar que perpendicular

Poscionamento do crinio para projec tra ci

Poscionamento do crânio para prjeo lateral com boca aberta

Posicionamento do tno para prjeo vent dorsal

Posicionamento do no pra prjeo dorso-vemral

Poscionameno do crino para prjeo obliqua médio-teral da mail com boca arta

Poscionamento frontal para avaliaio do forme magno

POSICIONAMENTO DA CAVIDADE ABDOMINAL

Látero lateral O rai incid n are lateral esi a ate
+ Ventro-dorsal: O rai incide n parte ental e i na don.

Poscionamento ltr tera da cavidade abdominal

Poscionamento vento-donal da avide abdominal

POSICIONAMENTO DOS MEMBROS ANTERIORES (MMAA)

‘Ombroe do brago para pojeo mediolateral
Atul o ombro para rojo caudocrai
Articulago do cotoelo para pojeio mediolateral
Cotxelo e antebrao em prjego craniocadal
AAriculag carpal para prjeo mediolateral
Mediopalmar dorsolateral

Atul 0 carpal para projes0 dosopalmar

Posicionamento da aiulago do ombro e do bag para projeäo meio ated

Y
4

Radiografía do cotovelo amebrago em projeo rinio-cada|

al

— Su

Posiconamento da aiculago carpal pr pojgáo médio-teat

Lay

> SS

POSICIONAMENTO DA PELVE

+ ProjegioLatrolerl
+ Proje vemr-doral

Posiconamento da pere para pjs Laero-leral

POSICIONAMENTO DOS MEMBROS POSTERIORES (MMPP)

Coxae aniculso do joo para pojeso mediolateral
Aniculagdo do jclh em projezáo caudocrnial
AAniclag tral em rojeoIteromedial
‘Aticulagdo tarsal em projec dorsoplatar
‘Antico taal em projego dorsolateramedioplatar
Pa asia em projego dosoplanar

Poscionamento da coxa e ariculaçäo do joeho para projeco mediolateral

Posicionamento da antic ulg3o do joo em projeo cando cranial

Posicionamento da culo taal em projessolaero-media

Posiconamento da aiulago tarsal em peojesio dos plantar

Poscionamentooblíqo d aiculaiotarsl em prjeo dorso-laeral € médio-plantar

Poscionamento da pata trasira em proj don plantar

EXAMES CONTRASTADOS

© exame radiogrfico € método air de diagnóstico mas wiizado na clucidsio de grande pre
«as patologas que acometem os aims de companhia, por ser extreme eficiente, pio e de baixo custo.
‘Quanto’ mais Se diveriicam os métodos de disgnósico por imagens como: ulra-som, tomograñia
computadorzads,resonincia magntica e mediina nuclea, mai à importincia do radiodiagrósico aumenta.
fm face de possitildade de orenar uma primeira investigagio, especialmente nas emergencias. Où
cguipumenos radiogrficos permitem o estudo ds sistemas ósso amicular e dos demais rg localizados
anto na cavidade torcia como abdominal, Entreno, no se ode prescindir de complementar alguns exames
‘coma ulizaio de técnicas contrastadas como:

+ Esofagograma:
+ Trinsto gasrmestinal e enema opaco;

+ Urografía xeretor, ctografi, wretecistogrl
+ salgas:

+ Miclografa

A radologia etrinára encontra se num período de evolu, com um passado relamente cut,
um presente exctame € um grande futuro pela fee, face à imporäncia mo auxilio diagnóstico das
nfernidades a clínica de pequenos animals.

Embora a evoluio tenha tari inimeros métodos de disgnésico, muitos com alto grau de
safistaçäo, o esudo radiológico toma se indispensäel sua rn clinica pla sua simpliciddo e rapidez ma
«lucida do caos clics, redirecionando os especialistas a área terpéntic, alm da disgnónica.

O número de hospiis e elias veteiára que oferecem servigos de diagnósticos vem aumentado,
consideravelmente nos men anos, pois alé de ofercerem sevgos de adidiagnóxicos e angles sica
imizam clinica do animal salvando vidas lém da sas do seu propicio.

'Noentatoo vteináro deve dar tego pura algumas nomas concitos sobre pote radiológica
+ os ficos de contamina, os quis So muito imperantes © merecem cuidados. A responsablidado do
tadiclogit, no deve ser Simplesmente com o procedimento old, mas sm com o cuidado geal do paciente
Esta panicipuco deve inicialmente esclarecer, avendo indicaio pra determinados se a medida dotada € à
compative, que tipos de comseglncias poder avr, e principalmente prognosicar caso a cas, paciente à
paciente, e rabalhar lado aldo com as demas especialidades obviamente com o médico veto.

MEIOS DE CONTRASTE

+ Contrastes negaisos
Contrasts positives
+ Duplo contrast

Castigo dos Meios de Contraste

Agentes empregados para demonstrasio do tao digestrio
‘Ageneshidmssolives

Agentes excetados pelo sistema bile (olcitopacos)vscoos € leo
Agentes gusosos

Reagies Anais

É regios inflamatóias (sensibilidad alérgica) desncadeadas em repost a utilizo do contraste
‘So aras em pequenos animals. Varam na dependencia do tipo de contraste, de suas proprcdades Físicas dos
mdiodose ocasdeinjgäo da sensible individuals de cada animal

RADIOLOGIA DO ESÓFAGO

Indicagies: avalar anatomia da fringe e csblagoavairem poso topográfica do esófago detectar ou
confirmar suspits de docngascsofagianas

Contra indices: ruptura où prfuugdo esofágica (comas fodado na dose de 1020 mi Animai com
insbilidad par engl.

reparo do animal: jum de 12 horas

Remo de coli em torn do pezoo.

Radiogrfis simples para avalagd gra (pojeçäo LL e VD)

Meio de contrast: Sulit e bo

Dose 2 6 mg (103 20 mi em média)
"Técnica: administro do contraste
Radiograar imedistament aps a adi

¡ago do contraste nas pojegdes LL VD,

Poscionameno do paciente par radigraí de ego cervical em rege lateral

Poscionamento da regido cervical para projeso ventro dorsal

Posicionamento paraa projeçäo lateral a cavidade torácica

ESOFAGOGRAMA NORMAL EM CAO

Rotncirunente © ditmetro esofíico € uniforme em oda sus extensio, podendo oconer ondulagóss
germe)

Esti longitudinal -normalmente aparecem na epéci canina no exfago at a base do corgi, Em felinos
estas eras so transveras na poro cal

TRÁNSITO GASTROINTESTIN,

Estado morolóico e funcional do estómago e imesino delgado pela
‘aminsragio oral de sulfato de hii.

Indicagies:docngas gástricas do inesino delgado para complementar
ou nlo os atados adigríicos simples.

Contra indices: presen de alimento ou Mui no esting
Suspeita de ruptura ou perso.

Preparo do animals jum peévio de 24 hors
aminstrago de laxates,radiogrtia simples pra avaliaco gral

Melo de contraste: solugio oral de su de hii
Dese cies gatos) 8a 10m1/ Kg

Teenie: radiografias em projegöes VD e LD egbenciit

(TEMPO DE RX (eue) PROJEÇOES “TEMPO DE RX (cto) PROJEÇOES
+ WD,LDeLE 0 + YD.LDe LE
"Dein + 15 minos "Dein
+ WDeLD + 30 minutos + VDeLD
+ WDeLD + 60 minutos + VDeLD
“Dein + 2horas + YDeLD
+ WDeLD + horas + VDeLD
Dein + Ghoras + VDeLD

ENEMA.OPACO

Administragio via real de sulfato de bro para visiblizaio do poscionsmento ede doenças do cólon eco.
Indices: má formajdo, sto, senos, ectopia, noplaia, imtussusce pio
‘Contra indicas: suspeita de ruptura. euro € ap dpa recent

Preparopréio o animal
Jejum por 24 horas

‘Aaminfstragio de laxantes

Enema com gua morna

Radiografi simples LL € VD

"Técnica: slfato de hi Va eu na dose de 20. 30 ml radiografr imedistamenteapó a administngo do
contaste nas projzdes LLe VD deixar animal eliminar o contrast repr a udigrafia as mesmas
moiegöen

“Tecnica de Duplo Contrast: ap esvaziamento do intsino groso, penché -lo com volume de al 3
quanidade de contraste administrada repetir asradografias (radiograia de elevo ~ ps evacuao)

RADIOLOGIA DO SISTEMA URINARIO

Aseos Ratogifcos Nomais de Rim €
Users.

Comite admintagso items de
Sompet la ain iol qe et
‘erdamenteexrsado poe rine Avan
¿Salime 3 nié mul Femme à
Seago de tama, oma à cargo don
fis cs bei

Em te: amis sonne Fg SEE
presa de desc (ona ipetnico)

Ye de comme Gaza & Dogs
(iron 300 mem)

Preparo do animal: jejum sólido de 24hs e [10-1Smämtos | VDeLL
aco de ah am e anio 2 ames

cazas à boi ans da ado de
Teenie: rar nigra sims (e VD) :
Adminisrar o onraste inravenoso na dose de 120 Wines | YD e LL
F0 me Rca dida Seni de

Il:

l
ER

EF
i

E

Radiografía da cavidad abdominal de gut em projoioItero-htral e anterior

Consieragöes Gems sobre Aras Rens
Radiografías simples

Altea de número, forma tamanhase posgodensidadesanormas:oclizada ou dis
Radiografas contrastadas:

Alera d número (auséncia da imagem renal. de forma, de contomos tamano, poso. densidad,
‘apace de eliminagio do contraste e colegio de contraste extra renal,

Uretrocstograf

Consiste na aminintraso de componto dado orgánico arnés da rete para visualizagño da bexig.

Contra indicagies: sona vesical hiprsensbilidae ao contraste
reparo do animal: esvaziar à heviga.

Teenie

Rudiograia simples (LL. e VD) antes da administragde do contaste
Into do cteter a por distal da uretra

Administragdo do contraste
Sa 12 mg de iodo orgie.

à 12 mUKe dea (contrast negativo)

25 mi de do orgánico € ar duplo contraste.

à 10 ml e iodo orgánico para visualiza da urea raiografa nas projegdes VD «LL.
Aspects Radogrfios Normals da eva. Urra Contra

Begue

Forma (pdf), amano, posiäo,prcnchimento do lmen plo contraste
superficie mucosa a. aspectos da paree vesical espesura) capacdade de
‘liminagio do contraste (pos-miscionl.

"ret cistografa: Ureta: machos (prostática e penan).

MIELOGRAFIA

Deni: administro de contaste dado Gopamidol entro do espagosubaracnöide
Indicagies: qualquer processo compressivo da medula (no observado em radiogaña simples) subluxagio e
luxagio com compres modular, roto de disc inervetebrale neoplasias.

‘Contra indicas: nos casos de miele

"Técnica: jjum de 24 horas para anestesia do paciente, icotomiaeant-sepsia d local

Pago com agulha 100 10 com mande entre LA € LA ou LS € LE e eso for ina ou na cistema magna
sea esi fora,

Tnjetar contraste lentamente e com preso uniforme) ma dose de 03.05 UK, tomando- 0 cuidado dese
retira igual quantidade de liquor e mandar para anise haboratoril

Radiografías segienciis (VD € LL).

Ocomiome mislográic deve ero mesmo do espao suarscnóie normal

ES

‘A lagura a couna rdiopa deve tr magnitude uniforme sobre quase toda a su extenio

MIELOGRAFIA NORMAL REGIAO CERVICAL

MIELOGRAFIA NORMALREGIAO TORÁCICA

MIELOGRAFIA NORMAL REGIAO LOMBAR

MIELOGRAFIA REGIÄO LOMBAR PROJECAO VENTRODORSAL.

POSICIONAMENTO DO SISTEMA LOCOMOTOR DE EQUINOS
INCIDENCIAS PRÓPRIAS DA TERCEIRA FALANGE

Latoromedial
Dorsopalmar ou dorsoplantar com apoio em pncas.

Dorsopalmar ou dorsoplantar com apoio sobre o chassi horizontal
Dorsopalmar obiqua (medal e lateral) com apoio em pinga

Dorsopalmar obiqua (medal e lateral) com apoio sobre o chassi horizontal
Palmaroproximal-palmarodistl ou Posteroanteror

Latero-medial

O membro descansa com sua palma sobre um taco de
madera, ato o sufciente para que a raciaçäo possa chogar
horizontalmente na terceira falango, O chassi se contralza
sagtalmento junto a face Interna do casco recebendo 0 lee
em ángulo reto, centralizado na coroa, no ponto médio entre a
face dorsal da muralha 6 os bulbo.

Dorsopalmar com apoio em pinga:

a face dorsal da muralha forma um ángulo de 55° em relagáo ao solo, com o pé apaiado em pinga.
(Os raios penelram horizontalmente pelo centro da coroa para chegar ao chassi que se encontra
verical atrás dos bulbos do casco

A variante oblique implica no mesmo posiconamento, porém com alteragáo da
oca do fixe 0 om 45.

Dorsopalmar com apoio sobre o chassi

Nesta variante os ralos chegam a0 centro da coroa formando um
Angulo de 45° com o piso. A imagem radiogrlica obida $ similar a
anterior, exisindo certo grau de distergäo. O chassi deve ser
protegido mediante o uso de uma caia porachassi de madeira
para neuralzar o poso do animal. Varanie oblique: fixe em 65°

50

‘Antero-posterior:

(© membro descansa sua face palmar sobre o casco, O chassi &
colocado na face posterior do pé. O fete de raios-X passa por
todo o centro da coroa com um ángulo de 45° com respeto a0
pso

PROJEGAO LATEROMEDIAL (falanges distais e osso navicular)

PROJEGAO DORSOPROXIMAL-PALMARODISTAL OBLIQUA EM 30°

PROJEGAO DORSOPROXIMAL-PALMARODISTAL OBLÍQUA EM 60° (falange dista)

PROJEGAO DE Pr-Pa (“high coronary view")

PROJEGAO POSTERO- ANTERIOR OU PALMAROPROXIMAL-PALMARODISTAL OBLIQUA EM
45° ("high coronary view”) para o 0826 navicular

INCIDENCIAS DAS FALANGES E ARTICULAGAO METACARPOFALANGEANA DO EQUINO

PROJEGAO DORSOMEDIAL-PALMAROLATERAL OBLIQUA (talanges)

PROJECÁO LATEROMEDIAL (articulagáo metacarpotalangeana)

PROJEGAO LATEROMEDIAL FLEXIONADA (articulagäo metacarpotalangeana)

PROJEGAO DORSOPROXIMAL-PALMARODISTAL (articulaçäo metacarpotalangeana)

PROJEGAO DORSOLATERAL-PALMAROMEDIAL OBLÍQUA (art. metacarpotalangeana)

INCIDENCIAS RADIOGRÄFICAS DOS METACARPOS

PROJEGAO LATEROMEDIAL (metacarpos)

PROJEGAO DORSOPALMAR (metacarpos)

PROJEGAO DORSOMEDIAL-PALMAROLATERAL OBLIQUA (metacarpos)

PROJEGAO DORSOLATERAL-PALMAROMEDIAL OBLIQUA

PROJEGAO LATEROMEDIAL (carpos)

PROJEGAO LATEROMEDIAL FLEXIONADA (carpos)

PROJEGAO DORSOPALMAR (carpos)

PROJEGAO DORSOLATERAL-PALMAROMEDIAL OBLÍQUA 45% (carpos)

PROJEGAO DORSOMEDIAL-PALMAROLATERAL OBLIQUA 30% (carpos)

PROJEGOES TANGENCIAIS OU SKYLINE (carpos)

PROJEGAO DORSOPROXIMAL-DORSODISTAL OBLIQUA FLEXIONADA DA PORCÁO DISTAL
DO RADIO (skyline 60%

PROJEGAO DORSOPROXIMAL-DORSODISTAL OBLÍQUA FLEXIONADA DOS 08508.
‘CARPAIS PROXIMAIS (skyline 55°)

PROJEGAO DORSOPROXIMAL-DORSODISTAL OBLÍQUA FLEXIONADA DOS 08508.
CARPAIS DISTAIS (skyline 30%)

INCIDENCIAS RADIOGRÁFICAS DOS METATARSOS NOS EQUINOS
Projeçäo dorsoplantar

Progcao dorsolaeralplantaromedial obliqua em 45°

Projegdo dorsomedialplantarolteral bliqua em 45"

PROJEGAO DORSOPLANTAR (metatarsos)

PROJEGAO DORSOLATERAL-PLANTAROMEDIAL OBLIQUA (metatarsos)

PROJEGAO DORSOMEDIAL-PLANTAROLATERAL OBLIQUA (metatarsos)

INCIDENCIAS RADIOGRÁFICAS DOS TARSOS DOS EQUINOS
Projegdolateromedial

Projeeao dorsoplantar

Projegdo dorsolteral-plantaromedial obliqua

Projegdo dorsomedialplantarolateral oblqua

Projecáo dorsoplantarfexonada

PROJEGAO LATEROMEDIAL e LATEROMEDIAL FLEXIONADA (tarsos)

PROJEGOES LATEROMEDIAL E LATEROMEDIAL FLEXIONADA

PROJEGAO DORSOPLANTAR

PROJEGAO DORSOLATERAL-PLANTAROMEDIAL OBLIQUA

PROJEGAO DORSOMEDIAL-PLANTAROLATERAL OBLIQUA

PROJEGAO DORSOPLANTAR FLEXIONADA

INCIDENCIAS RADIOGRÁFICAS PARA AVALIAGAO DE REGIOES PROXIMAIS DOS MEMBROS

Projegóes médilatral e crániocaudal da aículacáo umero-räcio-unar
Projegses médolateral e cräniocauda da ariculagao lémuroblo-patelar

Projeçäo médlo-ateral da articulagäo ümero-rädio-ulnar

Projegäo cränio-caudal da articulaçäo ümero-rédio-uinar